Usando o termo que o jornal holandês referiu-se aos jogadores da seleção brasileira derrotada pela Holanda nas quartas-de-final, faço as seguintes reflexões a respeito dos passos requeridos para uma seleção desportiva glorificar a Deus:
1. Nas adversidades podemos buscar a Deus. Desde criança, o brasileiro é ensinado a rezar e buscar ajuda divina em seus confrontos.
2. No transcorrer do jogo, precisamos de equilíbrio para chegarmos à vitória. Por vezes, queremos fazer ‘ligação direta’ para nossos objetivos sem demonstrar maturidade e controle.
3. Sorte é estar preparado quando a oportunidade chega. O brasileiro não consegue se libertar da superstição e se assombra quando o vento sopra forte contra. O individualismo é esperado e idolatrado. Quem joga para o time, pouco é lembrado.
4. Nas vitórias, devemos agradecer a Deus.
5. Nas derrotas, devemos reconhecer nossos limites, erros e a Soberania de Deus. Afinal, um “brahmeiro” nem pensa em derrota e, muito menos, não sabe o que fazer com ela.
A seleção brasileira aprendeu os passos 1 e 4. Mas os passos 2 e 3 são o meio importante para a vitória. E faltaram à Seleção brasileira. Porém, é na derrota que se reconhece a reação de um verdadeiro discípulo. E a seleção perdeu oportunidade de orar na derrota, tal como fez na Copa das confederações.
Se os africanos entram cantando, os brasileiros saem louvando na vitória. Poderiam ensinar as nações a louvar a Deus na derrota.
#paracleto
#Missões no Mundo
G/P
Jair

