A Newsweek, de 11 de janeiro, publicou pesquisa que revela que 7% dos norte-americanos atendem a cultos nos lares regularmente. Para David Kinnaman, presidente do Barna Research group, “muitos cristãos estão desapontados com os modelos de igreja consumidores … igreja no lar, igreja orgânica são novas expressões do cristianismo hippie”. No total, um em cada cinco adultos freqüenta um igreja que se reúne em casa, pelo menos uma vez por mês. A pesquisa demonstrou que quem atende uma igreja no lar, 27% o fazem todas as semanas e 43% atendem apenas uma vez por mês.
Barna comenta: “analistas concordam que se um novo processo ou instituição alcança 15% de penetração de mercado e evidencia crescimento por 6 anos pode-se dizer que há uma tendência.”

Sobre este assunto, tenho advertido os leitores que o tempo das igrejas dos EUA e Europa é diferente das demais regiões do mundo. A igreja no Brasil ainda está em crescimento. As que não estão é porque não querem ou não conseguem crescer. Muitos pastores estão satisfeitos com o tamanho de suas paróquias. Porém, a maneira mais bíblica e efetiva de evangelismo é plantar “novas igrejas”.

Com um assunto relacionado à este, a revista TIME, publicada na mesma data, mostra o esforço do pr. Bill Hybels em estimular um mix racial em sua mega-igreja de 23.400 membros. Pesquisas demonstram que em 2007, menos de 8% das igrejas norte-americanas experimentavam um mix racial significante. Pesquisas corroboram, revelando que igrejas com participação de 20% de minorias diminuiu 7,5% nos últimos 9 anos. Porém, nas igrejas com mais de 1.000 membros, a miscigenação quadruplicou de 6% em 1998 para 25% em 2007.
A reportagem cita uma famosa frase do pr. Martin Luther King Jr. : “As 11 horas da manhã do domingo era a hora de maior segregação na semana”.
A maior igreja nos EUA, Lakewood Community Church em Houston, é um exemplo de variedade de raças: negros, hispânicos, asiáticos e brancos convivem sob o pastorado de Joel Osteen. A igreja Willow Creek, do pr. Hybels as minorias somam apenas 20%: 6% de hispânicos, 4% de asiáticos, 2% de negros e 8% de outras etnias. Ela possui uma rede de 12.000 congregações.
Alguns defendem que a miscigenação das igrejas nos EUA é inevitável. A projeção do Census Bureau é que em 2050 os EUA não possuirão maioria racial.

O problema racial no Brasil é superado pelo social. Mais uma vez, é preciso focalizar na causa básica. Igrejas médias situadas em regiões de violência e empobrecimento têm enfretado dificuldades para crescer.

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G/P
Jair