Atualmente, vemos muitos livros que abordam a prática da fé no ambiente do trabalho. Somente o livro de James Hunter, O Monge e o executivo, alcançou a marca de 2,5 milhões de exemplares vendidos, enquanto que há 10 anos uma obra de sucesso chegava a apenas 80.000 cópias.
E a definição de fé é acreditar naquilo que não se pode ver. O fundador da Master Mind, Napoleon Hill, percebeu que “líderes com pensamento de mestres religiosos têm uma capacidade intensa de visualizar o que os outros não conseguem. Por isso colhem resultados diferentes e superiores.”
Márcia Resende, psicóloga, explica que “o exemplo é o melhor testemunho em liderança espiritual. A ética é outro pilar desta liderança. Estabelecendo um paralelo com a empresa, a religião faz com que as pessoas encontrem um objetivo em comum.”
Para Jamil Albuquerque, da Master Mind, o mercado vive uma fase de espiritualidade corporativa. Diz ele: “Essa é a grande lição que os líderes religiosos passam. Todos eles sempre acreditam em seus dogmas e isso é o que mobiliza seus seguidores”.
Um estudo realizado pela OIT (Vida Executiva – Jul07) foi apurado que as relações no trabalho iam de mal a pior, com casos de assédio sexual e moral, agessões físicas e ofensas por gerentes chegando a custar 3,5% do PIB mundial devido a licenças e doenças associadas, faltas e baixa produtividade.

O assunto é antigo. Na HRM Magazine de dezembro/1998), um artigo destaca a importância das Empresas em facilitar o exercício e práticas religiosas em seu ambiente. Uma pesquisa de 1997, com 750 gerentes de RH mostrava que 68% ofereciam flexibilidade para observância religiosa de seus empregados. O artigo alertava para o crescimento da religiosidade mas também da discriminação no local de trabalho com aumento de 43% de ocorrências relatadas desde 1990.

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G/P
Jair