Em junho, na coluna do Ancelmo Góis, saiu a mensagem abaixo sobre o estado da igreja positivista na cidade do Rio de Janeiro. Pois em 19 de agosto revelou-se que em ABRIL foram furtadas várias peças do imóvel entre as quais o desenho da bandeira brasileira, instituída 4 dias após a proclamação da República. Apenas em 1968 foram incluídas mais estrelas devido ao aumento do número de estados.

Tombada pelo Patrimônio estadual mas não pelo IPHAN, aumenta-se a pressão por obras “emergenciais” (sem licitação) para gastar dinheiro público naquilo que é privado, de uma associação.

Intrigante é a história do positivismo no Brasil e seus reflexos no início da República. Os brasileiros sempre sofreram forte influência dos filósofos franceses, o que não parece ter sido benéfico para a construção da nação.

Em 1876 foi  fundada  a  Sociedade  Positivista,  no  Rio  de  Janeiro,  tendo  seu prosseguimento  depois  como  Igreja Positivista  do  Brasil. Segundo Arnold Doberstein, no artigo A Porto Alegre Positivista, de  1880  a  1930,  por meio século,  a  doutrina  positivista  foi  um pensamento  hegemônico  na  vida  política  do Rio Grande  do Sul.

A corrente ortodoxa  teve como principais representantes a Miguel Lemos (1854-1917) e Teixeira Mendes (1855-1927), que em 1881 fundaram a Igreja Positivista Brasileira com o propósito de fomentar o culto da “Religião da Humanidade” proposta por Augusto Comte (1798-1857) no seu Catecismo positivista. A corrente militar positivista teve como principal representante Benjamin Constant Botelho de Magalhães (1836-1891), professor da Academia Militar e um dos chefes do movimento castrense que derrubou a Monarquia em 1889.

Segundo Miguel Lemos, membro da Igreja Positivista do Brasil, essa fórmula era redigida de maneira diversa e sendo ainda hoje citada de maneira indevida: “O Amor por princípio, a ordem por base e o Progresso por fim”. O próprio Comte modificou a frase, ligando o segundo termo ao primeiro pela conjunção e separando o terceiro por ponto e vírgula.

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G/P
Jair