Philip Yancey, no artigo Igreja e Estado publicado na Enfoque Gospel de abril de 2008, destaca uma pesquisa do Instituto Harris feita na Europa: “Você crê em alguma forma de Deus ou ser supremo?. Apenas 27% dos franceses e 35% dos britânicos disseram SIM”.
Yancey observa que embora 41% dos alemães tenham afirmado crer em Deus, a maioria pertence formalmente à igreja. O Governo distribui o imposto eclesiástico (mais de 10 bilhões de dólares) para denominações conhecidas por seu trabalho em escolas, hospitais, etc. A cada ano, cerca de 300 mil alemães tiram seus nomes das listas de membros das igrejas. O bispo da Saxônia estima que dos 4,5 milhões de habitantes, apenas 850 mil são membros de igrejas. Talvez chegue a 30 mil em 2030.

Linus Morris, em Igrejas de Alto impacto, identifica que “a maioria das igrejas protestantes evangélicas francesas é pequena, tendo atingido um patamar de 50 a 60 membros. Elas se reúnem em garagens, lojas ou pequenos prédios… Na Europa ocidental e setentrional há poucas igrejas grandes. O Censo de Igrejas Inglesas de 1989 indicou que mais da metade da população que frequentava a igreja se encontrava numa congregação de 70 pessoas ou menos, e oito entre dez estavam numa igreja com menos de 120 pessoas.

Linus conclui: “A falta de igrejas regionais grandes e vitais na Europa pode explicar a baixa frequência generalizada naquele continente. Na Inglaterra, apenas 8% das igrejas tem congregações com mais de 150 pessoas… De acordo com uma pesquisa feita por MARC Europe, um quarto de todos os frequentadores vai as igrejas com menos de 50 pessoas todo domingo. Esse cenário representa 61% de todas as igrejas.”

Recentemente, o pastor Kristian Furher aposentou-se aos 65 anos. Ele iniciou reuniões de oração em uma igreja Nikolai de Leipzig, desde fevereiro de 1988 chegando a média de 600 participantes. Em maio de 1989, a Polícia local passou a bloquear o trâfego para a igreja. Ainda assim, o público aumentou, chegando a 120 mil pessoas em novembro de 1989.

Após a reunificação a situação da cidade mudou com mais desenvolvimento e prosperidade. A Alemanha é uma ilha de prosperidade em relação aos vizinhos, embora Leipzig apresente desemprego de 19% da força de trabalho. Porém, a frequência diminuiu dramaticamente.

#paracleto
#Missões no Mundo
G/P
Jair