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Artigos sobre as dimensões principais e suas componentes da Missão nas igrejas e negócios.

Entre os Pentecostais, os Batistas e Adventistas cresceram no Brasil

Segundo o O Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã (BEPEC), os grupos que de fato cresceram e “empurraram” o conjunto no seu crescimento de 10,76% são justamente os Adventistas, uma confissão de fé muito distinta dos demais protestantes históricos e o grupo dos Batistas apresentando uma diversidade doutrinária muito grande e um percentual presumidamente elevado de classificações de pertencimento muito distantes doutrinariamente dos batistas tradicionais.
Segundo o Censo IBGE 2010, o Brasil tinha 1.561.071 adventistas. Desses, 55% eram mulheres, 48% eram pessoas pardas e 43% brancas, 42% tinham de 15 a 39 anos, e 86% moravam na zona urbana.  Manaus era a capital que apresentava a maior representatividade adventista e o Rio de Janeiro a menor. Outra informação é que de 2000 para 2010, o número de adventistas saiu dos 1.209.842 pessoas e cresceu 29%. Isso representou o segundo maior crescimento entre o grupo Evangélicos de Missão.

Com o expressivo crescimento da TV Novo Tempo, que hoje chega a 60 milhões de pessoas, os templos adventistas têm sido procurados como uma extensão da emissora.  Além de estar disponível no canal 14 da Sky, em São Paulo, a programação adventista chega em sinal aberto para quase 200 cidades paulistas.

Segundo o Censo IBGE 2010, o Brasil tinha 3.723.853 batistas, divididos em grandes Agrupamentos. Em 2012, os líderes da Convenção Batista do Sul dos EUA, que congrega 16 milhões de fiéis, decidiram por uma maioria de dois terços, na reunião anual do grupo, se separar da comunidade mundial, o que representa o auge de uma década de crescentes diferenças teológicas. Paige Patterson, membro do comitê executivo dos Batistas do Sul, citou “uma contínua tendência à esquerda” na Aliança Mundial como motivo do rompimento. O grupo norte-americano ajudou a fundar a Aliança em 1905, em Londres, e hoje a entidade global dos batistas diz reunir mais de 100 milhões de membros.

Segundo Patterson, um sinal da corrupção da Aliança é sua ligação com outro grupo dos EUA, a Convenção Batista Americana, que defende a presença de homossexuais na igreja e ordenação feminina de pastores. Há um ano, a Convenção Batista do Sul reduziu a sua contribuição anual à Aliança Mundial de 425 para 300 mil dólares, verba que agora será definitivamente cortada.  Recentemente, o pr. Fausto Vasconcelos conclamou um movimento de unidade entre os batistas no mundo, com evidentes repercussões para o Brasil.

De 1991-2000 os evangélicos em geral cresceram cerca de 120%, porém, na década de 2001 a 2010 os evangélicos cresceram aproximadamente 62%. Os dados mostram que o Pentecostalismo puxou o crescimento, evidenciando estagnação e declínio das igrejas Evangélicas de Missão. Os pastores dessas igrejas assistem o envelhecimento de sua congregação, de certa forma satisfeitos com o reduzido número de membros e despreocupados com a falta de sustentabilidade da congregação para seu sucessor.

Não dá para tratar uma expansão tão acentuada como algo banal ou como a expressão de um enfraquecimento deste segmento religioso”, afirma a socióloga Christina Vital, professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (Iser). Parte das análises sobre os dados de religião do Censo 2010 nos conduzem para uma conclusão: o crescimento evangélico atingiu o seu auge. O Brasil que tem sua identidade social e cultural amplamente atravessada pelo cristianismo católico. Das últimas décadas para cá, vem sendo afetado pela cultura evangélica seja através do mercado gospel,seja através da articulação de uma gramática tão singularmente acionada pelos seus fiéis. Sendo assim, é comum escutarmos expressões como “só Jesus”; “fulano é um abençoado”, “o sangue de Jesus tem poder”, “tá amarrado”, entre outras.

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/07/censo-2010-em-meio-ao-crescimento.html#ixzz2Rbx0j2PR
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O psiquiatra Kalman Kaplan usa personagens da Bíblia para tratar seus pacientes.

Muitos americanos, mas poucos judeus, vão aos sacerdotes para aconselhamento sobre problemas emocionais do que ir aos psicólogos.

Muitos dos ancestrais dos judeus da Europa Oriental compareciam diante dos Rabis para consulta sobre questões religiosas mas como um tipo de terapia. Agora um psicólogo judeu de Chicago está usando histórias, de Noé a Jó, do Livro dos Livros para proporcionar ajuda a pacientes de todas bases religiosas, inclusive crentes e ateus.

Prof. Kalman Kaplan do Departmento de Psiquiatria e Educação médica da Universidade de Illinois é um dos que defendem o campo da psicologia bíblica e acredita que a técnica provê terapia poderosa para muitas pessoas em busca de ajuda para seus problemas: queixas comuns de uma determinada pessoas, por exemplo, podem ser comparadas às aflições de Jó.

Kaplan é co-autor de vários livros, incluindo: Biblical and Psychological Foundations; A Psychology of Hope: A Biblical Response to Tragedy and Suicide; Living with Schizophrenia; Biblical Stories for Psychotherapy and Counseling: A Sourcebook and The Fruit of Her Hands: Biblical Woman and Her Sense of Purpose.

O fundador da psicoanálise, Sigmund Freud, sempre disse que era contra a religião, disse Kaplan, mas “ele era muitos envolvido pela mitologia grega”.

Nós somos o povo da Esperança. O que aconteça conosco, nós reconstruímos de novo e de novo. Um visão de esperança da vida pode superar a tragédia. No Judaísmo, Deus está em todo lugar e a humanidade está aqui. Há sempre um diálogo, uma disputa. É um relacionamento saudável. No Islam, há a submissão e no Cristianismo, há a rebelião” disse Kaplan, que frequentou uma Sinagoga e estudou a Bíblia informalmente.

Seus personagens favoritos incluem Abraão, Davi, Rute e Jó. “Davi foi tão humano!” ele disse. “Eventualmente o ser humano falha. Eventos da vida de Davi eu reprovaria, como a maneira que conheceu Bathsheba. Mas os personagens são cheios de personalidades.”

“O pensamento grego vê a si mesmo e o outro como fundalmente opostos, enquanto no pensamento bíblico os convoca para trabalhar em harmonia. O ciclo grego de Narciso entre o auto-desenvolvimento e envolvimento, então ele se contempla e comete suicídio. Mas Jonas mostra como o desenvolvimento psicológico e traz a ideia de arrependimento e perdão. Ele pode alcançar o outro sem perder-se a si mesmo.”

A psicologia bíblica, Kaplan continua, “a questão é de obediência e desobediência. Se Zeus é deus, a alternativa única é rebelar-se; se é o Deus bíblico, há benefícios na obediência.

Considere as duas estórias de Dilúvio: Prometheus deve furtar o desenho da Arca do caprichoso. Mas ao temente a Deus, Noé, é entregue o projeto da Arca para salvação.

