Mo meu livro Missão da Igreja: dimensões e efeitos, alertei para a expansão de doutrinas espiritualistas entre os integrantes da maçonaria. Além disso, esta heresia acomoda bem qualquer prática liberal como homossexualismo, a opção sem culpa pelo aborto e ecumenismo. Fato notável é a presença recorrente de espíritas em grandes empresas e esportes de alto nível. Não me refiro ao estreito contato com a Mídia pois sua doutrina não gera exigências de disciplina e confronto com o pecado. Mas uma das peguntas chave que entrevistadores fazem aos famosos é “Você tem fez algo que venha se arrepender?”. A resposta orientada e esperada pelo público é “não”. A culpa pode levar ao arrependimento se encontrar com a Graça do Senhor Jesus.

A propósito, a TV Globo revela seu esforço de difundir a doutrina espírita de modo explícito através da novela Amor Eterno Amor.

Em 2009, na revista Petrobras,  foi apresentado o seguinte gráfico, do Censo para a Diversidade Petrobras:

  • 1/3 dos empregados da PB não têm religião ou são agnósticos.
  • Pouco mais de 10% dos empregados eram evangélicos. É muito pouco devido à grande entrada de novos empregados. É bom lembrar que até 1992, não haviam concursos externos com as regras de hoje. Perceba que a entrada na Petrobras, ao longo dos anos, de alguma forma, privilegiou bastante os adeptos das religiões espíritas que não possuem esses números compatíveis com os Censos do IBGE sobre população brasileira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Instituto DataFolha pesquisou  o perfil dos atletas represntantes do Brasil nas Olimpíadas de 2012. Mais uma vez, a participação de espíritas é notável em relação ao conjunto da população brasileira.

Isto parece reforçar minha hipótese que a maior renda dos espíritas evidenciada nas pesquisas Pnad, realizadas pelo IBGE, não é causa e sim consequência.

A postura cultural da heresia espírita promove uma assimilação privilegiada de seus adeptos em círculos de poder. Então, os espíritas desfrutavam de maior influência na ascensão profissional. Isto era evidente na força dos centros espíritas na Velha República, passando pelo apoio à Getúlio Vargas e chegando até Juscelino Kubistchek. Porém, esse quadro mudou com maior velocidade após a Ditadura militar.

Quanto mais decadente está uma religião, mais ela vai requerer ajuda estatal. Pode chegar ao ponto de se misturar de tal maneira que não haja distinção de ações e liberdade de opinião.

De fato, quanto maior a liberdade de expressão e autonomia em relação ao Estado, maior a capacidade de transformação que as igrejas evangélicas exercem. A fé cristã está cada vez mais forte, contrariando quem a julgava ultrapassada. Os valores bíblicos estão sendo aplicados no meio empresarial carente de mudanças morais e estruturais. Precisamos permitir que a fé cristã apareça na área corporativa e exerça sua influência plena nas Instituições brasileiras.

Parece que ainda existe um filtro na Sociedade Brasileira que impede a ascenção de evangélicos à posições de poder e influência. Talvez pela mudanças que eles podem promover. Mas estamos aqui para abrir um novo caminho para a próxima geração. Esta é a verdadeira luta espiritual e moral que acontece em nosso cotidiano.

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