Percentual de evangélicos das 3 maiores cidades do Paraná: Curitiba 24% – Maringá 26% e Londrina 30% com mais de 700 templos espalhados pela cidade. O vice-presidente
do Conselho de Pastores de Londrina Moisés Ramos diz que “ao invés das pessoas virem a igreja, a igreja vai as casas da pessoas”.
De acordo com dados do Censo de 2000 do IBGE, os evangélicos eram 23,59% da população do município de Bauru ou 74.558 pessoas. Nos dez anos seguintes houve aumento de 44,4% neste contingente, totalizando 107.675 adeptos em 2010 e chegando ao percentual de 31,29% dos habitantes da cidade. Se comparado com o crescimento populacional de Bauru no mesmo período, o percentual ainda é mais impressionante. Bauru saltou de 316.064 habitantes para 344.039, aumento de 8,85%. Dados do Conselho de Pastores Evangélicos de Bauru estimam que existam 700 templos espalhados pelo perímetro urbano entre as diferentes igrejas que compõem o universo evangélico. Em uma conta simples, dividindo-se o número de adeptos apurado no Censo de 2010 (107.675 pessoas) pela quantidade de templos
existentes na cidade, chega-se a uma média de 152 fiéis por templo.
As igrejas evangélicas de Sorocaba aumentaram 50,5% em 10 anos. No Censo 2010, 162.922 sorocabanos se declararam evangélicos.
Em São José dos Campos, 22,67% da população são protestantes. Desse total, 12,14% são das igrejas evangélicas de origem pentecostal; 3,56% são das evangélicas de missão; e 6,98% são das evangélicas sem vínculo institucional.

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No Censo IBGE de 2000, no município de Curitiba, 71% da população se considerava católica. Chama a atenção também em Curitiba a redução acentuada dos católicos, uma das mais baixas verificadas nas capitais brasileiras, de -8,5 pontos percentuais, entre 1991 e 2000. Aliás, menores perdas da Igreja Católica se constituem numa característica comum às capitais da Região Sul do Brasil.

CuritibaOs evangélicos de missão representavam 4,6% da população de Curitiba, enquanto nos outros municípios da região metropolitana correspondem a somente 2,4 % dos habitantes. Observa-se, ainda, na capital, uma tendência de os evangélicos de missão se mostrar mais expressivos nos bairros da parte central da cidade, onde representam geralmente mais de 5% dos habitantes.

A presença pentecostal se mostrava mais acentuada nos municípios da periferia do que no da capital, onde ela representa, respectivamente, 16,4 % e 13% da população. Apesar disso, o crescimento no período de 1991 a…

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