“Os gregos antigos entendiam o mundo como a Natureza precedendo os deuses. No relato bíblico da Criação, Deus precede a natureza. O Gênesis não subordina o homem à natureza ou foca no conflito de Édipo entre pai e filho ou antagonsimo entre homem e mulher.”

Na famosa estória grega, Pandora é descrita como uma maldição ao homem. mas Eva, a mãe da espécie humana é descrita como benção para Adão e uma ajudadora, disse Kaplan. Na visão grega, unir-se a uma mulher é visto como contrário a autonomia do homem.

A benção do pai aparece na Bíblia para resolver conflitos de família. Uma benção ancestral pode promover algum nível de reconciliação entre os descendentes, como a benção de Jacó a todos os seus filhos. Na mitologia grega, um pai nunca abençoa seus filhos. Pelo contrário, um conflito familiar se torna mais grave e pode levar a auto-destruição, como na família de Édipo.

O livro de Rute aparece como alternativa a lenda grega de Electra para compreensão do relacionamento de mães e filhas, de novo com base na aliança de amor e compromisso diante do abandono.

Ao contrário dos gregos antigos que aprovavam o suicídio para conduzir à liberdade, o judeu entende como homicídio contra si mesmo.

“Eu tenho usado Jonas para tratar pacientes que tentaram o suicídio. Jonas mostra como conciliar a si e o outro. Eu o comparo a Narciso, que nunca poderia integrar os dois e suicidou-se. Eu recebo vários pacientes com diversos tipos de problemas e tento conectá-los com estórias bíblicas.”

O psicólogo Kalman Kaplan, diretor do Centro de Pesquisa sobre o Suicídio de Chicago, que atualmente desenvolve um estudo sobre os suicídios assistidos de Kevorkian. Kevorkian foi um médico mundialmente conhecido por sua luta para fazer do suicídio assistido um direito de todos. Ele ganhou o apelido Dr. Morte logo no início de sua carreira, ainda como médico residente, ao fotografar os olhos de pacientes mortos para experiências. Naquela época, defendia que os órgãos de pacientes mortos fossem retirados e utilizados em transplantes e, por conta disso, foi convidado a deixar a residência médica. Com 47 casos já revisados, Kaplan afirma que “há muito poucas provas de que Kevorkian tenha se consultado com o médico ou o psiquiatra das vítimas”, o que explicaria a rapidez com a que Kevorkian assistia a seus “pacientes” –pois combinava os suicídios em um ou dois dias depois da primeira consulta, e evidenciaria uma vez mais a tanática obsessão do Doutor Morte.

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More Americans – but few Jews – go to their clergymen for counselling about their emotional problems than to psychologists.

Many of the Jews’ ancestors in Eastern Europe went to their rebbes not only to consult regarding religious practice and belief but also as a kind of therapist. Now a Jewish clinical, social and developmental psychologist in Chicago is using stories – from Noah to Job – from the Book of Books to provide help to patients of all backgrounds, whether they are believers or atheists.

Prof. Kalman Kaplan of the departments of psychiatry and medical education at the University of Illinois is one of the advocates of the field of biblical psychology and believes the technique can provide powerful therapy to many people seeking help for their problems: An ordinary person’s woes, for example, look small compared to the afflictions of Job.

Kaplan is visiting Israel as a fellow of the Fulbright program, the US government’s most prestigious and widely-known academic exchange programs, whose local participation has been managed by the USIsrael Educational Foundation since 1956.

He has also authored or co-authored a number of books, including The Family: Biblical and Psychological Foundations;A Psychology of Hope: A Biblical Response to Tragedy and Suicide; Living with Schizophrenia;Biblical Stories for Psychotherapy and Counseling: A Sourcebook and The Fruit of Her Hands: Biblical Woman and Her Sense of Purpose.

The founding father of psychoanalysis, Sigmund Freud, always said he was against religion, said Kaplan, but “he was very much involved in the ancient Greek religion.

We are a people of hope. Whatever happens to us, we rebuild again and again. A hopeful view of life can overcome tragedy; in Judaism, God is everywhere and humanity is here; there is always a dialogue, a wrestling match. It’s a healthier relationship.

In Islam, there is submission, and in Christianity, there is rebellion,” said Kaplan, who went to Hebrew school and studied Bible informally.

His favorite characters include the biblical Abraham, David, Ruth and Job.

“David was so human!” he said. “Even the ones I like have flaws. Parts of David I didn’t like, like the way he got Bathsheba. But the characters have such full personalities.”

“Greek thought sees self and other as fundamentally opposed, while Biblical thought regards them as working in harmony. The Greek Narcissus cycles between selfinvolvement and enmeshment – he ultimately idealizes his own face in the brook and commits suicide. But Jonah shows psychological development and ultimately learns the message of (repentance and divine mercy. He can reach out to another without losing himself.”

Biblical psychology, Kaplan continued, “addresses the question of obedience versus disobedience. If one’s god is Zeus, one should and indeed must rebel; if it is the biblical God, one may benefit from obeying.

Consider the two flood stories: Prometheus must steal the blueprint for the ark from the capricious Zeus. But the just and God-fearing Noah is freely given the blueprint for the ark by God.

“The ancient Greek understanding of the world sees Nature as preceding the gods. In the biblical account of Creation, God precedes nature. The biblical creation stories do not subordinate man to nature or focus on an Oedipal conflict between father and son or antagonism between man and woman.”

In a famous Greek story, Pandora is described as a curse to man. But, Eve – the mother of mankind – is described as a blessing to Adam and a helpmeet, said Kaplan. In the Greek view, attachment to a woman is seen as opposing man’s autonomy, while according to the Bible, attachment to a woman is seen as positive to achieving autonomy, he explained.

Relationships between parents and children are constant themes on the psychiatrist’s proverbial couch. The story of Abraham carrying out God’s order to bind his son Isaac to the altar to test him before he sacrifices him provides an alternative to the Greek legend of Oedipus to understand the relationship between fathers and sons. The biblical story “suggests an unambivalent resolution of the father-son relationship that is based on a covenant of love and shared purpose between parent and child.”

The Hellenistic culture often deals with castration and the mother as seducing her son. But ritual circumcision in the Bible “can be seen as a non-injurious alternative to castration, transforming the father into a teacher and the son into a disciple. The father wants the son to both succeed and surpass him. The basis of morality is thus not fear but a covenantal relationship between God, father and son. The son does not need to rebel against the father because he already has his father’s blessing,” Kaplan pointed out. “The Greek mythological characters wanted to live forever. But in the Bible, people become parents, which is part of the human condition. The child will one day inherit the covenant, so you won’t block him. It shows we are linked in a chain for one generation to follow the previous one. It’s natural and has implications for parent/child relationships.”

A father’s blessing appears in the Bible to resolve conflict in the family. Originally the source of sibling conflict, Kaplan said, such a blessing may work to achieve some level of reconciliation between offspring, as does Jacob’s blessings to all his sons. But in Greek mythology, a father never blesses his children.

