O estoque total de empregos formais celetistas (CAGED/Novo Caged) fechou 2025 em torno de 48,47 milhões.
A maioria desses contratos de ~44h ocorre no setor privado (comércio, serviços, indústria, construção etc.), onde a jornada CLT de 44h é padrão (8h/dia × 5,5 dias ou distribuições equivalentes, como 7h20min/dia × 6 dias). Setores com menor jornada contratual (ex.: 30-40h) são mais comuns em partes da administração pública, educação, saúde e alguns serviços.
Dados da PNAD Contínua (IBGE) corroboram que 46-47% dos ocupados têm 40-44h, mas formais tendem a concentrar mais em jornadas plenas; 75% dos ocupados têm 40h+, com 32% >44h (muitas vezes com extras não declaradas).

No governo federal, há cerca de 69 mil terceirizados no total (base CGU); políticas recentes (IN SEGES/MGI 190/2024 e 381/2025) reduziram a jornada de 44h para 40h sem redução salarial.
Nos governos estaduais e municipais, estima-se 12 milhões empregados estatutários/CLT/provisórios, mas terceirizados são separados e estimados em centenas de milhares nacionalmente, concentrados em saúde, educação, limpeza e administração).
Em 2024 (dados mais recentes divulgados em novembro de 2025 pela PNAD Contínua: Características Adicionais do Mercado de Trabalho), cerca de 6,5 a 6,6 milhões de pessoas ocupadas trabalhavam no domicílio (7,9% do total de ocupados, que era 83 milhões).
A proporção de trabalho remoto é maior entre os empregados celetistas em setores de escritório/qualificados (ex.: TI, finanças, marketing), onde o híbrido predomina, e bem menor em áreas presenciais obrigatórias (comércio físico, indústria, construção).
Estudos complementares (como de consultorias JLL, Deskbee, ABRH, Korn Ferry e FGV) indicam: Cerca de 78-86% das empresas adotam algum modelo híbrido em 2025.
Modelos comuns: 2 dias presenciais + 3 remotos (45% das empresas híbridas) ou variações.
Home office 100% remoto é restrito (13-14% das empresas, concentrado em TI).
Presencial total ainda é forte (33-46% das empresas).
Considerando que o trabalho remoto/híbrido é mais prevalente entre CLT (e menos em informais ou autônomos), estima-se que cerca de 5 a 7 milhões de trabalhadores CLT estejam em regime híbrido ou home office em 2025/2026 — representando aproximadamente 10-15% do total de celetistas (48-49 milhões). Isso é uma extrapolação conservadora baseada na PNAD (onde 7,9% dos ocupados totais são remotos/híbridos) ajustada para maior incidência em formais qualificados.

Home office integral (100% remoto): ~1-2 milhões de CLT (mais restrito).
Híbrido (parcial): a maior parte, impulsionada por políticas empresariais e preferências (70% dos profissionais preferem algum híbrido).
