O GLOBO – O delegado da 14ª DP (Leblon) está no Forte de Copacabana, desde a manhã desta quinta-feira, para ouvir o oficial de dia que estava de plantão no domingo, durante a realização da Parada a Gay, em Copacabana. Além de pegar o depoimento, ele quer ter acesso a fotos dos militares que estavam de serviço no local. O material vai ser usado no reconhecimento do homem que baleou o estudante de 19 anos, no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, após o evento. O rapaz, que foi atingido na barriga, está na delegacia com a mãe e mais quatro amigos. Eles chegaram por volta das 13h30m e entraram pelos fundos do prédio. O grupo aguarda a chegada do delegado. Mais cedo, o rapaz esteve no Hospital Miguel Couto para fazer curativo no ferimento.

O estudante baleado no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, depois da Parada Gay, realizada domingo, está na 14ª DP (Leblon) com a mãe e mais quatro amigos. Eles chegaram por volta das 13h30m e entraram pelos fundos do prédio. O grupo aguarda a chegada do delegado, que está no Forte de Copacabana para ouvir o oficial de dia que estava de plantão no domingo, durante a realização do evento. Além de pegar o depoimento, ele quer ter acesso a fotos dos militares que estavam de serviço no local. O material vai ser usado no reconhecimento do homem que baleou na barriga o jovem, de 19 anos. Mais cedo, o rapaz esteve hoje no Hospital Miguel Couto para trocar o curativo do ferimento.

Você sabe que o tema da Passeata Gay foi a aprovação do projeto de lei PLC-122 que está no Senado. Não ficaria admirado se o disparo foi motivado para provocar a Mídia, em favor da lei visto que o novo Senado estará nas mãos do Governo. Chamo isso de fogo inimigo. Quem faz isso não tem ódio de homossexuais, mas sim dos crentes conservadores. Ore para que a verdade seja revelada!

Já foi revelada: no mesmo domingo em São Paulo, um bando de pirralhos agrediu um grupo de rapazes. A alegação coincidente foi motivação homofóbica. Ocorre que já descobriram que a gangue fez outras agressões e assaltos. Isso não é homofobia. Isso se chama drogas e seus efeitos. Daí a proteção às famílias dos menores infratores.