Instead, family conflict tragically becomes angrier in each succeeding generation until the family self-destructs, as did the family of Oedipus.

The Book of Ruth provides an alternative to the Greek legend of Electra to understand the relationship between mothers and daughters, again based on a covenant of love and shared purpose rather than a compromise based on threats of abandonment.

Unlike the ancient Greeks, who approved of suicide because it “led to liberty,” Jewish thought is clearly against killing oneself as much – or even more – than murder.

“I’ve used Jonah often to treat patients who have attempted suicide. Jonah shows how to integrate self and other. I compare him to Narcissus, who could never integrate the two and kills himself. I receive patients with various types of problems and try to fit biblical stories in. I recall teaching a story when a non-Orthodox rabbi came in. He told me he had been giving a sermon on David and Bathsheba. A man in the synagogue audience said after the service that he felt terrible, because he was having an affair with his best friend’s wife. After hearing the sermon, the man said, he was thinking of killing himself. The rabbi referred him to a suicide-prevention specialist.”

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A Compassion no Brasil e no Mundo

A Compassion International é uma organização evangélica interdenominacional, sem fins lucrativos, cujo objetivo é ajudar crianças em situação de risco ao redor do mundo.
Foi criada em 1952 pelo reverendo Everett Swanson em resposta à pobreza e à desolação de crianças que se tornaram órfãs devido à guerra na Coréia.
A Compassion International atua em 24 países e trabalha em parceria com igrejas evangélicas. No Brasil, tem beneficiado cerca de 37 mil crianças em 5 estados: Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro.

O Brasil tem potencial para duplicar o volume de doações e mobilizar mais de US$ 9,4 bilhões (R$ 15,8 bilhões) anuais –equivalentes a 0,6% do PIB de 2009– para financiar entidades beneficentes e projetos sociais, além de ajuda humanitária em tragédias como a do Rio de Janeiro, segundo estudo da consultoria McKinsey. Apesar de bater recorde de arrecadação, o Brasil mal consegue canalizar US$ 4,7 bilhões (0,3% do PIB, hoje R$ 7,9 bilhões) para a filantropia, atrás da média mundial de 0,8% do PIB e da latino-americana, de 0,4%.

File:Compassion world map.jpgO objetivo da Compassion é libertar crianças da pobreza em nome de Jesus. Milhões de crianças em situação risco têm sido beneficiadas ao redor do mundo. É por meio do apadrinhamento que os pequeninos têm sido alcançados e ajudados de maneira integral.

Isso só é possível porque muitas pessoas têm se conscientizado e se compadecido com o problema da pobreza e suas terríveis conseqüências na vida de uma criança e de uma sociedade.

Uma criança de cada vez. O apadrinhamento possibilita esta realidade, pois os “padrinhos” escolhem as crianças por meio de fotos e contribuem mensalmente para que elas recebam alimentação balanceada e educação adequada nos Projetos. Mas não é só isso, um relacionamento muito especial é estabelecido por meio de cartas.

Os padrinhos têm abençoado a vida das crianças e também têm sido abençoados, pois são impactados quando se deparam com uma realidade tão diferença da sua e descobrem que podem fazer grande diferença na vida dos pequeninos.

Por anos, a Compassion tem compartilhado sua visão com pessoas em países que expressam um forte desejo de caminhar com ela, fazendo parte do desenvolvimento de crianças por meio do programa de apadrinhamento.

O serviço da Compassion no Haiti começou em 1968. Atualmente, mais de 66.700 crianças são atendidas em 240 Centros de desenvolvimento. Parceiros da Compassion ao redor do mundo ajudam igrejas locais para prover recursos para as crianças haitianas com oportunidades para superar as difíceis circunstâncias.

Em 1996, Wess Stafford, presidente daCompassion International, teve uma visão – alcançar mais de um milhão de crianças com os benefícios do Programa da Compassion. Ele cria que isso seria possível, se construísse várias redes de padrinhos cuidadosos ao redor do mundo – todos conectados a uma visão, missão e valores centrais comuns.

Se você quiser compartilhar seu amor, orações e sustento com uma criança em situação de risco ao redor do mundo. Acesse o site da Compassion International(www.compassion.com) e junte-se neste ministério.

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Os benefícios do jejum. Fasting may protect against disease

Em 15/12/2013, postamos um artigo sobre a dieta praticada pelo profeta Daniel e seus amigos, na Corte do rei Nabuconozor. Confira aqui: http://institutoparacleto.org/2012/12/15/a-escolha-de-daniel-diante-dos-manjares-do-rei/

 

Jejum é abstinência de alimento durante algum tempo.

 

Há diferença entre:

 

JEJUM RITUAL: praticado regularmente, com objetivos ritualísticos, característica da lei e prática judaica e de outras religiões: Lv 16.29-31.

 

JEJUM ESPONTÂNEO: sempre acompanhado de orações, tendo somente objetivos especiais. É sempre secreto: Mt 6.18. Na Bíblia, o jejum espontâneo tem os seguintes objetivos:

 

1) honrar a Deus: Is 58.3-7, Mt 6.18

 

2) humilhar-se perante os juízos divinos: Sl 35.13, 2 Sm 12.16, Ne 9.1-3, Jl 2.12

 

3) como período de preparação para as batalhas espirituais: Mt 4.1-3, 17.21.

“Reduzir o consumo de calorias poderia ajudar o cérebro, mas fazer isso simplesmente diminuindo o consumo de alimentos pode não ser a melhor maneira de ativar esta proteção. É provavelmente melhor alternar períodos de jejum, em que você ingere praticamente nada, com períodos em que você come o quanto quiser”, disse Mark Mattson, líder do laboratório de neurociências do Instituto, durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver.

Segundo ele, seria suficiente reduzir o consumo diário para 500 calorias, o equivalente a alguns legumes e chá, duas vezes por semana, para sentir os benefícios. O National Institute of Ageing baseou suas conclusões em um estudo com ratos de laboratório, no qual alguns animais receberam um mínimo de calorias em dias alternados. Estes ratos viveram duas vezes mais que os animais que se alimentaram normalmente.

Insulina

Mattson afirma que os ratos que comiam em dias alternados ficaram mais sensíveis à insulina – o hormônio que controla os níveis de açúcar no sangue – e precisavam produzir uma quantidade menor da substância. Altos níveis de insulina são normalmente associados a uma diminuição da função cerebral e a um maior risco de diabetes.

Além disso, segundo o cientista, o jejum teria feito com que os animais apresentassem um maior desenvolvimento de novas células cerebrais e se mostrassem mais resistentes ao stress, além de ter protegido os ratos dos equivalentes a doenças como mal de Parkinson e Alzheimer. Segundo Mattson, a teoria também teria sido comprovada por estudos com humanos que praticam o jejum, mostrando inclusive benefícios contra a asma.

“A restrição energética na dieta aumenta o tempo de vida e protege o cérebro e o sistema cardiovascular contra doenças relacionadas à idade”, disse Mattson. A equipe de pesquisadores pretende agora estudar o impacto do jejum no cérebro usando ressonância magnética e outras técnicas.

