Arquivo do mês: março 2012

Pastor: School calls cops to shut down preaching

Um pastor evangélico que acredita que deveria seguir o mandamento bíblico “ir e pregar” a mensagem do Evangelho está revoltado que a diretoria da Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota em Marshall chamou a polícia local para ameaçá-lo com uma intimação por invasão de propriedade.
Robert Yant, porta-voz da polícia de Marshall, disse para WND que não houve boletim de ocorrência contra o Pr. John Chisham. A história do pastor aparece num site ligado a Igreja Aliança Rio da Vida. O site apresenta a mais recente disputa que ele teve sobre direitos de expressão na universidade.
Chisham disse que ele e outro “pastor universitário”, Jake Larson, estavam “proclamando o Evangelho ao ar livre no campus da UESM antes de sua reunião semanal da Rede Universitária Mudança”.
“Em nenhum momento alguém da universidade — estudantes, professores, ou seguranças — se aproximou dos pregadores para fazer objeção à sua prática de liberdade de expressão”, o relatório explica. “Isso é, até o Capitão Brian Ehlenbach se aproximar dos pregadores com dois policiais uniformizados de Marshall e sarcasticamente perguntar a John Chisham, um cidadão contribuinte de impostos nos Estados Unidos da América e no Estado de Minnesota, ambos dos quais financiam (sic) essa universidade pública, ‘Você está pronto para sair daqui agora?’”.
WND fez contato com a diretoria da universidade, mas não obteve resposta.
Yant disse que Chisham saiu, de modo que não foi citado por invasão de propriedade como a universidade alega.
“Em nenhum momento os policiais foram capazes de ou se dispuseram a dar uma razão para a nossa saída. Tudo o que disseram foi ‘a universidade não quer vocês aqui’”, o relato de Chisham disse. “Chisham repetidamente perguntou ao Capitão Ehlenbach e aos policiais que lei ele estava quebrando, ou que política ele estava transgredindo na universidade. Os policiais e o Capitão Ehlenbach foram incapazes ou se recusaram a responder”.
Yant também disse para WND que ele desconhecia qualquer política de restrição de expressão do campus que a universidade tenha deixado disponível publicamente.
“Tudo se resume a isso: a Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota não tem razão legal para ordenar a remoção à força desses pregadores de seu campus. A Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota demonstrou repetidamente uma tendenciosidade e preconceito contra cristãos que praticam suas crenças religiosas no seu campus. Não há uma política clara proibindo essa prática de liberdade de expressão em seu campus, mas os seguranças do campus e do gabinete do reitor têm (sic) usado políticas relativas à solicitação para silenciar a liberdade de expressão e crenças religiosas”, o relato de Chisham disse.
“Então eles usam a delegacia de polícia de Marshal para participar dessa conspiração para silenciar a liberdade de expressão e a prática de crenças religiosas ao dizer a nós ‘não queremos vocês mais aqui’”.
Em seu site Chisham pediu aos seus leitores para fazerem contato com a diretoria da universidade para expressarem o que pensam sobre o incidente.
Yant disse que a universidade tinha estabelecido restrições de expressão anteriormente para Chisham, e ele “não estava as estava seguindo”, então ele foi ameaçado com uma intimação por invasão de propriedade.
Semanas antes, Chisham foi ameaçado de prisão por distribuir literatura evangélica no campus. Mas ele mais tarde teve permissão de voltar depois que WND pediu à universidade que comentasse sobre a disputa.
Naquela época, Chisham disse que ele foi multado por distribuir folhetos evangelísticos e cartões de visita e foi emitida uma “determinação de invasão de propriedade” dizendo a ele para ficar longe do campus.
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A Christian minister who believes he should follow the biblical mandate to “go and tell” the Gospel message is outraged that officials at Southwest Minnesota State University in Marshall called local police to threaten him with a citation for trespass.

Marshall police spokesman Robert Yant told WND that there were no charges filed against the pastor, John Chisham. The pastor’s story appears on a website connected to the River of Life Alliance Church. It outlines the latest dispute he’s had over speech rights on campus.

