A corrupção está ligada à pobreza e ausência de valores numa sociedade.
Se vivemos um avivamento, este movimento deverá às mudanças culturais. Não será preciso uma revolução pois seu fim será alcançado pela radicalização dos discursos e choques com práticas destrutivas.
Chegou o tempo de acabar com a corrupção a começar com o fim do jeitinho brasileiro.

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No meu livro Missão da Igreja: dimensões e efeitos abordo o jeitinho brasileiro destacando que no estabelecimento de estratégias para esse confronto do evangelho com a cultura, Stephen C. Neill propõe um modelo hierárquico de ação em três níveis sobre a penetração do evangelho na cultura:

  • Para ele, há, em primeiro lugar, alguns costumes que não podem ser tolerados, tais como a idolatria, infanticídio, canibalismo, vingança, mutilação física, prostituição ritual, etc. Entre os quais situamos o ‘jeitinho brasileiro’.
  • Em segundo lugar, há alguns costumes que podiam ser temporariamente tolerados, tais como a escravidão, o sistema de castas, o sistema tribal, a poligamia, etc.
  • E, em terceiro lugar, há alguns costumes cujas objeções não são relevantes para o evangelho, tais como o homem e a mulher sentarem-se separados nos cultos, costumes alimentares, vestimenta, hábitos de higiene pessoal, etc.

O Congresso de Lausanne I, através do Relatório Willowbank, de 1978, adota essa…

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