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Desenvolvimento de pesquisas em igrejas e na sociedade.

Instituto Paracleto: Percepção do carioca sobre desastres climáticos

Publicação do Instituto Paracleto. Autor: Jadir Walter P. Ribeiro Graduado em Estatística pela ENCE/IBGE. Clique na link abaixo para acessar o documento em pdf. Esta pesquisa foi publicada em 3 postagens anteriores neste Blog.

PESQUISA – A PERCEPÇÃO DO CIDADÃO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SOBRE ACIDENTES CLIMÁTICOS PESQUISA - A PERCEPÇÃO DO CIDADÃO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SOBRE ACIDENTES CLIMÁTICOS

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Blog Paracleto alcançou pessoas de 100 países. São 35 mil acessos em um ano.

O Blog Paracleto alcançou pessoas de 100 países. São 35 mil acessos em um ano. A propósito, cerca de 20% das postagens receberam comentários. Contamos com seu compartilhamento para alcançarmos pessoas em países que estão sob opressão de regimes ditatoriais ou religiosos ultra-ortodoxos.

Queremos publicar nossas pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Paracleto. Buscamos selecionar as informações e pesquisas relevantes para aqueles que tem fome e sede de justiça. Por isso, não é um Blog religioso. Na barra lateral você pode encontrar as postagens classificadas em diversas Categorias.

Sonhamos ampliar nossas atividades para assessorar projetos de capacitação de jovens e adolescentes. Além disso, planejamos atuar em projetos missionários, sociais e ambientais que necessitam de organização e controle.

Paracleto 100 países

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Pesquisa sobre desastres climáticos, pelo Instituto Paracleto – parte III

Esta é a terceira postagem sobre a pesquisa sobre a percepção do carioca a respeito de desastres climáticos. Os problemas que a cidade do Rio de Janeiro enfrenta diante de desastres climáticos são compartilhados por outras cidades do Brasil.

A Revista Bio de Jan/Mar 2012, trouxe um artigo de Francisco Noel no qual relata o trabalho desenvolvido pelos cientistas do CCST, Núcleo de População (Nepo) da Unicamp, IPT, USP e Unesp que mapearam 407 áreas de risco na cidade São Paulo e advertiu que o número de dias com temporais e a expansão da região metropolitana, que deverá dobrar de tamanho em 2030, potencializam as probabilidades de inundações e deslizamentos, ameaçando sobretudo áreas pobres. Somente na capital, 2,7 milhões (30%) dos 11 milhões de habitantes vivem em favelas e outras ocupações precárias.

pesquisa - desastres climáticos5

Na cidade do Rio de Janeiro, as zonas norte e oeste indicaram uma concentração maior de acidentes climáticos com consequências danosas ao carioca.Perceba que mais da metade das ocorrências com acidentes climáticos, ocorreram nessas regiões.

Esse indicador revela que a zona sul recebeu obras de prevenção mais eficientes e suficientes do que os bairros mais populosos e mais pobres da cidade do Rio de Janeiro nos últimos anos.

Apesar de a Prefeitura da cidade de São Paulo ter realizado investimentos de R$ 38 milhões, em 2011, para remover famílias e concluir obras de redução do risco, apenas 15% da população que vivia em áreas problemáticas saiu dessa situação. Em 2011, 115 mil pessoas viviam em áreas sob alto risco de tragédia em razão de chuvas fortes.

“A situação ainda é bastante precária, mas o fato de a população em áreas de risco estar diminuindo é relevante”, afirma Renato Cymbalista, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Segundo ele, nas décadas de 1980 e 1990, o número [de moradores de áreas de risco na capital] só aumentava. Antes do mapeamento divulgado no ano passado, o último levantamento confiável da situação de áreas críticas  a capital era de 2003.

pesquisa - desastres climáticos6

Como na cidade existem cerca de 1.600 favelas e nem metade chegou a ser completamente esmiuçada pelo estudo do IPT, o problema pode se arrastar por várias décadas, segundo os técnicos. “Nós avaliamos as áreas realmente mais problemáticas”, afirma Luciana Santos, geóloga da prefeitura e conhecedora das áreas de risco. “Não devemos ter surpresas em locais não estudados.”

Terada, citando Alcántara-Ayala (2002), sustenta que a ocorrência dos desastres naturais está ligada não somente à susceptibilidade dos mesmos, devido às características geoambientais, mas também à vulnerabilidade do sistema social sob impacto, isto é, o sistema econômico-social-politico-cultural. Normalmente os países em desenvolvimento não possuem boa infra-estrutura, sofrendo muito mais com os desastres do que os países desenvolvidos, principalmente quando relacionado com o número de vítimas. A BBC BRASIL (2003) relata que o Brasil é o país do continente americano com o maior número de pessoas afetadas por desastres naturais.

