As igrejas precisam realizar congressos e seminários sobre a relação do Cristianismo com o Socialismo em ascensão no Brasil desde a Constituição de 1988.
Precisamos avaliar princípios, modelos e boas práticas que sejam necessários para o povo mais pobre mas os mantenham livres para escolhas coletivas.
Será que o governo eclesiástico congregacional é melhor que o episcopal para promover maior participação cidadã? Penso que sim.
Temos base científica disponível para basear as decisões de igrejas ou governos conservadores? Penso que não.
Não temos o governo federal, mas temos a maior bancada conservadora da história e uma força de estados jamais vista.
Desse ponto de vista, precisamos definir qual tipo de Brasil devemos propor.
O Centrão puniu o PL. Nos próximos anos, seus órfãos migrarão para um governo ultra socialista do PT. Os líderes evangélicos da Venezuela cederam apoio e virou uma ditadura.
Suponho que existe um banco de votos destinados à candidatos de esquerda. Eles não se envolvem por conveniência, especialmente desde a Pandemia mas aparecem se recrutados por seus grupos de influência: sindicatos, ONGs, Universidades públicas e Órgãos de classe.
O Brasil se tornou um país socialista desde a Constituição de 1988 e estamos em transição.
Em 2018, houve uma golfada capitalista com viés militar e evangélico que fez emergir a Direita. O plano era Alckmin (Centro-esquerda) ser eleito presidente.
A formação de orçamento público e os estudos científicos para orientar decisões políticas ou judiciais são produzidos por ambientes intelectuais socialistas, quase comunistas.
A maioria das igrejas não sabem ensinar a formar orçamento confiável, lidar com informações científicas e ter um ambiente congregacional de decisões compartilhadas, que foram a base para o desenvolvimento das mais prósperas nações do Ocidente.
