Merlin Carothers, em LOUVOR QUE LIBERTA, livro lançado pela ed. Betânia nos anos 80, destacou a experiência carismática do capelão do exército dos EUA que esteve na guerra do Vietnam. Uma fórmula que sempre vendeu bem nos EUA: guerra e religião. Parecia que naqueles anos, era o melhor que poderíamos receber.

João A. de Souza Filho, no livro O MINISTÉRIO DE LOUVOR DA IGREJA, propôs mudanças na forma de culto que pareciam dirigir-se apenas para o pecador:

1. os cultos têm de ser curtos para não cansar os irmãos;
2. os cânticos apelam ao testemunho, libertação ou decisão, sendo raros os de louvor e exaltação a Deus;

Ele denunciou que os hinários sacros estavam cheios de melodias populares. Comentando sobre o corinho ‘Caminhando vou para Canaã’, ele fala sobre a última estrofe: “… Se você não vai, não me impeça eu ir, é bastante irreverente. Imaginem um culto com os membros cantando essa frase uns para os outros!

Gilson Santos, no artigo do Salmo 5 ao Atos 2, reconheceu que a partir da década de 80, os cânticos doxológicos predominaram graças à divulgação da mídia e o crescimento dos carismáticos no Brasil.  Para ele, “os anos 90 chegaram e acentuaram uma tendênci amais intimista…”.

Ele lembra que os salmos foram cantados pelos ancestrais protestantes e devem ser resgatados. O primeiro saltério foi impresso em 1565 por encomenda de Calvino. No primeiro culto protestante, no Rio de Janeio, em 21 de março de 1557, o salmo 5 foi cantado em uníssono por todos os presentes.

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G/P
Jair