O Papa Francisco afirmou que as crenças no criacionismo e no evolucionismo podem coexistir.
Ele criticou ainda interpretações equivocadas da Bíblia. “Quando lemos a respeito da criação em Gênesis, corremos o risco de imaginar que Deus era um mágico, com uma varinha capaz de fazer tudo. Mas isso não é assim”, afirmou.
Ele ainda afirmou que o começo do mundo não era uma “obra do caos”, mas uma criação a partir de um princípio de amor.
“Deus não é um ser divino ou um mágico, mas um criador que trouxe tudo para a vida”, afirmou o pontífice, que disse ainda que o evolucionismo e o criacionismo são compartíveis pois “a evolução exige a criação de seres que evoluem”.

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O estudo, realizado por uma equipe da Michigan State University, nos Estados Unidos, usou como modelo o chamado “jogo do dilema do prisioneiro”, onde dois suspeitos são interrogados em celas separadas e devem decidir se delatam um ao outro ou se preferem se calar.

Nesse modelo, um acordo de liberdade é oferecido a cada prisioneiro se eles decidirem denunciar o outro. A liberdade só é alcançada por aquele que denuncia, desde que o outro oponente decida ficar calado, o que leva este último a ser punido com seis meses de prisão. Se ambos os prisioneiros denunciam um ao outro, os dois pegam três meses de prisão – delação. No caso dos dois decidirem ficar em silêncio juntos – cooperação – eles ficariam apenas um mês na prisão.

O importante teórico matemático John Nash demonstrou, nesse modelo, que a tendência mais observada era a de não cooperar. “Por muitos anos…

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