Chisham said he and another “campus minister,” Jake Larson, were “proclaiming the gospel in the open air on the SMSU campus prior to their weekly meeting of Change Collegian Network.”

“At no time did anyone on the campus – students, faculty, or security – approach the preachers to object to their practice of free speech,” the report explains. “That is until Capt. Brian Ehlenbach approached the preachers with two uniformed Marshall police officers and sarcastically asked John Chisham, a taxpaying citizen of the United States of America and the state of Minnesota, both of which funds (sic) this public university, ‘Are you ready to leave now?’”

WND messages left with university officials did not generate a response.

Yant said that Chisham left, so he was not cited with trespass as the school alleges.

“At no time were the officers able or willing to give a reason for the removal other than ‘they do not want you here,’” Chisham’s report said. “Chisham repeatedly asked Capt. Ehlenbach and the officers what law he was breaking, or what policy he was transgressing on the campus. The officers and Capt. Ehlenbach were unable or refused to answer.”

Yant also told WND he was unaware of any campus speech restriction policy that the university made available to the public.

“What it all comes down to is this: Southwest Minnesota State University has no legal reason to have these preachers forcibly removed from their campus. Southwest Minnesota State University has demonstrated time and again a bias and prejudice against Christians practicing their deeply held religious beliefs on their campus. There is no clear policy forbidding this practice of free speech on their campus, but the campus security and the provost’s office has (sic) used policies concerning solicitation to silence free speech and deeply held religious beliefs,” Chisham’s report said.

“Then they use the Marshall police department to participate in this conspiracy to silence free speech and the practice of deeply held religious beliefs by telling them ‘we do not want them here any more.’”

On his website, Chisham asked readers to contact school officials to express their thoughts on the incident.

Yant said the school previously had set speech restrictions for Chisham, and he “wasn’t abiding by those,” so he was threatened with a trespass citation.

It was just weeks earlier when Chisham was threatened with arrest for handing out Gospel literature on the campus. But he later was allowed to return after WND asked the school for comment on the dispute.

At that time, Chisham said he was ticketed for handing out Gospel tracts and business cards and issued a “trespass order” telling him to stay off the campus.

School security official Michael Munford declined to speak about the issue at that time. Another official, Bill Molso, told WND there was no conflict, insisting the pastor was only issued a citation for violating a policy on “advertising.” He also insisted Chisham was not banned from campus.

Munford reached out to Chisham within just a few minutes of WND’s inquiry, and the pastor then reported that Munford had “agreed to allow the pastor and a co-leader back on campus with the stipulation that [his group] will not hand out any material that has not been approved,” according to Chisham.

He continued, “When material is approved, CCNSMSU will be given a time, place, and location where the ministry is allowed to hand out the material. CCNSMSU will be free, according to the verbal agreement, to return to campus and have open and free discussions with any student willing to participate.

Chisham has told WND he’s been visiting the campus, talking with students, giving them tracts or business cards if they want and holding Bible studies for several years.

Then, suddenly, school officials objected, calling his tracts “advertising.”

WND previously reported when Chisham visited the nearby campus of Mankato State University in Mankato, and a college professor came out and shouted him down.

Ultimately the professor, James Dimock, traveled with a group of “gay” students to disrupt the pastor’s services in River of Life Alliance Church in Marshall.

It was in 2010 when a dozen students marched into Chisham’s church service and stood silently in front of the congregation. They held up signs that blocked the congregation’s view of Chisham as he preached.

Dimock said at the time the protest was prompted by the pastor’s visit to the Mankato campus.

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Número de leitores caiu 9,1% no país em quatro anos, segundo pesquisa. Enquanto 24% dos brasileiros têm esse hábito, 85% costumam ver TV.

A terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que indica o comportamento leitor do brasileiro em todas as regiões do país, indica que o brasileiro lê, em média, quatro livros por ano, entre literatura, contos, romances, publicações religiosas e didáticas. Das quatro leituras, apenas duas são completas, enquanto a outra metade fica pelo caminho.