In 1908, Linda Hazzard, an American with some training as a nurse, published “Fasting for the Cure of Disease,” which claimed that minimal food was the route to recovery from a variety of illnesses, including cancer. Hazzard was jailed after one of her patients died of starvation. But what if she was, at least partly, right?

A new surge of interest in fasting suggests that it might indeed help people with cancer. It might also reduce the risk of developing cancer, guard against diabetes and heart disease, help control asthma and even stave off Parkinson’s disease and dementia.

“We know from animal models,” says Mark Mattson at the National Institute on Aging, “that if we start an intermittent fasting diet at what would be the equivalent of middle age in people, we can delay the onset of Alzheimer’s and Parkinson’s.”

Until recently, most studies linking diet with health and longevity focused on calorie restriction. They have had some impressive results, with the life span of various lab animals lengthened by up to 50 percent after their caloric intake was cut in half. But these effects do not seem to extend to primates. A 23-year study of macaques found that although calorie restriction delayed the onset of age-related diseases, it had no impact on life span. So other factors, such as genetics, may be more important for human longevity.

That’s bad news for anyone who has gone hungry for decades in the hope of living longer, but the finding has not deterred researchers who study fasting. They point out that although fasting obviously involves cutting calories — at least on specific days — it brings about biochemical and physiological changes that daily dieting does not. Besides, calorie restriction may leave people susceptible to infections and biological stress, whereas fasting, done properly, should not.

Some even argue that we are evolutionarily adapted to going without food intermittently. “The evidence is pretty strong that our ancestors did not eat three meals a day plus snacks,” Mattson says. “Our genes are geared to being able to cope with periods of no food.”

Trying out a fast

Fasting will leave you feeling crummy in the short term because it takes time for your body to break psychological and biological habits, researchers say. There isn’t really agreement, though, on what fasting entails. To research this article, I am trying out the “5:2” diet, which allows me 600 calories in a single meal on each of two weekly “fast” days. (The normal recommended daily intake is about 2,000 calories for a woman and 2,500 for a man.) Proving that fasting is not necessarily about losing weight, I am allowed to eat whatever I want on the five non-fast days.

A more draconian regimen than the 5:2 plan has restricted-calorie fasts every other day. Then there’s total fasting, in which participants go without food for one to five days. (Fasting for more than about a week is considered dangerous.) This might be a one-off experience, or repeated weekly or monthly.

Different regimens have different effects on the body. A fast is considered to start about 10 to 12 hours after a meal, when you have used up all the available glucose in your blood and start converting glycogen stored in liver and muscle cells into glucose to use for energy. If the fast continues, there is a gradual move toward breaking down stored body fat, and the liver produces “ketone bodies,” short molecules that are byproducts of the breakdown of fatty acids. These can be used by the brain as fuel. This process is in full swing three to four days into a fast.

Various hormones are also affected. For example, production of insulin-like growth factor 1 (IGF-1) drops early and reaches very low levels by Day 3 or 4. It is similar in structure to insulin, which also becomes scarcer with fasting, and high levels of both have been linked to cancer.

As for treating cancer, Valter Longo, director of the Longevity Institute at the University of Southern California, thinks that short-term complete fasts maximize the benefits. He has foundthat a 48-hour total fast slowed the growth of five of eight types of cancer in mice, the effect tending to be more pronounced the more fasts the animals undertook.

Fasting is harder on cancer cells than on normal cells, he says. That’s because the mutations that cause cancer lead to rapid growth under the physiological conditions in which they arose, but they can be at a disadvantage when conditions changes. This could also explain why fasting combined with conventional cancer treatment provides a double whammy. Mice with gliomas — very aggressive forms of cancer and the most commonly diagnosed brain tumor in people — were more than twice as likely to survive a 28-day study if they underwent a 48-hour fast accompanied by radiation therapy as were those that did not fast.

Could fasting prevent cancers from developing in the first place? Evidence is scant.

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A Dimensão Diaconia na Missão Integral da Igreja

Dimensão Diaconia na Missão Integral da IgrejaPublicação do Instituto Paracleto. Autor: Jair Walter P. Ribeiro

Mestre em missiologia pela FTSA. Graduado no Instituto Haggai (Havaí) desde 2001.

Clique na figura para acessar o documento em pdf.

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O crescimento e desilusão com os livros de auto-ajuda

Impressionante como as livrarias precisam abrir mais espaço para a enxurrada de livros classificados sob a categoria Auto-ajuda. ”Goste do seu trabalho, seja qual for”. “A solução dos nossos problemas está dentro de nós”. “Se dois homens clamam pela sua ajuda, e um deles é seu inimigo, ajuda-o em primeiro lugar”.

Geralmente, são livros descolados do ambiente religioso porém produzidos por gente também deslocada da igreja do Senhor Jesus. O resultado é fazer gente agnóstica, ou seja, crêem em Deus mas não precisam seguir nenhuma religião. Isso produz gente que quer ser líder mas não admite ser liderado. Conhece pessoas assim? Pessoas que alcançam vitórias e oportunidades na família e se afastam da igreja. Porque se infectaram com esses livros.

O maior sucesso de vendas desse tipo de literatura até hoje registrado no Brasil, obviamente ainda não guardava a classificação auto-ajuda, foi O poder do pensamento positivo (1952), com 20 milhões de cópias em todo o mundo, do ianque Norman Vincent Peale (1898-1993), um pastor nova-iorquino. A editora responsável pelo título, a Pensamento-Cultrix, completou 100 anos em junho, com direito a comemorações no Museu da Língua Portuguesa (o livro foi escrito por um gringo), em São Paulo. Leva também o seu selo, uma espécie de precursor de infelicidades literárias no país, o Almanaque do pensamento, publicado pela primeira vez em 1912, onde, entre um aforismo e outro, era possível encontrar ajuda até mesmo para tirar manchas de roupas e saber as fases da lua.

Outra figura da empulhação positivista é Dale Carnegie (1888-1955), também ianque. Esse disseminador de tolices imperialistas começou ministrando aulas para adultos e, em 1912, criou o Treinamento Dale Carnegie, para enganar empregados, empreendimento transnacional, hoje inclusive líder mundial em treinamentos empresariais.

Para virar sucesso, deram-lhe inicialmente colunas em jornais especializados em conselhos positivistas, além de programas de rádio. Como fazer amigos e influenciar pessoas; Como evitar preocupações e começar a viver; Como falar em público e influenciar pessoas no mundo dos negócios; Como desfrutar da sua vida e do seu trabalho; O líder em você; Administrando através das pessoas; Lincoln — esse desconhecido; Como venceram os grandes homens.

Logicamente que toda essa literatice foi despejada nas colônias dos Estados Unidos, com estrondoso aparato publicitário, do México ao Chile – enquanto que os melhores autores nacionais, nos diversos países da América proletária não encontravam recursos para vender 100 mil exemplares internamente.

