Semana passada, estava olhando alguns artigos no LinkedIn e atentei para um cargo interessante: chief evangelist. O cargo foi cunhado por Guy Kawasaki, executivo da Apple. Ele descreve sua função de proteger e preservar o culto ao Macintosh, fazendo o que for necessário para isso. Uma de suas armas foi a EvangeLista que reuniu fãs da marca Apple ao redor do mundo. Guy usou conceitos de transparência e informação aberta para formar evangelistas que defendem os produtos Apple de críticas. Ele é criador de várias empresas startups e possui um rebanho de um milhão e meio de seguidores no Twitter.

Observei que as empresas usaram conceitos de organização eclesiástica do século XVIII para lidar com os mercados e formar uma formatação jurídica. No século XX, as grandes corporações passaram a implantar novos modelos de gestão para alcançar alta produtividade. As igrejas e Organizações sociais passaram a adaptar esses modelos a fim de ajustar ao mundo pós-moderno. Muitas empresas entenderam que o discurso religioso é resiliente e contemporâneo, portanto muitos executivos e empresários passaram a usar conceitos eclesiásticos para o meio empresarial.

fé e trabalho

 

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