O levantamento, realizado entre junho e julho de 2011, foi divulgado ontem, em Brasília, pelo Instituto Pró-Livro (IPL). O estudo foi feito com o apoio da Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL).

De acordo com a presidente do IPL Karine Pansa, os dados podem ser considerados bons, uma vez que o mercado editorial brasileiro está aquecido.

— Muitos fatores têm contribuído para conscientizar a população sobre a importância do hábito da leitura, como a queda constante nos preços, o aumento do poder aquisitivo, principalmente da chamada nova classe média, que reflete na melhora do percentual de aquisições de obras registrado pela pesquisa, de 45% em 2007 para 48% em 2011, e o crescimento das novas tecnologias, como os e-books, que apresentam mais familiaridade com os jovens — analisa Karine.

Quantidade de leitores

Hoje, 50% da população brasileira é composta por leitores — isto é, gente que leu ao menos uma obra, inteira ou em partes, nos últimos três meses —, o que representa cerca de 88,2 milhões de pessoas. A pesquisa ainda apontou que a leitura é mais comum entre as mulhres (53%) do que entre os homens(43%).

Considerando-se apenas os últimos três meses, período que o IPL determinou como mais fácil para a lembrança no ato da entrevista do que se leu, o brasileiro lê a média de 1,85 livros, sendo que a maior parte deste número (1,05) são os escolhidos por iniciativa própria e o restante (0,81) os indicados pela escola. Separando apenas os leitores, a média no mesmo período é de 3,74.

A leitura entre os estudantes


Quando abordados apenas os estudantes (64% da população ou 114 milhões de pessoas), o nível chega a 3,41 exemplares nos últimos três meses. Do índice total, 2,21 livros são indicados pelas escolas e divididos em 1,72 didático e 0,49 de literatura.

Os alunos também revelaram que leem 1,2 livro por iniciativa própria, dividido entre literatura (0,47), bíblia (0,15), livros religiosos (0,11) e outros gêneros (0,47).

Leitura e ascensão econômica

Outro dado apontado revela que para 64% dos entrevistados “ler bastante pode fazer uma pessoa vencer na vida e melhorar sua condição socioeconômica”.

— Apesar de os indicadores apresentarem uma redução no número de leitores, se aprofundarmos a análise dos resultados percebemos indicadores que mostram uma melhor qualidade nessa leitura, com um crescimento no número de pessoas que afirmaram ler mais hoje do que em relação à última pesquisa — reforça Karine.

A pesquisa mostra que aproximadamente 49% das pessoas leem mais hoje do que em 2007, quando esse número era de 40%. A bíblia ainda aparece em primeiro lugar entre o tipo de leitura, seguido de livros didáticos, romances, demais livros religiosos, contos e literatura infantil. Além disso, 55% dos entrevistados afirmaram que a motivação para ler vem da atualização cultural e de conhecimentos gerais.

Professores se tornaram os principais incentivadores

Os professores passaram do segundo para o primeiro lugar entre os que mais incentivam a leitura, ultrapassando a importância das mães como responsáveis por despertar o interesse pelos livros.

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O fim do sonho do Curdistão cristão, pendência da Primeira Guerra devido aos turcos

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Spiritual Warfare in the Psalm 8

Ps. 8:2
Out of the mouth of babes and sucklings hast thou ordained strength because of thine enemies, that thou mightest still the enemy and the avenger.

Comment:

How does God use the mouth of His children?

The scripture says that God has ”ordained strength” out of their mouth. The original text for ‘ordain’ can also mean ‘make a foundation’. The word rendered ordained – יסד yâsad – means to found, to lay the foundation of, as of a building, Ezra 3:12; Isaiah 54:11. Then it means to establish, appoint, ordain, constitute, etc.

When we speak, God will make our words a foundation for His strength, i.e. He puts His power on our words. It is extremely important for us to understand this truth. We are tempted to discern from our emotions, whether we have enough strength or not.

  • We may feel, or think, that we have strength, i.e. our own strength, and act from it. But, our own strength will not be sufficient.
  • Or we may feel that we don’t have strength, and therefore we feel, or think, we cannot act.