O investimento maior nesse tipo de leitura produzido por um brasileiro, no período “pós-abertura”, chegou com “obras” como Diário de um mago e O alquimista, de Paulo Coelho – por magia marqueteira da editora Rocco, no final da década de 1980 e início dos anos 1990. Em Diário…, Paulo Coelho chega a propor algumas medidas práticas de auto-ajuda, como o “exercício da crueldade”, que consiste em cravar a unha do dedo indicador na raiz da unha do dedo polegar toda vez que um “pensamento negativo” passar pela cabeça do “orientado”. Segundo o orientador, que nenhum hospício acolheu, dessa forma o sofrimento espiritual estaria sendo refletido no campo físico e, assim, os pensamentos ruins iriam embora…

Ainda que tenha catalogação própria na maioria das bibliotecas do país – inclusive na Biblioteca Nacional – a chamada literatura de auto-ajuda não se enquadra em qualquer gênero literário. Não se trata de livro didático ou pedagógico. Não é obra de referência. Não é livro técnico ou científico. Não é algum tipo de ficção: nem romance, conto, novela etc. Não é um gênero; é um filão de mercado.

Afinal, o que a farsa da auto-ajuda tem a ver com literatura, além de se materializar como escrita literária e tomar a forma de livro? Francisco Rudiger, professor da faculdade de comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi um dos primeiros a examinar a fundo o tema no Brasil. É de 1995 seu livro Literatura de auto-ajuda e individualismo- É chamada de literatura apenas porque se trata de livros e, portanto, algo que pode ser lido. O fenômeno não tem um significado literário, propriamente. As obras desse gênero se caracterizam por apresentar conselhos e regras de comportamento. A qualidade do texto costuma ser muito pobre. O importante, nele, são os segredos que pretende revelar aos interessados. Os autores não são escritores, mas pretendidos gurus modernos.

Somente em 2007 foram lançados quase 200 títulos para abarrotar as iluminadas prateleiras de auto-ajuda das maiores livrarias do país. O professor Francisco Rudiger ironiza: - A literatura de auto-ajuda funciona, sim. Mas não como ela promete. A eficácia do gênero está em promover o seu próprio consumo.

Algo semelhante ao que observa Leonardo Simmer, dono de uma jovem e pequena editora carioca, a Multifoco, que existe desde o ano passado e tem 15 livros no catálogo, entre romances, contos e poesia: - Na maior parte das vezes, as grandes editoras não escolhem o que publicam pelo valor literário. Os critérios são outros. Quem é o autor? Qual o potencial de venda da personalidade? Qual o potencial de venda do tema? A qualidade do texto e o que é dito passam a ser meros detalhes. Claro que as grandes casas são obrigadas a manter em seus catálogos alguns grandes nomes, já que isso é importante para sua imagem. Também é importante observar o contexto social. Assim como proliferam as igrejas evangélicas e seitas das mais diversas, que prometem mais dinheiro e felicidade, também há uma proliferação não só de leitores de auto-ajuda, mas também de autores de auto-ajuda, que buscam enriquecer em um mundo de miséria.

As livarias Saraiva e Siciliano, como a Livraria Cultura, estão repletas de títulos como Você já se abraçou hoje?, O que aprendi com meu carteiro sobre o trabalho e a vida?O motorista e o milionário - isso para não falar da avalanche de escritores de qualidade medíocre, como Dan Brown, autor de O Código da Vinci, mas que surge acompanhado de uma máquina publicitária estupenda, que faz sucesso antes de lançar o livro, que (anunciam) “vendeu milhares de exemplares na Europa e no USA”, sem que um único livro tenha saído do prelo etc.

Outro sucesso absurdo foi o livro “O Segredo”, que se transformou num documentário que fala sobre uma suposta “Lei da Atração” da física quântica que, segundo eles, “é a lei mais forte do Universo”. O filme prega que nós, homens, podemos conseguir tudo o que queremos: dinheiro, bens materiais, curas de doenças, bons relacionamentos pessoais, etc., através do “pensamento positivo”, bastando focar o pensamento naquilo que queremos, pois “tudo aquilo que pensamos se materializa, coisa boas ou ruins”. Usa, inclusive, a metáfora do “gênio da lâmpada”, onde o Universo é o “gênio” que atende aos nossos desejos conforme nossa vontade, tentando infiltrar na cabeça do espectador que a realidade é maleável, basta pensar positivo e tudo pode acontecer! Justificam que somente cerca de 1% da população da Terra é rica porque tais pessoas conhecem “o segredo”. E que pessoas famosas e importantes do passado, como Albert Einstein, Isaac Newton, Michelangelo, entre outros, foram bem-sucedidas porque também já conheciam “o segredo”. Muito lixo que corrompe a mente e o coração das pessoas. Para remover esses conceitos, é necessário discipulado de 3 a 5 anos.

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Pelo mundo das ONGs, Gongos e Bingos

Em 2010, havia 290,7 mil Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (Fasfil) no Brasil, voltadas, predominantemente, à religião (28,5%), associações patronais e profissionais(15,5%) e ao desenvolvimento e defesa de direitos (14,6%). As áreas de saúde, educação, pesquisa e assistência social (políticas governamentais) totalizavam 54,1 mil entidades (18,6%). As Fasfil concentravam-se na região Sudeste (44,2%), Nordeste (22,9%) e Sul (21,5%), estando menos presentes no Norte (4,9%) e Centro-Oeste (6,5%). Dessas instituições, 72,2% (210,0 mil) não possuíam sequer um empregado formalizado, apoiando-se em trabalho voluntário e prestação de serviços autônomos. Nas demais, estavam empregadas, em 2010, 2,1 milhões de pessoas, sendo intensa a presença feminina (62,9%). Porém, a remuneração média das mulheres (R$ 1.489,25) equivalia a 75,2% da remuneração média dos homens (R$ 1.980,08), sendo para o total dos assalariados, R$ 1.667,05 mensais naquele ano. Quanto ao nível de escolaridade, embora 33,0% dos assalariados dessas entidades possuíssem nível superior, quase o dobro do observado para o total das organizações (16,6%), sua remuneração era de 5,8 salários mínimos, bem menor do que a dos assalariados do total das organizações do CEMPRE – 7,6 salários mínimos.

Entre 2006 e 2010, observou-se um crescimento de 8,8% das fundações privadas e associações sem fins lucrativos no Brasil, expansão significativamente menor do que a observada no período de 2002 a 2005 (22,6%), e de 15,9% no pessoal assalariado, com aumento real de 6,2% nos salários médios mensais. Em números absolutos, o maior crescimento foi o das entidades religiosas, o que significou a criação de 11,2 mil entidades ou quase a metade (47,8%) do total das 23,4 mil criadas no período.

repasses ONGs

Desde 2005, as entidades privadas sem fins lucrativos receberam um total de R$ 19, 2 bilhões da União para executar atividades que cabem ao Estado, segundo dados do Tesouro Nacional pesquisados pela ONG Contas Abertas. Desse pacote, fazem parte desde programas de atendimento de saúde à população indígena às polêmicas emendas parlamentares que destinam parcela do dinheiro público a obras de interesse dos políticos, como quadras esportivas ou obras de infraestrutura turística.