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Pesquisa sobre desastres climáticos, pelo Instituto Paracleto – parte II

Esta postagem dá sequência a divulgação dos resultados da pesquisa desenvolvida pelo Instituto Paracleto sobre os efeitos das acidentes climáticos na vida do cidadão da cidade do Rio de Janeiro. A maioria das cidades brasileiras não se previne contra desastres naturais e catástrofes ambientais. Dos 5.565 municípios do País, 6,2% contam com um plano de redução de riscos ou com programas e ações preventivos de gerenciamento de riscos de deslizamento e recuperação ambiental, segundo a Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2011, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Esta é a primeira vez que um levantamento do tipo é feito pelo instituto no País. O levantamento aponta que apenas 344 cidades abordam preventivamente as eventuais e possíveis tragédias, como as que ocorreram no Morro do Bumba, no Rio de Janeiro em 2010. Em contrapartida, 564 municípios estão elaborando alguma política nesta área.

pesquisa - desastres climáticos3A maior incidência desses planos está nas cidades com mais de 500 mil habitantes. Dessas, 52,6% já possuem estratégias, e 21% estão estudando como realizar a prevenção de riscos. As principais atitudes demonstradas para contornar esse tipo de problema são a drenagem urbana e construção de redes e galerias de águas pluviais. Embora com menos destaque, obras de construção de muro de proteção e dique, desassoreamento e remoção de moradias de áreas de risco também foram levadas em conta.

Em nossa pesquisa, realizada no verão de 2012, metade dos acidentes climáticos relatados foram quanto a deslizamento de encostas. A seguir, danos com enchentes como se vê no gráfico ao lado.

Embora sejam obras com pouco atração eleitoral, se mostram como necessárias para uma vida urbana de qualidade.

De 2000 a 2011, o Ministério da Integração aplicou RS 7,3 bilhões em “Respostas aos Desastres e Reconstrução” e apenas RS 697,8 milhões em “Prevenção e Preparação para Desastres”. No ano passado, da mesma forma, foram gastos quase sete vezes mais em “resposta” às catástrofes do que em medidas que poderiam minimizar os seus efeitos. Além disso, nos últimos 12 anos, de cada R$ 5,00 do Orçamento da União para evitar calamidades naturais, somente R$ 1,22 foi efetivamente investido.

Do total de R$ 4,4 bilhões previstos, apenas R$ 2 bilhões (44%) foram comprometidos e somente R$ 1,3 bilhão (30%) foi efetivamente pago, incluindo os restos a pagar de anos anteriores. Os recursos representam a soma dos programas “Prevenção e Preparação para Desastres”, “Respostas aos Desastres e Reconstrução” e o “Gestão de Risco e Resposta a Desastres”.

pesquisa desastres climáticos7Escorregamentos são movimentos rápidos, de porções de terrenos (solos e rochas), com volumes definidos, deslocando-se sob ação da gravidade, para baixo e para fora do talude ou da vertente.

Lídia Keiko Tominaga, em artigo que  analisa o processo de ocupação no Maciço da Tijuca (RJ), verificaram que cerca de 50% dos 242 escorregamentos existentes no maciço ocorreram em favelas, que cobrem somente 4,6% da área total do maciço. Os autores explicam que esta elevada frequência de escorregamentos está intimamente relacionada ao aumento de intervenções com cortes para a construção de moradias precárias em encostas íngremes situadas no sopé de afloramentos rochosos.

Diante da pergunta-chave, a grande maioria ( 94%) dos cariocas percebe que a cidade do Rio de Janeiro não está preparada para enfrentar desastres climáticos. Após desastres climáticos no vale do Itajaí (SC), alagamentos na cidade de São Paulo, deslizamentos na Região Serrana do Rio de Janeiro, desabamentos de prédios antigos em Salvador (BA), percebemos que os governantes não querem investir em prevenção. Fazem muitos planos mas gastam mais nas emergências. Faltam planos de contigência robustos, capazes de mobilizar plenos recursos e já testados através de simulação e treinamento.

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Pesquisa sobre desastres climáticos, pelo Instituto Paracleto – parte I

O presente trabalho busca avaliar a percepção do cidadão da cidade do Rio de Janeiro a respeito de sua experiência pessoal diante de acidentes climáticos.  Definimos um acidente climático pode ser enchente, queda de raios, deslizamentos de encostas, ventanias, etc. Um desastre climático trata-se de evento climático com vítimas e prejuízos materiais.

pesquisa - desastres climáticos1

Em nossa pesquisa, realizada no verão de 2012, que não foi marcado por grandes desastres climáticos, descobrimos que pouco mais de 1/3 dos cariocas já sofreu com algum acidente climático.

