Patrick Johnstone, autor de A igreja é maior que você pensa, identifica que a ação evangelizadora da igreja do 1º século funcionou em parceria entre igrejas locais e equipes apostólicas. O círculo de cor preta representa a missão de Deus. No séc. XVI, a missão evangelizadora passou a ser desenvolvida pelas ordens monásticas da igreja católica romana centralizada no poder papal.

Em sua teologia, o Protestantismo iniciou com pouca ênfase em missões. Lutero defendia que a tarefa de pregar o evangelho ao mundo deveria ser aplicada apenas aos apóstolos originais. Alguns ultra-calvinistas entendiam missões como uma atividade questionável como sendo uma interferência na predestinação das almas.

Ralph Winter destaca que “… O ano 1800 marca o despertar dos protestantes após dois séculos e meio de inatividade, devido à um sono teológico, para promoção missionária ao redor do mundo.”

Johnstone destaca que “Agências missionárias dinâmicas e visionárias com uma agenda limpa têm se frustrado pela falta de visão e paroquialismo das igrejas. Elas se desmotivam por não haver mais suporte na implantação de sua visão para a evangelização mundial. Portanto tem havido muitas ações independentes isoladas no Corpo de Cristo mais amplo.”

Ele conclui que os líderes de igrejas estão tristes com a multiplicidade de agências competindo pelo interesse e sustento de suas congregações. Estas insistências são vistas como um roubo dos melhores membros e da escassa parte das finanças de igrejas locais. Muito freqüentemente eles são exortados à generosidade ainda que aqueles que recebem não esperem responsabilidade por parte dos doadores. Os membros da para-eclésia são vistos como predatórios, que apenas ‘usam’ as igrejas como recurso para seus próprios objetivos, que não são necessariamente a Grande Comissão em primeiro lugar. Temos ao lado, uma vista das estruturas a partir da perspectiva onde igrejas locais estão sendo usadas, e até mesmo abusadas, por outras.

Relação com Agências missionárias e Mídia

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