Alvo de denúncias e polêmicas no ano passado, as Organizações Não Governamentais (ONGs) receberam do governo federal mais de R$ 3,9 bilhões em 2011, valor 11% maior que os R$ 3,5 bilhões repassados em 2010. O que chama atenção entre as 15 organizações que mais receberam recursos são as entidades que trabalham com populações indígenas, que somam de mais de R$ 100 milhões no ano passado.

Uma GONGO é uma «government-organized nongovernmental organization», ou «ONG organizada pelo governo». Uma BINGO, ou «big international NGO» trata-se de uma ONG multinacional.

Relatório recente do Tribunal de Contas da União (TCU) mostra que, só no Ministério do Trabalho, há 500 convênios feitos com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) com as prestações de contas pendentes de análise.

No ano passado, em todo o governo, 2.780 entidades deixaram de apresentar a prestação de contas do dinheiro recebido da União. Outros 42.963 convênios ainda não tinham as prestações analisadas. O atraso nessa análise atingia, em média, seis anos e dez meses, segundo o TCU.

A Controladoria-Geral da União (CGU) identificou casos de entidades com contas irregulares em um ministério que mantinham convênios em outros. É grande a lista de irregularidades encontradas nas pastas do Trabalho, Esporte, Turismo, Saúde e Ciência e Tecnologia, que suspendeu preventivamente novos contratos no início do ano.

Entre o total dessas instituições, 82,9 mil entidades administravam diretamente serviços ou rituais religiosos (28,5%), 44,9 mil atuavam na área de associações patronais e profissionais (15,5%), e 42,5 mil no desenvolvimento e defesa de direitos(14,6%). Havia, ainda, 54,1 mil entidades (18,6%) dedicadas a implementar políticas governamentais (saúde, educação, pesquisa e assistência social). Nesse segmento, os grupos mais vulneráveis da população – crianças e idosos pobres, adolescentes em conflito com a lei e portadores de necessidades especiais – eram assistidos por 30,4 mil entidades de assistência social(10,5%). Em educação e pesquisa (6,1%) e saúde (2,1%), eram 23,7 mil entidades, destacando-se as entidades de ensino fundamental (4,5 mil) e outros serviços de saúde (3,9 mil). Já entidades voltadas à preservação do meio ambiente e proteção animal representavam 0,8% do total das Fasfil.

O estudo aponta que cerca de um terço (33,0%) dos assalariados das Fasfil possuem nível superior, contrastando com o percentual de apenas 16,6% de pessoas com nível superior no total de assalariados do CEMPRE. A proporção de profissionais com curso superior é bem acima da média nacional nas entidades de educação e pesquisa (56,3%), sendo 67,4% nas instituições de educação superior e 60,1% nas de ensino médio.

Já na educação infantil, é menor a proporção de assalariados com nível superior (31,8%). Por outro lado, nas entidades de emprego e treinamento, possuem nível superior apenas 10,5% dos assalariados; e também apresentam baixos percentuais de assalariados com nível superior esporte e recreação (13,1%) e associações de moradores (14,1%).

Os trabalhadores das Fasfil ganhavam, em média, o equivalente a 3,3 salários mínimos por mês, em 2010. No total, a remuneração dos profissionais que trabalham formalmente nessas entidades envolveu recursos da ordem de R$ 46,2 bilhões o que equivale a uma média de R$ 1.667,05 por pessoa/mês, equivalente à média da remuneração no CEMPRE, que era de 3,2 salários mínimos mensais (R$ 1.650,30).

Com uma remuneração média menor que 2,0 salários mínimos, encontravam-se os assalariados de entidades que prestam serviços na área da educação infantil e emprego e treinamento. Entre as que proporcionavam uma remuneração mais alta, por volta de 5 salários mínimos, estavam as entidades de ensino superior (5,3 salários mínimos) e as de cultura e arte(4,6 salários mínimos).

Nas Fasfil, as mulheres recebiam salário médio equivalente a 75,2% da remuneração dos homens, em 2010, correspondendo a 3,9 salários mínimos para os homens e 2,9 salários mínimos para as mulheres, comportamento semelhante ao observado para o conjunto de assalariados do CEMPRE, cuja remuneração das mulheres equivalia a 80,0% da remuneração média dos homens.

Diferenças nas remunerações de homens e mulheres se reproduzem entre as entidades que possuem a mesma finalidade. Nas associações empresariais e patronaisa remuneração média dos homens era de 4,9 salários mínimos e das mulheres era de 3,2 salários mínimos; nas entidades de estudos e pesquisa os homens auferiam, em média, 5,1 salários mínimos e as mulheres de 3,3 salários mínimos; e, nas entidades de esporte e recreaçãoa remuneração média dos homens era de 3,4 e das mulheres de 2,2 salários mínimos.

A remuneração média dos assalariados com nível superior nas Fasfil era de 5,8 salários mínimos, bem menor do que a dos assalariados com este nível de escolaridade para o conjunto de assalariados do CEMPRE – 7,6 salários mínimos. A dos demais assalariados era 2,0 salários mínimos.

As remunerações mais altas para os ocupados com formação de nível superior eram concedidas pelas associações empresariais e patronais e de habitação (9,0 e 9,3 salários mínimos). Os hospitais, e as entidades de cultura e arte também se destacavam: nesses subgrupos, a remuneração média mensal era igual ou superior a 7 salários mínimos.

Entre 2006 e 2010, o crescimento de 8,8% das Fasfil foi mais acentuado na educação, mais especificamente de educação infantil(43,4%) e ensino profissional (17,7%). Em números absolutos, o maior crescimento foi o das entidades religiosas, o que significou a criação de 11,2 mil entidades ou quase a metade (47,8%) do total das 23,4 mil criadas no período.

Nas outras áreas mais diretamente relacionadas às políticas públicas governamentais, observou-se que, além da educação e pesquisa, cresceram as entidades de saúde (8,1%) e de cultura e recreação (6,8%) e assistência social (1,6%). Em contrapartida, observou-se uma redução na área de habitação(5,8%). Em que pese esses movimentos distintos, essas entidades mantiveram a mesma participação no conjunto das Fasfil.

Fonte: IBGE

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Sono: escolha, negócio e genética.

No mundo todo, clínicas especializadas são contratadas para induzir o sono dos trabalhadores durante o horário comercial. Segundo estudos, cerca de 30 minutos de soneca faz com que o funcionário volte para a labuta muito mais bem disposto.

Depois das massagens e de outras técnicas para relaxar e aliviar a tensão, estão surgindo clínicas no mundo todo (inclusive no Brasil) dispostas a induzir o sono de seus clientes durante o horário comercial, para que eles saiam dali mais descansados e bem dispostos para a labuta.

