Mateus 9:14 Vieram, depois, os discípulos de João e lhe perguntaram: Por que jejuamos nós, e os fariseus muitas vezes, e teus discípulos não jejuam?

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Os discípulos de João, o batizador, não entendiam porque os discípulos de Jesus não jejuavam. É provável que os discípulos de Jesus foram desobrigados a praticar os jejuns aqui referidos porque não eram aqueles prescritos na lei de Moisés. Por exemplo, quando um jovem se aproximou de Jesus, Lucas no capitulo 18 verso 12 registrou o que ele disse: “…jejuo 2 vezes por semana”.

Durante o exílio na Babilônia, os judeus passaram a jejuar durante alguns meses no ano. Tanto que através do profeta Zacarias, Deus perguntou: “Vocês jejuam para Mim, ou para vocês mesmos?”. Estudiosos lembram que no mês Marquesva, que coincide com outubro, se até o dia 17 não chovesse, então, recomendavam-se 3 jejuns.

É um grande mico exigir que o seu irmão adote o seu padrão de conduta. A verdade que essa atitude não é incomum em círculos religiosos. As vezes ouço alguém reclamar: “Porque o fulano não está aqui? Porque ele faltou? Eu não faltei. Então, ele não pode faltar”.

O meu objetivo pessoal é manter uma vida diária de oração, incluindo o jejum. Mas preciso evitar o pensamento que sou mais santo que outro irmão que não pratica o jejum. Nas Escrituras encontramos muitas ocasiões em que se praticou o jejum. Hoje, temos muitos livros que abordam o ensino sobre jejum: suas motivações, suas práticas e seus efeitos. Eis alguns exemplos de uso do jejum:

  • buscando bençãos:   2 Cr. 20:3;   Esd 8:23
  • em tempos difíceis:   Joel 1:14
  • por propósitos:   Mat 6:16
  • como preparo do espírito:   Mat 9:14

Quando falo sobre jejum, gosto de lembrar do exemplo de Davi. Ele revolucionou a ideia de jejum da sua geração. Davi usou o jejum como instrumento de intercessão. Ele não via como atitude de tristeza ou de penitência. Davi encerrou o jejum para aceitar a vontade de Deus.

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