Embora a Constituição nos garanta a liberdade de culto e expressão, há sinais de repressão travestida. Isso se dá, muitas vezes, pelas dificuldades para se utilizar locais públicos. O suborno requerido não é dinheiro mas ‘apoio político’. Você entende?
Os trens do Rio de Janeiro, são operados pela empresa Supervia, em regime de concessão. Mas quem compra os trens é bolso do governo do Estado do RJ. O trem é um espaço público. Além disso, as pregações evangelísticas nos trens se tornaram patrimônio cultural imaterial do povo do RJ após décadas de realizações. Será que ainda não perceberam isso?
Recentemente, na empresa onde trabalho, o código de Ética foi atualizado. Ao final do processo, havia um item proibindo qualquer tipo de discriminação. Percebi que havia uma ausência: de religião. Solicitei sua inclusão e, por coincidência, foi incluída. Assim como queremos liberdade religiosa, devemos garanti-la e exercê-la em sua plenitude.
O que tem acontecido sistematicamente é o patrocínio religioso. Verba pública tem sido desviada para recuperar templos e promover festas religiosas. Na maioria das vezes, o objetivo é eleitoral.
Por isso, as igrejas cristãs devem ser contra qualquer subsídio público em suas programações e até mesmo no recolhimento de seus dízimos. Existem países na Europa em que o Governo recolhe o ‘dízimo’ de modo antecipado para as igrejas oficiais. Já é descontado no contracheque.
Onde termina a igreja e onde começa o Estado? Por aqui temos espaço para pregar o Evangelho. Que seja simples, poderoso e persuasivo.

Segue ANEXO a decisão judicial.
Processo
#paracleto
#Cidade e igreja

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