Assim que a pessoa entra no “quarto do cochilo”, aprende técnicas de respiração e relaxamento. Tudo é feito para fazer você cair no sono, da iluminação e dos aromas até a música que faz a mente repousar. No Rio de Janeiro, a clínica Pausadamente, por exemplo, conta com poltronas especiais inspiradas nas cadeiras “gravidade zero” criadas pela Nasa. Elas são desenvolvidas para amenizar a tensão dos astronautas: projetam o corpo para trás elevando as pernas acima do nível do coração, reduzindo o peso na coluna e acelerando a sensação de relaxamento.

Meia horinha de sono sai por cerca de 24 reais. Nos tempos em que dormir mal virou uma epidemia, um cochilo pode ser revigorante para uma rotina cheia de pressão, trabalho e ansiedade. “Não se trata de repor o sono noturno, mas uma soneca de até 30 minutos pode melhorar o humor e aguçar o pensamento, já que é normal termos uma sonolência no início da tarde”, afi rma o neurologista Luciano Ribeiro Pinto, do Instituto do Sono, da Unifesp. Nos países latinos em que a siesta é oficialmente instituída, eles levam a sério os benefícios do cochilo. E sem pagar nada por isso!

Dormir pouco ou dormir mais que os outros é um caso que foi anunciado recentemente pelos cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e da Universidade Ludwig Maximilians, na Alemanha, como sendo um fator genético relacionado ao gene ABCC9, um velho conhecido dos cientistas e responsável pela identificação de doenças cardíacas e da diabetes.

Com mais de 4000 pessoas em sete países europeus como exemplo do estudo, as pessoas que dormiam em média 30 minutos mais que as outras, ou seja, aquele ficar na cama “só mais 5 minutos” representaram 20% dos pesquisados e todos apresentaram a presença do ABCC9, enquanto os que dormiam regularmente dentro da média normal de 8 horas não tinham esta característica genética em sua formação.

Amostras de DNA dos voluntários foram analisadas e o estudo foi apresentado no periódico “Molecular Psychiatry”.

Diversos fatores influenciam o sono, não só os fatores genéticos, mas o estudo levou em consideração os fatores externos na pesquisa, como excesso de trabalho, cansaço emocional ou físico ou medicamentos que os voluntários estavam fazendo uso.

Para você conhecer um pouco mais de como funciona o metabolismo do sono, considere que seu corpo passa por 2 fases bem distintas de sono.

O sono não REM, ou Rapid Eye Movement (“movimento rápido dos olhos”), é a preparação do corpo para o sono. Por sua vez é dividido em 3 fases: Sonolência, relaxamento aprofundado e sono profundo e o tempo para esta preparação do sono pode durar 90 minutos. (1 hora e meia).
O sono REM é aquele onde acontecem os sonhos, e também as diversas formas do cérebro de arquivar as informações acumuladas durante o dia.

Em um dia perfeito, uma mulher ocidental de 38 anos dá prioridade a uma noite bem dormida, um pouco de sexo e algum tempo com os amigos, garante uma pesquisa da Universidade de Bremen, na Alemanha e do Instituto de Tecnologia da Georgia, nos Estados Unidos. No estudo Just A Perfect Day: Developing a Happiness Optimized Day Schedule, publicado na “Journal of Economic Psicology”, os pesquisadores Christian Kroll e Sebastian Pokuta entrevistaram 900 mulheres economicamente ativas para descobrir que falta tempo para o básico. Em vez de horas no shopping ou na academia, elas querem dar atenção a quem importa e, principalmente, aliviar o cansaço. No Brasil, dados do estudo Episono, realizado em 2007 pelo Instituto do Sono, também mostram que as mulheres dormem 6h33m mas gostariam de dormir mais. Exatamente 1h49m a mais. Já os homens têm 6h28m de sono e ficariam mais 1h34m na cama.

— De tudo o que acontece no nosso corpo, o sono é a única variável sobre a qual temos uma certa ingerência e é justamente o que sacrificamos quando queremos mais tempo para outras atividades — observa a bióloga Lúcia Rotemberg, vice-chefe do laboratório de Educação em Ambiente e Saúde da Fiocruz, que atualmente faz um pós-doutorado em sociologia sobre o uso do tempo. — Temos um orçamento, é preciso eleger prioridades dentro das nossas 24 horas, que são as mesmas para todo mundo: rico ou pobre, o tempo é o mesmo. Hoje vivemos num mundo produtivista, com muitas demandas e uma competição muito alta, o trabalho é levado para casa. Como tempo tem a ver com espaço, tudo fica misturado e, para descansar, é preciso reequilibrar esse orçamento — explica.

As razões para este déficit de horas de sono vão desde a perda de uma a duas horas por século desde a invenção da luz elétrica — quando passamos a dormir menos —até a lista de tarefas diárias da gincana feminina que cada vez aumenta mais.

— As mulheres dessa faixa etária da pesquisa têm mais insônia, na proporção de três para um homem. A mulher trabalha, gerencia casa, filhos, marido, seu papel social é muito maior. Se fizessem esta pesquisa no Brasil o resultado seria bem parecido — acredita a neurocientista Dalva Poyares, médica do Instituto do Sono e professora da Unifesp.

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O que aconteceu com Rob Bell? Pode ser o sucesso ou a crise da meia-idade.

A entrevista que Rob Bell deu à revista VEJA da última semana de novembro (28/11/2012) com o título “Quem falou em céu e inferno?” gerou grande polêmica. A entrevista provocou intensa polêmica nas redes sociais. Rob Bell se tornou uma figura polêmica quando passou a pregar a salvação de todos os seres humanos no final (universalismo) negando, assim, a realidade do inferno. Este ano ele deixou a igreja que fundou, a Mars Hill Bible Church – não confundir com a Mars Hill Church do Mark Driscoll, uma não tem nada a ver com a outra – para se dedicar ao ministério itinerante percorrendo, segundo a revista VEJA, “o mesmo circuito das bandas de rock”.

Inteligente, carismático, conectado e bom comunicador, Rob Bell tem atraído muitos jovens evangélicos no Brasil, especialmente após o lançamento de seu livro O Amor Vence no ano passado e seus vídeos muito bem produzidos no YouTube.

É certo que Bell tem influenciado milhões de jovens ao redor do mundo. Sua produção impecável e profissional aliada a um técnica de ensino formidável e maestralmente contextualizada resultam num poder de influência sem precedentes. Está sendo até mesmo tido como o Billy Graham da juventude americana do século 21.

Porém, depois de ver outros vídeos que deixam claro sua posição teológica sobre pontos mais que fundamentais da teologia bíblica, não consigo mais ouvi-lo sem lembrar dos seus heréticos pressupostos teológicos. Pois diante da interpretação bíblica coerente, sua visão teológica sobre doutrinas importantes começam a nos distanciar.

O fato é que os pressupostos de Rob Bell são tão perigosos que mesmo aquelas coisas aparentemente inofensivas que ele fala são perigosíssimas, visto que nem todos que o ouvem têm o senso crítico para identificar com meticulosidade estes perigos. Assim, podem “engolir” sapos sem saber. Vejamos alguns destes perigos no vídeo: 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=mSGsDQLRTNY

Por ser um emergente liberal, seu pressuposto básico é o de que o compromisso doutrinário é uma atitude dispensável e certos dogmas não são tão essenciais à fé cristã. “Acima de todas as coisas”, o que importa para o emergente é o serviço ao próximo e “tornar o mundo um lugar melhor”.

