Diante do crescimento do movimento pentecostal e da ruptura das denominações protestantes, as igrejas independentes ganham força. As pesquisas recentes, mostram que são o grupo cristão que mais crescem nos EUA. No Brasil, o movimento ainda está no começo mas sente os reflexos das denominações originais.
Igrejas cristãs independentes, que trabalham com dons e talentos para o serviço, que cooperam com outras igrejas de forma transversal, com uma liderança visível e atuante serão as mais preferidas e agradáveis nos próximos anos.

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Por muito tempo, a igreja brasileira perdeu tempo na discussão de interpretação e aplicação dos dons manifestacionais de I Coríntios 12. Muita divisão ocorreu quando o foco principal concentrou-se no instrumento e não no objetivo dos dons. Na verdade, a discussão deveria ser muito mais ampla. Ela deveria envolver os demais dons e talentos à disposição do Reino de Deus.

O crente deve ser frutífero e realizado em seu ministério, ele deve estar contribuindo para a edificação do corpo. Isto vem através do exercício de sua paixão e de seus dons espirituais. Um estudo revelou que 68% dos membros de igrejas em crescimento disseram: “As tarefas que desempenho na igreja está de acordo com meus dons.” Em congregações estagnadas, somente 9% harmonizam-se com essa declaração.

Segue abaixo, texto do Jornal Batista dos anos 80, assinado pelo secretário-executivo da Convenção Batista. Na ocasião, escrevi para ele mas sua resposta é impublicável…

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