Deus trabalha com a medida de iniquidade das cidades. O Antigo Testamento está repleto de exemplos, tais como Sodoma e Gomorra, Tiro, Sidon, Gaza, Nínive, entre outras cidades.

Cresce uma doutrina de estatizar o carnaval, afim de evitar a entrada de lavagem de dinheiro do tráfico, o que é inócuo enquanto a LIESA impedir outros organizadores como acontece no RJ. Outra doutrina é aculturar o carnaval. Mas o carnaval é irremissível. O samba é diferente do carnaval. Samba é cultura, carnaval não. Foi uma festa importada para uso político, fortalecida na Era Vargas.

A única solução é reconstruir a festa sobre outras bases: o louvor e adoração ao Criador. O samba atrai outras nações. Os estrangeiros viriam para o Brasil para aprender a adorar o Senhor Jesus e receber milagres em suas vidas.

Após anos de intercessão da igreja do Senhor Jesus, a cidade viu, estarrecida, a Sua Mão em alguns eventos destruidores. No Rio de Janeiro, as Escolas de Samba União da Ilha, Portela e Grande Rio tinham os enredos mais místicos dentre todos.

Em São Paulo, lemos uma artigo do apóstolo Paulo de Tarso alertando a comunidade judaica de participar do desfile pela Escola Pérola Negra, alagada no último temporal.