Outro dia, caminhando para meu local de trabalho, ouvi um homem dizendo para seu amigo: “_Tô querendo ouvir boas notícias!”. Lembrei que essa necessidade pode ser suprida pela pregação, interpretação e aplicação coerente da Palavra de Deus. Parece que está sendo usada de forma precipitada e apaixonada por grupos religiosos dispostos em fileiras partidárias opostas.

Tenho a opinião que a crise que o Brasil se encontra foi uma política intencional para que o esgotamento das políticas públicas de subsídios e pedaladas fiscais absurdas fosse superado pelo embate político.

O Brasil está diante de um juízo divino? É bom lembrar que muitos movimentos de esquerda são essencialmente contra valores cristãos. O Brasil se encontra diante de um caminho errado. E só pessoas do bem podem recolocar o Brasil no seu lugar diante de Deus e demais povos. Em um momento de intercessão promovido na minha igreja, atentei para o seguinte texto do 2° capítulo do profeta Habacuque e o declarei como aplicável no caso brasileiro:

1 Sobre a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que falará a mim, e o que eu responderei quando eu for arguido.

2 Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.

3 Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.

4 Eis que a sua alma está orgulhosa, não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá.

5 Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá; que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos.

6 Não levantarão, pois, todos estes contra ele uma parábola e um provérbio sarcástico contra ele? E se dirá: Ai daquele que multiplica o que não é seu! (até quando? ) e daquele que carrega sobre si dívidas!

7 Porventura não se levantarão de repente os teus extorquiadores, e não despertarão os que te farão tremer, e não lhes servirás tu de despojo?

8 Porquanto despojaste a muitas nações, todos os demais povos te despojarão a ti, por causa do sangue dos homens, e da violência feita à terra, à cidade, e a todos os que nela habitam.

9 Ai daquele que, para a sua casa, ajunta cobiçosamente bens mal adquiridos, para pôr o seu ninho no alto, a fim de se livrar do poder do mal!

10 Vergonha maquinaste para a tua casa; destruindo tu a muitos povos, pecaste contra a tua alma.

11 Porque a pedra clamará da parede, e a trave lhe responderá do madeiramento.

12 Ai daquele que edifica a cidade com sangue, e que funda a cidade com iniqüidade!

13 Porventura não vem do Senhor dos Exércitos que os povos trabalhem pelo fogo e os homens se cansem em vão?

14 Porque a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar.

Para o sociólogo Carlos Pereira, o Brasil vive um momento ímpar, uma oportunidade histórica de definir seu futuro. Se será fundamentalmente ancorado na impessoalidade, na competência e na meritocracia; ou nos panos quentes, no acordo de elites políticas que se sentem ameaçadas diante de processos político-judiciais.

Essa é a grande bifurcação em que estamos. E a sociedade está sabendo o que quer. Felizmente, a Justiça e as instituições estão percebendo isso e estão fazendo seu papel.

Carlos destaca a vivacidade da democracia brasileira e a capacidade que as instituições têm demonstrado de lidar com conflitos dessa magnitude sob a ordem democrática e sem nenhum risco de quebrar regras do jogo.

Percebe-se hoje uma crescente intolerância à corrupção, que até pouco tempo estava em quarto lugar entre as preocupações dos brasileiros. A partir de 2013 ela vem alcançando patamares superiores e agora passou problemas como saúde e desemprego. Hoje é o principal tema.

Para além de preocupações legítimas de inclusão social e mesmo de estabilidade macroeconômica, o brasileiro hoje não compactua mais com saídas que possam compor com a manutenção de esquemas ilegais e desviantes.

https://i0.wp.com/www.diariodopoder.com.br/style/images/images/Dilma%20NYT.jpeg

Além da Crise política, sete em cada dez operações de crédito feitas no país em 2015 foram usadas para financiar o governo e as estatais. O Estado absorveu 72% das operações de dívida —que incluem empréstimos a pessoas físicas, empresas e o lançamento de títulos públicos e privados no mercado, segundo levantamento do economista Carlos Rocca, do Centro de Estudos do Instituto Ibmec.

Isso representa R$ 597 bilhões, de um total de R$ 829 bilhões que girou neste mercado apenas no ano passado. Foi o maior percentual de apropriação estatal do fluxo de dívidas da economia brasileira em dez anos. O estudo apresenta dados desde 2005.

Rocca atribui esse desequilíbrio ao elevado déficit no Orçamento, estimado em 10% do PIB. Endividado, o governo sugou recursos que deveriam irrigar o setor produtivo. “Quando o setor público disputa com o privado essa poupança, oferece juro mais alto em seus títulos, o que mata a demanda por crédito das empresas, que não conseguem acompanhar o aumento do custo do financiamento.”.

O Instituto Paracleto apoia a convocação de novas eleições. O momento seria oportuno para o TSE estabelecer novos critérios para uma reorganização partidária. Por exemplo, com um número mínimo de filiados e representações regionais autossustentáveis financeiramente. Com um número menor de partidos, poderíamos ter apenas verbas públicas para seu funcionamento e campanhas eleitorais menos marqueteiras.

Parece a solução mais digna para todos. Os movimentos populares deveriam abandonar a quadrilha que destruiu a Petrobras.
Pastores e líderes passando vergonha diante do compromisso com as elites de esquerda. Por outro lado, os demais líderes poderiam avaliar se a polarização pode ser uma armadilha contra o Brasil.
E deixa a Lava Jato trabalhar até derrubar a última potestade.

Claudia Coluci, em artigo na Folha de SP, comentou que o Brasil investigou 4.231 casos suspeitos de microcefalia, com 745 confirmações e 1.182 casos descartados. Dos 745 casos confirmados, 725 são do Nordeste. Apenas 20 estão em outras regiões do país.

É interessante observar também que, na região Nordeste, a taxa de confirmação de microcefalia em casos suspeitos dessa malformação é de 43,6%. Em todas as regiões do país, é de 5%.

A atual concentração de casos de microcefalia no Nordeste reforça a suspeita de alguns pesquisadores de que exista um outro fator, além do vírus da zika, relacionado a esse aumento de casos de malformação. Co-infecção com outros arbovírus? Falta de algum micronutriente nessas gestantes? Alguma questão ambiental?