O trem é um espaço público que é operado por empresa particular sob contrato de concessão. As pregações evangélicas ocorriam desde a década de 60 mas, em 2009 foram proibidas para perplexidade do povo fluminense. Trata-se de um patrimônio cultural imaterial que foi violado pelo Governo e Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

Blog Paracleto

Embora a Constituição nos garanta a liberdade de culto e expressão, há sinais de repressão travestida. Isso se dá, muitas vezes, pelas dificuldades para se utilizar locais públicos. O suborno requerido não é dinheiro mas ‘apoio político’. Você entende?
Os trens do Rio de Janeiro, são operados pela empresa Supervia, em regime de concessão. Mas quem compra os trens é bolso do governo do Estado do RJ. O trem é um espaço público. Além disso, as pregações evangelísticas nos trens se tornaram patrimônio cultural imaterial do povo do RJ após décadas de realizações. Será que ainda não perceberam isso?
Recentemente, na empresa onde trabalho, o código de Ética foi atualizado. Ao final do processo, havia um item proibindo qualquer tipo de discriminação. Percebi que havia uma ausência: de religião. Solicitei sua inclusão e, por coincidência, foi incluída. Assim como queremos liberdade religiosa, devemos garanti-la e exercê-la em sua plenitude.
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