Recentemente, li o livro de K.P. Yohannan Revolution in World Missions, onde enfatiza: “… o problema do evangelho social, sempre que empreendido por organizações religiosas é que busca lutar basicamente uma guerra espiritual com armas da carne.” Ele sabe o que está falando.

Ele denuncia que “em poucos países a falha do humanismo cristão é mais visível que na Tailândia. Após 150 anos de atividades missionárias mostrando compaixão social, os cristãos representam apenas 2% da população.” Sobre a China, ele adverte que “quando permitimos que a atividade missionária focalize apenas necessidades físicas do homem sem o equilíbrio espiritual coerente, estaremos participando de um projeto que irá falhar.”

Yohannan lembra que 1/4 dos seres humanos sobrevivem com menos de U$ 1.00 por dia, a maioria deles na Ásia. A renda bruta média anual é de U$ 460.00. A média nos EUA é 77 vezes maior. Ele fundou a Gospel for Asia. Seu plano é sustentar 10 mil ou 10 milhões de missionários, os quais trabalharão em 10 estados supervisionados por um staff de 5 até 500 líderes.

Tenho alertado as igrejas para que a realização de missões focalize o “ganhar almas”. Somos atraídos para promover atividades de ação social, passando a dedicar todo o tempo nesta empreitada, realizando algumas atividades que são de competência do Estado. A motivação pode ser mais política do que evangelística. Yohannan demonstra que esta ação não deu certo na Ásia.

K.P. Yohannan (quinto a partir da esquerda) com uma equipe de Evangelismo na Operação Mobilização em 1971. Próximo a ele Está Greg Livingston, diretor internacional de Fronteiras.

K.P. e sua esposa, Gisela, ambos tinham 23 anos quando Deus os uniu para servi-lo com um propósito e um objetivo – viver para Ele e dar tudo o que tinham para alcançar os perdidos. Isto foi em 1974. Hoje eles jubilosamente continuam – para que esta geração possa vir a conhecer o Senhor Jesus Cristo.

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G/P
Jair