Um maranhense, guia de turismo no Egito, foi preso e está sem fazer contato com os parentes, em Balsas, no sul do Estado, há cinco dias. Dagnaldo Pinheiro Gomes conversou pela última vez com a noiva, Mariângela Pontes Vale, na quarta-feira (18). Ele contou que estava preso porque a polícia teria encontrado bíblias e literatura evangélica no carro dele e que seria deportado para o Brasil.

O brasileiro, que é operador de turismo no Egito, foi preso na cidade do Cairo, durante um passeio às pirâmides, no dia 17 de agosto, quarta-feira passada. Ele estava junto com duas turistas brasileiras. Como transportava folhetos evangélicos no carro, foi detido e levado à delegacia para prestar depoimento. As turistas foram liberadas.

No dia seguinte, na quinta (19), Dagnaldo entrou em contato com a noiva, que mora no Maranhão, informando que seria levado a Mugama (departamento federal do Egito encarregado de deportação de estrangeiros). Mas até agora não foi deportado e a família não tem notícias dele. Já a empresa Orientur, a operadora de turismo paulista para a qual Dagnaldo trabalha, disse que entrou em contato com a embaixada do Brasil no Egito, e que o governo do país informou que não existe nenhum brasileiro detido.

A noiva de Dagnaldo Pinheiro Gomes disse que não conseguiu informações oficiais com a embaixada brasileira no Egito sobre a prisão. Aqui no Brasil, a Assessoria de Comunicação do Itamaraty disse que a embaixada brasileira no Cairo confirma que foi avisada da detenção de três pessoas e que apenas o maranhense continua detido. Eles aguardam o retorno de autoridades do Egito com informações sobre o local onde o brasileiro está e o motivo da prisão.

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