Isso representa cerca de 2 milhões de pessoas já enfrentaram situações como enchentes, deslizamentos de encostas, queda de raios, especialmente no celebrado verão carioca.

Este número deve chamar atenção dos governos para instalação de instrumentos de medição e prevenção desses desastres climáticos. Os Governos precisam cuidar melhor dos efeitos sobre a saúde dos cariocas.

Em 2011, desastres naturais no mundo geraram quase 30 mil mortos. O Brasil entra na conta com 900 óbitos causados por inundações e deslizamentos. Foram registrados 302 desastres naturais, que mataram 29.782 pessoas no mundo, mas principalmente na Ásia. O Brasil não está fora das estatísticas registrando 900 mortes causadas pelos impactos das inundações e dos deslizamentos de terras provocados pela chuva. A estimativa é que os desastres geraram US$ 366 bilhões de prejuízos. A conclusão é do Escritório das Nações Unidas para a Redução de Riscos de Desastres (cuja sigla em inglês é UNISDR).

Para Marcelino do INPE, as inundações representam cerca de 60% dos desastres naturais ocorridos no Brasil no século XX. Deste total de desastres registrados no país, 40% ocorreram na região Sudeste.

O banco de dados Emergency Database – EM-DAT (OFDA/CRED, 2009), é uma compilação de dados e informações sobre a ocorrência de desastres obtidos de diversas fontes, como agências das Nações Unidas, organizações não governamentais, companhias de seguros, institutos de pesquisa e agências de notícias. No EM-DAT, o Brasil é classificado como um dos países do mundo mais afetados por inundações e enchentes, com mais de 60 desastres cadastrados no período de 1974 a 2003.

A Tabela seguinte apresenta as estatísticas históricas de desastres causados por inundações e enchentes cadastrados no Brasil, da década de 1940 até a atualidade.

pesquisa - desastres climáticos2

 

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Antes de nosso primeiro Censo de 1890, nascia o primeiro Atlas Estatístico com infográficos.

Francis Amasa Walker lutou na Guerra civil dos EUA pela União. Após a Guerra foi coordenador do Censo de 1890, idealizando e produzindo mapas com informações o que se tornou o primeiro Atlas Estatístico. Em 1881, ele aceitou a nomeação para a presidência do MIT, cargo que ocupou durante 15 anos. Excelência na coleta e análise dos dados e compartilhamento do conhecimento já tornavam a cultura norte-americana diferenciada em relação aos demais países.
Foi o Império que realizou, em 1872, o primeiro censo do país. Proclamada a República em 1889, o interesse pelas estatísticas aumentou consideravelmente. O momento era outro, o regime também. Tornar cidadãos os outrora súditos e ex-escravos era uma tarefa que requeria novos critérios de hierarquização social. Por outro lado, na República Velha (1889-1930), as estatísticas passaram a servir à ânsia dos novos governantes pela legitimação. Estes tentariam, com todas as forças, provar que o Brasil ia melhor no novo regime do que no tempo do Império. No Censo de 1900, apresentou os números abaixo por estado. Mas veremos que a excelência não adornava  nossas pesquisas, cálculos e gráficos.Censo 1910Com esse propósito, a estatística emergiu como um importante instrumento de construção da República. Seus números contribuíam para elaborar a imagem de um novo começo e de uma nova identidade, com um projeto próprio e promissor – um projeto civilizador, pelo qual o país debutaria no concerto das nações. Exibir o controle numérico sobre uma vasta população de cidadãos, computando sua exuberância, sua composição e seus movimentos, era atributo reservado, na época, apenas ao seleto círculo das potências, em especial França, Alemanha e Estados Unidos.

No tempo da República Velha, exemplos da grandeza nacional eram os pavilhões de estatística, montados nas exposições nacionais e universais. Pareciam feitos para apresentar uma promessa de nação, o Brasil, diante do mundo civilizado. Um destaque nesse campo foi a exposição comemorativa do centenário da Independência, realizada em 1922. Na ocasião, foi construído um edifício inteiro para representar a nação em números e divulgar com ênfase os resultados do censo geral de 1920. O nome de batismo do prédio não poderia ser mais emblemático: Pavilhão da Ciência da Certeza. A estatística era, sem dúvida, uma ciência “mais certa” que as outras, por ser mais fiel ao paradigma das ciências naturais. Por meio da matemática, o país acreditava reencontrar os trilhos do progresso.

