No dia 13 de janeiro de 2005, a Governadora Rosinha celebrava o maior projeto siderúrgico do País: a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA). Um consórcio da Thyssen Krupp (a maior produtora de aço da Europa) e a Vale do Rio Doce (a segunda maior mineradora do planeta).

A cerimônia aconteceu no Palácio Laranjeiras e contou com a presença de Karl Köhler, vice presidente mundial da Thyssen, Roger Agnelli, presidente da CVRD, do Ministro Furlan e diversas outras autoridades e lideranças empresariais.

Naquele tempo, a frase “nunca na história desse país” seria bem empregada, pois o empreendimento superaria em muitas vezes a Companhia Siderúrgica Nacional – CSN implantada por Getúlio Vargas, há mais de 50 anos, e todos os demais projetos siderúrgicos do País.

Somada às expansões da Cosigua, a nova unidade da CSN e a Guerdau, o Estado do Rio teria o triplo da produção de aço a partir de 2008, passando das 7,3 milhões de toneladas/ano para 21 milhões de toneladas/ano de aço. Seu início de operação é um exemplo como os governos podem trabalhar em conjunto, ou em oposição mas com o mesmo objetivo: gerar riqueza e empregos.

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G/P
Jair

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