A crise do ano passado assustou muita gente no mundo todo. Ouvi dizer que cerca de 10 milhões de casas serão leiloadas nos EUA devido às falências de muitas famílias. Porém o que mais me impressionou foi a desvalorização do dinheiro em circulação. A crise econômica mundial já custou aos governos mais de US$ 10 trilhões, segundo informações do Fundo Monetário Internacional (FMI). Bem, agora tornou-se possível qualquer ação econômica coordenada a nível mundial.

O Japão registra pior índice de desemprego em 6 anos. O desemprego na zona do euro é o maior em 10 anos. Pelas estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), há hoje no mundo entre 20 e 30 milhões de imigrantes ilegais, o que representa de 10% a 15% do total de imigrantes no mundo. O governo americano estima em 11 milhões o número total de imigrantes ilegais.

imigração EUA

A crise pulverizou dinheiro virtual, forçando a queda de empregos nos EUA, Europa e Japão com o principal objetivo de forçar o refluxo de imigrantes. A islamização da Europa já era uma antiga preocupação da UE, bem como a latinização dos EUA.

A fome afeta atualmente 1,02 bilhão de pessoas, quase um sexto da população mundial, segundo um relatório da FAO (ONU), e não aparece dinheiro para resolvê-la.  Parece que a pergunta é: qual crise merece ser resolvida? A resposta dos governantes e seus assessores e consultores parece firme: salvar o sistema financeiro. A fome, para eles, pode ser uma ferramenta para orientar as migrações.

Há dinheiro para financiar a prevenção da AIDS na África? Há dinheiro para livrar a América Andina da coca? Há dinheiro para orientar o povoamento da Ásia? Há dinheiro para o Haiti, Cuba, Sri Lanka, Guiné, Botsuana, Sudão, Etiópia. Há dinheiro para os palestinos, curdos e outras etnias? Não, para eles não há o bastante.

Como defendi num Post anterior, liberem os profetas como José e Daniel do cárcere e o dinheiro vai fluir sobre estes povos e nações.
#paracleto
#Dinheiro e coração

G/P
Jair