Paul Singer destaca que a abolição da escravatura não gerou uma agricultura capitalista. O latifúndio encontrou formas de manter seu caráter colonial. Uma das formas encontradas foi promover a imigração de colonos europeus e japoneses. Por conta da imigração de regimes ditatoriais na Europa e Japão, o Brasil passou a receber milhares de italianos, japoneses, alemães, espanhóis e portugueses. A expectativa de vida do brasileiro era de 33,4 anos, enquanto que a expectativa de pagamento de tributos era de 3,92 anos. A partir de 1890, realizados pela então Direção Geral de Estatística, os censos ocorreram de dez em dez anos, em média, ainda que em 1910 e 1930 impedimentos políticos tenham impedido a realização. 

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This explosion of population mapping owes much to the extraordinary geovisualization techniques of Francis Amasa Walker, a highly decorated Union soldier in the American Civil War. After the war ended, Walker found himself casting about. He taught languages for a few years and dabbled in journalism before his family connections brought him a job in the Bureau of Statistics. Walker had a knack for working with data, and at the tender age of 29 was appointed as superintendent of the Census of 1870. This position gave him the chance to think of the census not just as a tool of enumeration and political apportionment (its original purpose), but as an instrument of research and development. Think of Walker as an early advocate of data mining for the nation. To properly exploit the census, however, he had to make sense of the data, and this led him to experiment with maps and infographics.

In 1872, he issued the first of several groundbreaking attempts to map the American population through the census. But instead of using preexisting units–such as county or state divisions–he took the more labor-intensive step of mapping the population according to its actual contours. By doing this, he moved closer to seeing the population as it existed in space, irrespective of political boundaries. Take a look at his map of the general population, which identifies six classes of density.

WITH $25,000, WALKER CREATED THE FIRST NATIONAL STATISTICAL ATLAS IN THE HISTORY OF THE WORLD.

He then realized that this technique could be used to map various subgroups–immigrants, African-Americans–in addition to characteristics, such as wealth, illiteracy, or the incidence of disease. Armed with his experimental maps, Walker excitedly asked Congress to support a much more ambitious effort to comprehensively map and chart the census in an atlas. The maps did the trick, and Congress appropriated $25,000 for Walker to create the first national statistical atlas in the history of the world.

Then, after his project was funded, Walker began to think about maps in even more unconventional and adventurous ways. The first maps he made in 1872 (like that above) focused on a single class of information, such as population density, wealth, or illiteracy. By 1873, he realized that a far more complex–but perhaps useful–picture of the national population could be created by integrating two classes of data onto a single map. Take a look at his two maps of wealth, the first from 1872 and the second made soon thereafter.

The map at left identifies wealth per capita, while the map at right integrates population density.

The map at left shows the distribution of wealth in absolute space. It tells us that there is slightly higher per capita wealth in certain locations, such as the North relative to the South. But the map at right represents a fundamental departure: It maps not just the distribution of wealth in orange but also population density with blue contour lines and numbers (identifying areas of 2–18 per square mile, 18–45 per square mile, etc.). This second map opened up the radical possibility of connecting two types of information in space, such as the relation of wealth to population density. Walker used this same technique to map illiteracy, disease, the birth rate, public debt, and ethnic subgroups, each time incorporating the blue ink of population density so that the dynamics of the population could be seen.

With this quiet experiment, Walker audaciously inaugurated an entirely new purpose for the map, one that was analytical as well as descriptive. He was not the only one engaged in such work and, in fact, was deeply influenced by the examples brought from Europe by talented German immigrant mapmakers and lithographers. With this transatlantic collaboration, he conceptualized the map as not just a representation of data but a tool to uncover patterns and relationships. In other words, his maps were designed not just to illustrate the data but to transform that data into knowledge. Consider that without the map, these spatial patterns would be lost.

Here are two details from his maps of the colored population (on the left) and the foreign (on the right). The maps are nearly mirror images, suggesting patterns of migration and settlement that had much to do with the legacy of slave labor and the corresponding hostility to immigration. For Walker, the possibilities for mapping data such as this were nearly limitless.

A detail from Walker’s map of the colored population (left) and the foreign population (right).

This, of course, is the intellectual conceit behind our complex use of maps today, and especially behind Geographic Information Systems (GIS), where data is arranged spatially. But in the late 19th century, this was entirely new–so new that when Walker showed the maps to his colleagues (some of the most educated men in America), they were slow to grasp the potential of this new tool. He had to train them to think about a map in new terms.

