Mateus registra no capítulo 18: 15-20, o seguinte texto:
15 Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.

Jesus usa pela primeira vez a palavra igreja, para referir-se à reunião dos seus discípulos. Assim como os Evangelhos, a Bíblia inteira não esconde os conflitos que os grandes homens de Deus viveram. Alguns conflitos eles enfrentaram pois eram inevitáveis para a realização dos propósitos de Deus. Outros conflitos surgiram a partir de pecados ou diferenças de interpretações.

Neste mês, recebi instrução do rev. Antonio Carlos Barro, no meu curso MBA em Administração cristã, sobre resolução e mediação de conflitos. Levantamos diversas situações que ocorrem conflitos na vida pessoal e familiar. O local de trabalho e a igreja também são locais de possíveis conflitos.

O texto citado de Mateus 18 mostra a importância de observarmos na igreja, um padrão de comportamento. Ocorre porém que tem gente que gosta de pular etapas, especialmente na igreja. Não dá pra acreditar em alguém que se queixa de um irmão na frente de um grupo, sem tê-lo procurado antes e conversado pessoalmente. Isso é ABC em qualquer relacionamento pessoal. Uma igreja equilibrada orienta seus membros a buscar a comunhão através de perdão e reconciliação.

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