Segue um artigo do Verissimo, publicado no jornal O GLOBO. Interessante é que alguns intelectuais já começam a notar a gritante diferença entre conceitos culturais e religiosos que nos foram legados.

Na contramão, o Estado do RJ correu em promover o Candomblé ao status de patrimônio imaterial, o que o habilita a receber verbas do Ministério da Cultura. É possível que vejamos nossos impostos ser utilizados para recuperar terreiros e imagens de culto afro-brasileiro de modo semelhante ao que acontece com as obras faraônicas em igrejas católicas que servem apenas como roteiro turístico.

A comparação da história bíblica em comparação com a mitologia grega é humilhante. Assim fez, Jesus quando expôs os anjos decaídos quando ressuscitou. Muitos estudiosos identificam similaridades entre as mitologias grega, babilônica, egípcia, cananita, hindu e das religiões afro-animistas. Isto é, só mudaram de nomes mas os personagens são os mesmos. Os objetivos são os mesmos: matar, roubar e destruir.

Em um Estado democrático, nenhuma religião deve desfrutar de patrocínio público. Seus adeptos devem receber proteção e liberdade para manter por sua própria expensa, sem patrocínio estatal, seus lugares de culto.

 #paracleto
#Família
G/P
Jair

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