Walker’s own politics were clear: The trouble with America was excessive urbanization and immigration. Notice in the slide show how many of the maps and charts identify and measure the foreign population. Such maps can be–and probably always will be–used to manipulate data to suit particular ends and political agendas. But Walker’s audacious experiment in the 1870s laid the foundation for the explosion of maps and infographics thereafter. As president of MIT in the 1880s, he insisted that students be trained not just in science and technology, but also the graphic visualization of data. For Walker, the communication of information was as important as the information itself.

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Técnicas de Black Hat. Blogueiros, fiquem longe delas.

O Blog da SeoMaster adverte sobre práticas de Black Hat que podem acabar com seu site em pouquíssimo tempo. Não se iludam com as promessas de ranqueamento rápido que suas práticas podem sugerir, no final existem grandes chances do Google acabar percebendo o que seu site está fazendo e cortar o mal pela raiz – se preferir de uma maneira mais direta, eliminar seu site do ranqueamento.

Para termos certeza de que você ficará bem longe dessas técnicas, trazemos hoje uma lista com as técnicas de Black Hat mais comuns na web. Prestem bastante atenção para não acabar praticando nenhuma delas, heim!

Textos Hidden

Textos Hidden, ou Textos Escondidos, são os textos em uma página que os visitantes do site não conseguem ver. O intuito desta prática é inserir palavras-chave ao longo da página sem que elas sejam visíveis aos visitantes. Geralmente são colocadas da mesma cor do fundo da página, para que acabem camufladas. Mesmo que os visitantes não consigam vê-los, os robôs de busca ainda conseguem.

site black hat texto hidden Técnicas de Black Hat: Fique longe delas
Exemplo de Tittle Hidden

Vamos imaginar que você tem um site com fundo preto. Você conheceu essa técnica de Textos Hidden, achou boa e quer usá-la no seu site. Para que “dê certo”, você iria inserir palavras-chave de cor preta na página, para que elas fiquem camufladas com o fundo também em preto. Os visitantes não irão enxergá-las, mas sua técnica será pega pelos robôs de busca.

Esta prática até costumava dar certo antigamente, quando os robôs de busca consideravam a quantidade de palavras-chave dentro das páginas. Porém, com as mudanças no algoritmo do Google, esta ação é completamente ineficaz.

Meta Tag Stuffing

Aposto que você já encontrou um site que enchia de palavras-chaves as tags meta description e keyword. Sim, isso na verdade é bem comum de se ver, mas não deixa de ser uma prática de Black Hat. Neste tópico falamos de pessoas que enchem de palavras-chave, e às vezes até palavras repetidas, as meta tags description e keywords.

Nunca viu essa prática? Bom, funciona da seguinte maneira: em nossas buscas na internet, encontramos um site que queira ranquear bem para as palavras-chave “Bolo de chocolate”. Se o dono do site faz essa técnica, a meta description ou meta keywords dele ficaria da seguinte forma:

<meta name=”keywords” content=”BOLO DE CHOCOLATE, bolo de chocolate, Bolo de Chocolate, CHOCOLATE, BOLO, Bolos de CHOCOLATE, BOLO CHOCOLATE, BOLO de CHOCOLATE, bolo, chocolate”/>

Quem usa esse tipo de prática acha que irá conseguir alguma coisa, mas na verdade o Google não considera as meta tags na hora de ranquear um site. No lugar de melhores posições, este site ganhará uma punição!

Title Tag Stuffing

O Title Tag Stuffing é uma variação do Meta Tag Stuffing e acontece quando alguém exagera no uso das palavras-chave no título de uma página ou do site. O certo, neste caso, seria colocá-las somente uma vez.
Quando várias palavras são colocadas, o peso de cada uma delas vai diminuindo. Além disso, o site fica muito vulnerável a uma punição do Google.

title tag stuffing Técnicas de Black Hat: Fique longe delas
Exemplo de Title Tag Stuffing

Alt Image Tag Stuffing

Outra das variações do Meta Tag Stuffing, agora com o atributo ALT das imagens.

Percebemos logo que a pessoa que colocou essa imagem do repolho (cabbage em inglês) gostaria que seu site ranqueasse bem para as palavras-chave “cabbage soup diet” (sopa diet de repolho). Pela quantidade enorme de vezes que ele colocou a palavra “cabbage”, não resta dúvidas de que foi uma tentativa de Black Hat.

alt image tag stuffing Técnicas de Black Hat: Fique longe delas
Exemplo de ALT Image Tag Stuffing

Para os que não lembram ou não sabem, o atributo ALT de uma tag de imagem existe para mostrar o texto que está presente neste atributo, surgindo quando a imagem, por algum motivo, não abre na página. Pessoas que tem problemas de visão conseguem entender a imagem justamente por causa da descrição contida neste atributo. No caso da imagem que vimos acima, o texto correto para o ALT seria “cabbage soup diet graphic”.

