De acordo com uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o gasto médio de um turista estrangeiro de eventos no Brasil é de US$ 314.70 por dia, bem acima da média dos visitantes que vêm a negócios (US$ 165.14) ou a lazer (US$ 73.53).
Apenas em 2008, a cidade de São Paulo recebeu 11 milhões de visitantes, dentre os quais 1,7 milhões de estrangeiros. A cidade promove cerca de 90 mil eventos por ano. Calcula-se que ocorre um evento a cada 6 minutos, entre feiras e congressos.
O Rio de Janeiro precisa melhorar a qualidade e quantidade de eventos. Infelizmente, o perfil do turista que vem ao Rio de Janeiro não é para negócios. Festas como Reveillon e carnaval reforçam a idéia de local específico para encontros sexuais. Não foi à toa que Robin Williams espetou com este argumento, a escolha do Rio para sediar as Olimpíadas de 2016.
Reforçar os atuais eventos é uma falácia diante da incompetência dos governantes de montar um calendário de eventos voltado para negócios, geralmente sustentado na área de petróleo e gás.
Em São Paulo, são gerados cerca de 120 mil empregos na área de eventos, com 420 hóteis, 80 shoppings e mais 12 mil restaurantes. A frota de helicópteros com amis de 500 aeronaves, só perde para a de Nova Iorque.
O lucro temporário do comércio legal e ambulante é usado para reforçar o carnaval no Rio. Mas observe o perfil do turista que anda no Centro do Rio. A maioria é de outros estados ou estrangeiro classe baixa. Além disso, qualquer pesquisa séria demonstrará que o a maioria dos brasileiros não gosta do carnaval por causa de suas consequências. A maioria foge ou se esconde para ‘descansar’.
A propósito, faz muito tempo que o carnaval no Brasil não é auto-sustentável. Em décadas passadas, os bicheiros eram os patronos das Agremiações. Houve tempo que o folião pagava sua fantasia. Mais recente, veio o tempo dos enredos temáticos com alas inteiras de componentes estrangeiros. Agora, as empresas estatais se revezam no patrocínio, de causa extorsiva e finalidade política.

Chegará o tempo em que fará uma festa diferente. As nações virão ao Rio de Janeiro para celebrar o Senhor Jesus. Os apóstolos passarão no meio do povo e as enfermidades serão curadas. Os profetas ajudarão a governar a cidade e haverá paz verdadeira nos morros da cidade.

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G/P
Jair