Uma semana após antecipar a decisão da Suprema Corte dos EUA sobre o casamento gay, a revista TIME coloca em sua reportagem de capa matéria sobre o crescimento dos evangélicos hispânicos na América.

De acordo com uma pesquisa recente da Pew Forum on Religion and Public Life, cerca de 62 por cento dos 52 milhões de latinos nos Estados Unidos são católicos. Stengel, entretanto, prevê que os evangélicos sejam metade dessa população em 2050.

Após visitar algumas igrejas hispânicas na região de Washington D.C., Elizabeth Dias disse que encontrou sinais de uma reforma latina. “Ambas as igrejas [que eu visitei] estavam dobrando de tamanho a cada poucos anos.”

E assim como essas igrejas, Dias aponta, outras tantas crescem por todo o país. Uma megaigreja em Chicago de 17.000 atendentes é a maior Assembleia de Deus do país e é dirigida por um pastor latino, Wilfredo De Jesús.

Tal crescimento de latinos evangélicos está influenciando também temas como a reforma imigratória, além de outras questões políticas. A população latina em geral se tornou chave nas últimas eleições presidenciais devido ao seu poder de voto em diversos estados.

A ascensão dos evangélicos latinos cada vez mais se torna um desafio, tanto para a Igreja Católica Romana quanto para a Convenção Batista do Sul (SBC), a maior denominação evangélica dos EUA. Richard Land, ex-presidente da Comissão de Ética da SBC e da Comissão da Liberdade Religiosa, desafiou os pastores batistas há quatro anos a investir na evangelização dos latinos. Ele estima que 40% dos Batistas do Sul são imigrantes em situação irregular no país. Rick Warren, pastor da Igreja Saddleback, na Califórnia, admite ”O maior crescimento de todos ocorre nas igrejas pentecostais”, disse. ”É uma história que não pode ser mais ignorada”.

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The story of both churches repeats itself across America and is our cover story this week (available to subscribers here).  Latino evangelicals are one of the fastest growing segments of America’s churchgoing millions. According to the Pew Forum on Religion and Public Life, more than two-thirds of the 52-million-plus Latinos in the US are Catholic; by 2030, that percentage could be closer to half, and many are joining evangelical Protestant ranks. It is difficult to track the numbers of the groundswell of these new Protestants. They often meet in storefronts or living rooms, and language barriers complicate the census process.

But there are also rising evangelical Latino megachurches. I met Pastor Wilfredo De Jesús, who leads the 17,000-strong New Life Covenant Church in Chicago. In 2000, just 100 people attended, and all were Spanish-speakers. Now it is the largest Assemblies of God church in the nation. The church has four campuses and nine of its 11 services are in English. Like the churches in Maryland, New Life is charismatic, but it has crossed the great divide into the American mainstream.

The rise of the Latino Protestants—the evangélicos, as they are called—is a challenge for both the Roman Catholic Church and the Southern Baptist Convention, the largest evangelical denomination in the US. Richard Land, former president of the SBC’s Ethics and Religious Liberty Commission, challenged his pastors four years ago to ignore the Latino reformation at their peril. “Because if you left [Washington, DC], and drove all the way to LA, and you took the southern route, there wouldn’t be one town you’d pass that doesn’t have a Baptist church with an iglesia bautista attached to it.” Land estimates that 40 percent of Latino Southern Baptists are undocumented, and that is something his brethren cannot ignore. “They came here to work, we’re evangelistic, we shared the gospel with them, they became Baptist.”

Rick Warren, pastor of Saddleback church in California and of Purpose Driven Life fame, put the Latino church growth best. “The greatest growth of all is coming in the Pentecostal or charismatic churches,” he said. “It is the untold story.”

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