Doorway

Uma “doorway page” é uma página criada especialmente para que um bom posicionamento seja conseguido nos sites de busca. Ela só existe para que o visitante seja direcionado para outras páginas ou página. Geralmente não apresentam qualquer conteúdo de relevância ao visitante, são bastante otimizadas para determinadas palavras-chave e, na grande maioria das vezes, possuem vários links para outras páginas. Em alguns casos, existe também um direcionamento automático para um outro site através de Meta Refresh ou JavaScript.

Assim como todas as outras práticas mostradas neste artigo, esta também é condenada pelo Google e gera punição para quem a usa.

Cloaking

O Cloaking nada mais é do que apresentar um conteúdo para os robôs de busca e outro bem diferente para seus usuários com o intuito de aumento do ranking. Vale lembrar que os robôs de busca criam seus rankings a partir de sua base de dados, que é gerada conforme os robôs vão visitando os sites e links que encontram.

Usando do Cloaking, o site está apresentando um conteúdo falso para os robôs de busca, já que os visitantes não tem acesso a ele.

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Os países mais emocionais. Countries and emotions by Gallup.

Recentemente saiu uma pesquisa bastante curiosa: como andam as emoções ao redor do mundo? Quais os países que são mais (ou menos) “emocionais”? Desde 2009, a empresa de sondagens Gallup pesquisou pessoas em 150 países e territórios e, entre outras coisas, sua experiência diária emocional. Ekman (2011) já citava que os estados emocionais dos ocidentais diferem dos orientais, entretanto, a pesquisa feita pela Gallup foi além disto, pois tentou aprofundar ainda mais tal percepção.

O estudo perguntou para entrevistados em 150 países se, no dia anterior, eles haviam experimentado cinco emoções positivas (sensação de descanso, de ser tratado com respeito, de felicidade, ter dado risadas ou gargalhadas, aprendido a fazer ou ter feito algo interessante) ou cinco emoções negativas (raiva, estresse, tristeza, dor física e preocupações).

O país “menos emocional” considerado foi Cingapura. Uma das razões para isso seria que a neutralidade emocional é utilizada no combate ao estilo de vida estressante nos centros urbanos.

O “posto” de primeiro lugar ficou com as Filipinas (como o país mais emocional do mundo), com El Salvador em segundo lugar. De acordo com o estudo, 60% dos filipinos responderam sentir fortes emoções, positivas ou negativas, todos os dias.

Interessante que a pesquisa aponta que os países menos emocionais no mundo são os maiores consumidores de cigarros e álcool.

Pelo mapa, o Brasil está destacado como um dos mais emocionais, entretanto, perdemos para alguns vizinhos nossos. Interessante, não acham?

Emotional map

A América Latina dominou a lista dos 10 mais, com pessoas no Panamá, Paraguai, El Salvador, Venezuela, Trinidad e Tobago, Guatemala, Equador e Costa Rica experimentando os sentimentos mais positivos.

Outros dois, não países latino-americanos, na lista dos 10 primeiros são a Tailândia e as Filipinas.

Os povos da Cingapura, Armênia e Iraque deram as respostas mais negativas. Em Cingapura, apenas 46% respondeu “sim”, em média, às perguntas do Gallup, enquanto 49 e 50% das pessoas na Armênia e no Iraque responderam “sim”, respectivamente. Geórgia, Iêmen, Sérvia, Bielorrússia, Lituânia, Madagascar e Afeganistão foram os próximos na sequência.

O Gallup citou um estudo dizendo que a renda mais elevada não indica necessariamente bem-estar. Nos Estados Unidos, “a renda só tem um impacto significativo sobre emoções diárias positivas quando ganhando mais de 75 mil dólares por ano”, disse o instituto.

“Esses dados podem surpreender os analistas e líderes que apenas se concentram nos tradicionais indicadores econômicos”, afirmou o Gallup. “Os moradores do Panamá, que ocupa a 90ª posição mundial em relação ao PIB per capita, estão entre os mais propensos a relatar emoções positivas.”

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Since 2009, the Gallup polling firm has surveyed people in 150 countries and territories on, among other things, their daily emotional experience. Their survey asks five questions, meant to gauge whether the respondent felt significant positive or negative emotions the day prior to the survey. The more times that people answer “yes” to questions such as “Did you smile or laugh a lot yesterday?”, the more emotional they’re deemed to be.

Gallup has tallied up the average “yes” responses from respondents in almost every country on Earth. The results, which I’ve mapped out above, are as fascinating as they are indecipherable. The color-coded key in the map indicates the average percentage of people who answered “yes.” Dark purple countries are the most emotional, yellow the least. Here are a few takeaways.

