De acordo com um estudo publicado no periódico Human Nature, risadas podem fazer pessoas se abrirem mais – ou seja, compartilhar histórias íntimas e segredos. Para chegar a essas conclusões, pesquisadores da University College London recrutaram 122 voluntários e os dividiram em grupos de quatro pessoas. Todos assistiram um dos três vídeos: um stand up de um comendiante, um documentário sobre a natureza ou um vídeo sobre golfe. Os clipes deveriam, respectivamente, causar risadas, um humor agradável ou nada em particular.

Depois de ver os vídeos, os voluntários precisaram escrever um pouco sobre si mesmos. A ideia era que esse resumo seria usado para os apresentar a outros membros do grupo. Quem havia assistido o show de stand up compartilhou mais segredos, como ‘em janeiro me machuquei praticando pole dance’, ‘vivo com ratos’ e coisas assim.

Após analisar os resultados os pesquisadores passaram a encarar os risos como um ‘lubrificante social’. A risada ativa endorfinas e essa produção é conectada com a nossa habilidade de formar laços e fazer amigos. E, ao mesmo tempo, compartilhar segredos e se mostrar vulnerável, é uma forma de fazer novos amigos. Ou seja, risos e segredos são atalhos para a amizade.

“Desculpa tudo aquilo que eu te falei. É que eu estava bêbado”. É amigo, essa desculpinha não vai colar mais. Um outro estudo publicado pela London School of Hygiene and Tropical Medicine deu base para a verdade universal que é só a bebida entrar, que a verdade sai. A pesquisa provou que que o álcool não muda os pensamentos de uma pessoa, mas sim a torna mais despreocupada com o que está falando. Resumindo: Quando você está bêbado você fala tudo aquilo que normalmente não teria coragem.

Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores pediram que os participantes ingerissem bebidas alcoólicas antes de completar tarefas de reconhecimento de erro em um computador. Aqueles que beberam foram tão conscientes quanto os que tomaram placebo e o grupo sóbrio. Porém, os bêbados se importavam menos em errar. A conclusão é que o goró não inibe nossa capacidade de saber, mas sim inibe a nossa incapacidade de sentir culpa, remorso ou vergonha. Ou seja, para evitar complicações basta seguir o ensinamento de Ernest Hemingway: “Faça sempre lúcido o que você disse que faria bêbado. Isso o ensinará a manter sua boca calada”.

Cada vez mais, os hackers e sequestradores de informações buscam por dados valiosos na internet, e o grande objetivo é roubar informações sigilosas, tais como números de cartões de crédito, senhas, endereços e dados pessoais, a fim de conseguir dinheiro. Por atrair pessoas menos precavidas (dentre elas, crianças e idosos), que acreditam inocentemente em links maliciosos e aplicativos espiões, as redes sociais se tornaram a bola da vez na lista de alvos dos cibercriminosos, afinal, são o ambiente ideal para roubar dados sem fazer muito esforço ou alarde.

Sites como Facebook, Twitter e Google+ passam a falsa impressão de serem ambientes totalmente seguros, a prova de crimes virtuais, principalmente depois da implantação do protocolo HTTPs em suas páginas. Mera ilusão, pois por mais que as empresas se esforcem em criar o ambiente ideal para a navegação segura do usuário, pessoas maliciosas buscam meios de burlar a segurança garantida pelos protocolos, disfarçando-se de usuários comuns ou de desenvolvedores de aplicativos para ter acesso a dados confidenciais e praticarem crimes variados na web.

E tem de tudo: desde roubos de cartões a sequestro de pessoas, crimes realizados graças à falta de cuidado com informações pessoais na rede e ingenuidade excessiva. Afinal, tem gente que posta o endereço residencial nas redes sociais, coloca fotos dos filhos e da fachada de casa e ainda deixa todas as informações do dia-a-dia expostas ao público, sem se preocupar com as consequências.
Matéria pesquisada: http://canaltech.com.br/coluna/seguranca/Fala-demais-nas-redes-sociais-Cuidado-com-os-novos-criminosos-online/#ixzz3VyMWBfW7

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