No vídeo, Bell menciona a ressurreição de Cristo de acordo com a tendência liberal pós-moderna, pois se você reparar ele não cita a cruz de Cristo. A exemplo de seu mestre Brian McLaren, cuja afirmação conhecida é a de que a cruz é uma propaganda enganosa do evangelho, Rob Bell foge do escândalo da cruz. No seu livro Jesus quer salvar os cristãos ele até fala da crucificação, mas como se tal evento fosse o exemplo da atitude pacífica de Jesus ao não resistir a seus agressores. Jesus deixa de ser o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo; passando a um mero exemplo de pacifismo e auto-negação.

O rev. Augusto Nicodemos comenta que no vídeo, ele fala da ressurreição não como se a mesma, a ressurreição corporal, servisse como porta de entrada para a vida eterna. Ele afirma que o evangelho serve para “fazer deste mundo um lugar melhor”. Numa abordagem sobre a cruz e sobre o evento da ressurreição é indispensável a abordagem de questões como o julgamento dos ímpios e a herança dos santos escolhidos em Cristo. Assim, o que Bell prega é uma ressurreição alegórica que acontece pela continuação do ideal cristão de pacifismo e serviço ao próximo. Ou seja, Jesus está ressurreto entre nós quando, como cristãos, temos a atitude de tornarmos este mundo melhor.

Outra questão perigosa e herética, ressaltada pelo rev. Nicodemos é que Bell adota é o que alguns chamam de plágio judaico-cristão. O que ele sugere é que as raízes judaico-cristãs da Igreja não são nada menos do que um plágio de lendas e mitos pagãos do Império Romano. Isso pode ser visto extensivamente no seu livro Repintando a Igreja. Usando suas palavras, Bell reconta o evangelho no vídeo acima como se fosse uma lenda deste “grupo de judeus que alegam/insistem terem visto seu rabino ressurreto”.

Pela aparente imparcialidade da retórica de Bell passa quase despercebido que ele considera o nascimento virginal de Cristo (um dogma indispensável e irrefutável para todo o arcabouço da teologia cristã) como uma lenda. Rob Bell compara o nascimento virginal de Cristo com a lenda de Mitra. Bell diz que a palavra “virgem” pode ser traduzida como “jovem moça” e que se Jesus tivesse um pai biológico chamado Larry, a fé cristã não seria afetada, já que o importante é a maneira como vivemos. Ele não nega abertamente a partenogénese de Cristo, mas coloca o fato em cheque e o torna totalmente irrelevante. Porém, se aceitarmos isso, estaríamos tornando Mateus 1.25 mentiroso e 1Coríntios 15:45 uma sandice.

Com tal capacidade e ferramentas à sua disposição, Bell poderia contribuir muito mais positivamente ao crescimento da Igreja de Cristo e à expansão do Reino de Deus até aos confins da terra. É uma pena não ser assim.

Lutemos para que o evangelho, hoje tão confundido por alguns, continue sendo pregado como: o homem separado de Deus por si mesmo é redimido para a vida eterna ou julgado para a morte eterna por Cristo por meio de seu sacrifício expiatório na cruz do Calvário e de sua real ressurreição, um evento histórico, único e literalmente real.

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Pulverização evangélica na cidade de São Paulo

A cidade de São Paulo viveu uma pulverização evangélica sem precedentes na última década. Segundo novos dados do Censo, o número de evangélicos sem laços com uma igreja determinada aumentou mais de quatro vezes entre 2000 e 2010, enquanto a quantidade de fiéis que frequentam templos menores cresceu 62% nesse período. Juntos, esses dois grupos foram responsáveis por 96% do crescimento do rebanho evangélico da capital em uma década, de 825 mil fiéis.

Os evangélicos não determinados englobam tipos diferentes. Entram na conta os que se dizem apenas evangélicos, sem especificar a igreja ou a corrente, os que frequentam cultos diferentes e os que fazem parte de pequenas igrejas não pentecostais. Em São Paulo, o crescimento dos evangélicos não determinados foi tão grande que eles hoje representam a terceira maior corrente religiosa da cidade – perdem para os católicos e os sem religião, mas ultrapassaram a Assembleia de Deus, denominação evangélica que tem o terceiro maior rebanho do País.

Já a corrente dispersa formada por pessoas que frequentam templos pentecostais ou neopentecostais menores deixou para trás, em uma década, dois gigantes do pentecostalismo evangélico – a Igreja Universal do Reino de Deus e a Congregação Cristã no Brasil, que perderam fiéis.

Segundo o antropólogo Ronaldo de Almeida, da Unicamp e do Cebrap, o novo mapa da configuração evangélica da capital paulista é fruto da especialização. “Há uma diversificação e uma maior infidelidade a uma instituição específica. O sujeito ainda se identifica principalmente como evangélico, mas hoje ele molda sua experiência religiosa. Quando quer ouvir um louvor com mais música, vai a uma igreja, quando quer cura, vai a outra, quando busca mensagem espiritual mais forte, busca outras.”

A antropóloga Diana Nogueira, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, faz um paralelo com pessoas que querem perder peso e vão migrando de médico em médico. “A religião fortalece e ajuda as pessoas, mas não resolve muitos dos desafios que uma vida de periferia urbana lhes impõe. Com isso, algumas dessas pessoas vão de igreja em igreja, buscando soluções”, diz Diana.

Além da busca diversificada, há o surgimento de igrejas voltadas a nichos específicos, como a Crash Church Underground Ministry – que atrai roqueiros adeptos do thrash metal em seu templo no Ipiranga –, ou a Igreja da Comunidade Metropolitana, em Santa Cecília, voltada para o público homossexual.

“O crescimento das igrejas evangélicas menores é muito visível. São as chamadas comunidades. Seus fundadores são pastores que já pertenceram a igrejas evangélicas maiores”, diz o vereador evangélico Carlos Apolinário (DEM).

Levantamento feito em 2008 pela equipe de Apolinário enumerou mais de 18 mil templos evangélicos em São Paulo, a maioria na zonas leste e sul. Ele estima que outras 2 mil tenham sido criadas desde então. Para se ter uma ideia, o total de paróquias católicas não chega a 500 na capital paulista.

Outros dados do Censo chamaram a atenção. A Assembleia de Deus teve um aumento de fiéis de 36% – menor que o da média nacional (46%. Já os evangélicos de missão – grupo que inclui batistas, luteranos, presbiterianos, metodistas e adventistas – tiveram uma queda de 13% em São Paulo e aumento de 11% no País.

Entre as pentecostais, o destaque vai para a perda acentuada de fiéis em São Paulo da Congregação Cristã (27%) e da Igreja Universal (37%), enquanto no País o rebanho de cada uma encolheu 10%.

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