Singapore is the least emotional country in the world. ”Singaporeans recognize they have a problem,” Bloomberg Businessweek writes of the country’s “emotional deficit,” citing a culture in which schools “discourage students from thinking of themselves as individuals.” They also point to low work satisfaction, competitiveness, and the urban experience: “Staying emotionally neutral could be a way of coping with the stress of urban life in a place where 82 percent of the population lives in government-built housing.”

The Philippines is the world’s most emotional country. It’s not even close; the heavily Catholic, Southeast Asian nation, a former colony of Spain and the U.S., scores well above second-ranked El Salvador.

Post-Soviet countries are consistently among the most stoic. Other than Singapore (and, for some reason, Madagascar and Nepal), the least emotional countries in the world are all former members of the Soviet Union. They are also the greatest consumers of cigarettes and alcohol. This could be what you call and chicken-or-egg problem: if the two trends are related, which one came first? Europe appears almost like a gradient here, with emotions increasing as you move West. 

Media regiões GallupPeople in the Americas are just exuberant. Every nation on the North and South American continents ranked highly on the survey. Americans and Canadians are both among the 15 most emotional countries in the world, as well as ten Latin countries. The only non-American countries in the top 15, other than the Philippines, are the Arab nations of Oman and Bahrain, both of which rank very highly.

English- and Spanish-speaking societies tend to be highly emotional and happy.Though the Anglophone nations of the world retain deep cultural links, it’s not clear if Spain’s emotional depth has anything to do with Latin America’s. According to Gallup, “Latin America leads the world when it comes to positive emotions, with Panama, Paraguay, and Venezuela at the top of that list.” Yes, even Hugo Chavez’s Venezuela is apparently filled with happy people.

Africans are generally stoic, with some significant exceptions. The continent is among the world’s least emotional, though there is wide variation, which serves as a non-definitive but interesting reminder of Africa’s cultural diversity. Each could be its own captivating case study. It’s possible that South Africa’s high rating has to do with its cultural ties to Western Europe, for example, and Nigeria’s may have to do with the recent protest movement in the south and sectarian violence in the north.

The Middle East is not happy. Gallup notes, “Negative emotions are highest in the Middle East and North Africa, with Iraq, Bahrain, and the Palestinian Territories leading the world in negative daily experiences.” Still, that doesn’t quite fully explain the high emotions in the Levant and on the Arabian peninsula, compared to the lower emotions in Libya, Algeria, and Morocco. Perhaps this hints at how people in these countries are being affected by the still-ongoing political turmoil of the Arab Spring.

Max Fisher for the Washington Post mapped country emotion ratings, based on the results of a recent Gallup study. Singapore was ranked least emotional, whereas the Philippines was ranked most emotional. The United States was also relatively high. From Gallup:

While higher incomes may improve people’s emotional wellbeing, they can only do so to a certain extent. In the United States, for example, Nobel Prize-winning economist Daniel Kahneman and Princeton economist Angus Deaton found that after individuals make $75,000 annually, additional income will have little meaningful effect on how they experience their lives. Consider this finding in the context of Singapore, a country with one of the lowest unemployment rates and highest GDP per capita rates in the world, but a place where residents barely experience any positive emotions. This research shows that it will take more than higher incomes to increase positive emotions or decrease negative emotions. Singapore leadership needs to consider strategies that lie outside of the traditional confines of classic economics and would be well-advised to include wellbeing in its overall strategies if it is going to further improve the lives of its citizenry.

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Como seria uma eleição presidencial por colégio eleitoral no Brasil em 2014?

O Brasil e os Estados Unidos possuem uma coisa em comum, ambos são uma federação. A diferença é que os Estados Unidos é uma federação de verdade e os Estados realmente tem mais autonomia, por isso seriam os estados os responsáveis pela escolha do líder dos “estados unidos”.

Nos Estados Unidos, o presidente é eleito por um colégio eleitoral formado pelos delegados que cada estado possui. Estados mais populosos possuem mais delegados e quem vence o estado leva todos os seus delegados. Dos 538 delegados, quem chega aos 270 já é consagrado presidente.

