Se o temor do Senhor é o princípio da Sabedoria, o seu fim é a Glória de Deus. Ela traça um caminho de desafios, trabalho e alegrias. Não convém distrações e bizarrices.

Se não desistimos da missão, seremos bem-aventurados. É quando vc percebe que já está dentro da Missio Dei.

Isso é honrar a Deus no trabalho. Isso é fazer sacrifício pelo Evangelho. Isso é praticar o que se prega. Isso é ter fome e sede de Justiça. Então veio a Lava-Jato e mudou muita coisa…

Parece que a Justiça do Trabalho se transformou em um campo de interesses que sufocam empresas. É parecem ter vida própria diante de uma Reforma trabalhista mas não aceita e divulgada para os Tribunais.

A União gasta cerca de R$ 4 bilhões todo os anos para fazer frente a ações judiciais de servidores públicos na ativa, mostram dados do Ministério do Planejamento. No total, foram registradas mais de 21 mil ações de servidores, 15,9 mil de funcionários públicos na ativa e outras 5,4 mil de aposentados.

Esses títulos somaram R$ 2 bilhões no ano passado, e foram liberados em maio para a Justiça Federal, que distribui os recursos aos servidores demandantes. Como mostrou reportagem da Folha, a cada R$ 100 em despesas com salários, a União gasta outros R$ 77 com gratificações, incentivos, vantagens e bônus a servidores na ativa, que já possuem uma série de benefícios, entre eles o da estabilidade no emprego.

As despesas com pessoal e encargos sociais foram se tornando um problema fiscal. Seus custos são crescentes e representam, isoladamente, o segundo maior gasto da União, atrás somente das despesas com a Previdência.

Pela Lei de acesso às informações, descobrimos que 2.500 funcionários da Petrobras entraram por força de mandato judicial desde 2003. Provavelmente, a maioria permanece nos quadros da Empresa. O motivo é básico: a oportunidade garantida pela falta da Reforma trabalhista que deixou a empresa inerte e inapta diante de milhares de contratados por homem-hora enquanto tinha represado vários concursos desde os anos 90.

Refletimos sobre a política irresponsável do RH da Petrobras desde 2003. Os empregados comuns tiveram bons benefícios, mas não como os “protegidos” dos sindicatos que tinham livre curso pelos corredores da Empresa.

Outra política pouco compreensível é quantidade de funcionários cedidos para Órgãos de Governos, para Coligadas, Subsidiárias, etc. Ocorre um grande descontrole que manchou a política de RH da Companhia. Claro, que a troca provisória de empregados para fins específicos pode e deve ser adotada, mas a quantidade parece notável.

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