As enchentes que atingiram algumas áreas do Paquistão no ano passado foram consideradas as piores cheias em mais de oito décadas no país de 180 milhões de habitantes. O primeiro-ministro do Paquistão, Yusuf Raza Gilani, afirmou que 20 milhões de pessoas foram afetadas pelas enchentes que castigam o país durante semanas.
Por causa da alta das águas, milhões de aranhas procuraram locais mais altos como abrigo. Devido à escala das enchentes e ao fato de que o nível da água levou muitos meses para baixar, diversas árvores ficaram completamente envoltas em teias de aranha. A população desta parte da província de Sindh nunca havia visto este fenômeno antes, segundo relatos feitos ao Departamento para o Desenvolvimento Internacional do governo britânico. Os moradores das regiões atingidas também afirmam que há menos mosquitos que o esperado. Acredita-se que os mosquitos tenham ficado presos nas teias, reduzindo o risco de malária, algo que seria positivo para a população local, que enfrentou tantas dificuldades após as enchentes.
Além das aranhas, outra possível movimentação foi a do terrorista Bin Laden. O paquistanês Sohaib Athar, 33, narrou em tempo real, via Twitter, o ataque direcionado a alguns quilômetros de sua casa, embora não soubesse o que de fato estava acontecendo. Por volta das 17h de domingo, no horário de Brasília, ele disse na rede que um helicóptero sobrevoava a região, algo raro, segundo ele. Depois, descreveu “uma explosão capaz de sacudir janelas” e escreveu: “espero que isso não seja o começo de algo desagradável”.