Se o Brasil escolhesse seu presidente da mesma forma que os Estados Unidos, teria que dar um número de delegados a cada estado proporcional a sua população, outro fator para definir o número de delegados que um estado possui é que ele deve possuir 3 delegados no mínimo. Sendo assim, cada estado ficaria com o número de delegados mostrados abaixo. O estado São Paulo sozinho deteria 112 delegados dos 538 possíveis.

estado proporção colégio colégio eleitoral ajustados
 São Paulo 21,60% 116,208 112
 Minas Gerais 10,30% 55,414 55
 Rio de Janeiro 8,40% 45,192 45
 Bahia 7,30% 39,274 39
 Rio Grande do Sul 5,60% 30,128 30
 Paraná 5,50% 29,59 30
 Pernambuco 4,60% 24,748 25
 Ceará 4,40% 23,672 24
 Pará 4,00% 21,52 21
 Maranhão 3,40% 18,292 18
 Santa Catarina 3,30% 17,754 18
 Goiás 3,10% 16,678 17
 Paraíba 2,00% 10,76 11
 Amazonas 1,80% 9,684 10
 Espírito Santo 1,80% 9,684 10
 Rio Grande do Norte 1,70% 9,146 9
 Alagoas 1,60% 8,608 9
 Piauí 1,60% 8,608 9
 Mato Grosso 1,60% 8,608 9
 Distrito Federal 1,30% 6,994 7
 Mato Grosso do Sul 1,30% 6,994 7
 Sergipe 1,10% 5,918 6
 Rondônia 0,80% 4,304 4
 Tocantins 0,70% 3,766 4
 Acre 0,40% 2,152 3
 Amapá 0,40% 2,152 3
 Roraima 0,20% 1,076 3

Avaliando a eleição presidencial passada, teríamos:

Eleição de 2010

No primeiro turno de 2010, Marina Silva teria 7 delegados, Serra teria 196 delegados e Dilma teria 345 delegados.

No segundo turno, Serra obteria 219 delegados contra 319 delegados de Dilma. Vale lembrar que se Serra tivesse obtido os 55 delegados de Minas Gerais, ele teria obtido a maioria no colégio eleitoral.

A peculiaridade desse mapa seria a vitória e o bom desempenho de Marina Silva nos grandes centros urbanos de Minas Gerais, do Distrito Federal e do Rio de Janeiro.

Mais uma vez um mapa bem colorido que mostra a existência de duas nações, uma que paga e outra que recebe os impostos.

Conclusão
Podemos concluir que o modelo de colégio eleitoral, apesar de falho, tende a produzir o mesmo resultado do voto popular. O caso mais favorável a uma discrepancia ocorreu em 2006, quando a diferença de 7 pontos no voto popular produziu uma diferença de 58 delegados no colégio eleitoral.

As campanhas políticas hoje são caras e trabalhosas porque os candidatos tem que correr todo o Brasil para conseguir o máximo de votos, priorizando as grandes capitais.
Ademais, se o modelo fosse imposto, seria mais difícil de prever o resultado da eleição, pois os institutos de pesquisa teriam que fazer pesquisas nos 27 estados da federação. A eleição seria muito mais emocionante, pois o resultado em apenas um estado poderia mudar tudo. As pessoas.

Se o modelo do colégio eleitoral fosse implementado, as campanhas seriam mais baratas e o nordeste ficaria irrelevante, uma vez que seus delegados seriam assegurados pelo PT, fazendo com que os tucanos tentassem obter a maioria em no Sul e Sudeste.

O colégio eleitoral também seria uma ótima forma de uma candidata sem recurso como Marina Silva ser mais bem sucedida, pois se ela só precisaria vencer nos 5 estados mais populosos para obter 270 delegados, e se levarmos em consideração que existiriam pelo menos mais 2 partidos disputando a eleição, seria possível vencer com  menos de 270 delegados.

Como São Paulo teria 112 delegados e os estados do nordeste teriam juntos 150 delegados, o principal alvo das campanhas seria Minas Gerais. Nenhum candidato à presidência venceu sem ter ganho em Minas Gerais, além do mais, se analisarmos os resultados no país e em Minas veremos que o estado sintetizaria um pouco da realidade política da nação.

Nunca um candidato venceu no país sem ter vencido por maior proporção em Minas Gerais. Em 2010, Dilma venceu no país por 56% e venceu em Minas por 58%.

Previsão para 2014

Se o colégio eleitoral fosse implementado para as eleições de 2014, ou mesmo que não seja, imagino que se candidatarão Dilma do PT, Aécio Neves do PSDB, Marina Silva do P? e talvez Eduardo Campos do PSB.

Levando em consideração as tendências históricas de alinhamento dos estados de acordo com as últimas eleições, imagino que se Marina vencesse no Rio de Janeiro e Distrito Federal; Eduardo Campos vencesse em Pernambuco e Ceará e Aécio vencesse em Minas e na maioria dos estados das regiões sul-sudeste, isso já seria o suficiente pra dar muita dor de cabeça para a companheira Dilma.

Mas ainda bem que no Brasil, o voto é bem direto né.

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