O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) firmou uma parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio do Janeiro (Seap-RJ) e a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) para treinar e capacitar detentos. Eles trabalharão com o cultivo de peixes e o objetivo, segundo o ministro Marcelo Crivella, é criar uma alternativa de emprego, renda e reinclusão social dos presidiários.
As penitenciárias do Rio de Janeiro têm 33,5 mil presos. O cultivo de peixes ornamentais será a principal atividade dos presidiários, pela facilidade de manutenção em cativeiro, acrescentou o subsecretário.

Enquanto o país investe mais de R$ 40 mil por ano em cada preso em um presídio federal, gasta uma média de R$ 15 mil anualmente com cada aluno do ensino superior — cerca de um terço do valor gasto com os detentos. Nos presídios estaduais, a diferença de gasto é maior.

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