The truth is, we are not called to act from our own strength.

  • We are called to speak commands
  • It is God’s job, to put His power on our words

When we do our job, we should believe that God will do His job. When we speak commands against the evil spirits, not just our words reach them, but God’s power. The power of God, put on our words, hit the evil spirits, and they have no chance against it.

The word “strength” is rendered by the Septuagint as “praise” – αἷνον ainon – and this is followed in the quotation in Matthew 21:16. The same rendering is adopted in the Latin Vulgate and in the Syriac.

The Hebrew word for “enemies” is tsarar, and it means ‘to cramp’. The word is interpreted differently in different scriptures, and we will study those interpretations one by one, since they tell us about the activity of the enemy in people’s lives.

Let’s first have a look at tsarar in the meaning ‘to cramp’, i.e. to press and to make people’s lives too narrow.

The evil spiritual world is pressing people. It becomes hard to receive salvation, and hard to live as a Christian. God’s plan is freedom for His creation. Freedom to receive salvation, and freedom to live, and to go further, as a Christian.

Other definitions of tsarar, with a similar meaning as cramp, are:

  • Ensnare
  • Tie
  • Be too narrow

We don’t have to look long to find people who are ensnared in sin and misery, people tied up in themselves, people tied up in wrong relationships, or people who’s life and way of living has become so narrow they cannot go any further. Our ‘enemies’, i.e. the evil spirits, are working to trap us in all of these things.

The original word – שׁבת shâbath – from which our word Sabbath is derived, means to rest; to lie by; to sit down; to sit still; and in the Hiphil, to cause to rest, or to cause to desist; to put an end to, Ezekiel 34:10; Joshua 22:25; Psalm 46:9; Proverbs 18:18. Here it means to bring to an end the purposes of the enemy and the avenger; or, to cause him to desist from his designs.

Finally, let’s summarize Ps. 8:2 in a paraphrase:

God has put His power, His strength, on the commands of His children, to conquer what is pressing them, since it is His plan to make an end of the enemy’s ability to torment them.

It is time for us, the believers, to respond to the mission God has given us! It is time to command the enemy to leave!

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A mitologia do STF

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A doutrina dos mórmons

Os mórmons fizeram com Jesus Cristo o mesmo que fizeram com Deus. A Bíblia ensina que Jesus Cristo é Deus o Filho. Deus desceu à terra em carne humana para derramar seu sangue por nossos pecados e vencer a morte por nós por meio da ressurreição corpórea.

Os mórmons ensinam que Jesus Cristo é um Deus chamado Jeová, outro Deus, diferente de Deus Pai cujo nome é Eloim. A Bíblia usa estes nomes intercambiavelmente, aplicando-os ao único e verdadeiro Deus e a Jesus Cristo, como é indicado em Deuteronômio 6:4: “O Senhor [Jeová] nosso Deus [Eloim] é o único Senhor [Jeová].” Entretanto, o ensinamento dos mórmons concernente a Jesus Cristo é que “Cristo o Verbo, o Unigênito, havia é claro, atingido o status de divindade ainda na pré-existência”. (4)

Contrário ao ensino mórmon, Cristo sempre foi, agora é, e para sempre será Deus. Ele não atingiu o estado de ser Deus porque jamais houve época em que Ele não fosse Deus.

É claro, que Cristo tem um começo no que se tornou homem mediante o nascimento virginal. Entretanto, examine Isaías 9:6: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; [uma profecia clara e reconhecida universalmente da vinda de Cristo] e o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus, Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (itálicos do autor). Aqui a Palavra de Deus chama a Jesus Cristo de “Deus, o Pai da Eternidade.” (Ver também Jeremias 32:18.)

É isso mesmo, Jesus Cristo é esse único, verdadeiro e eterno Deus, manifestado na carne (veja João 1:1; 1 Timóteo 3:16).Cristo é chamado de Deus numerosas vezes: “Senhor meu e Deus meu!(João 20:28); “Mas, acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre” (Hebreus 1:8). Uma vez que Deus declarou em Isaías 43;10 (e em outros vários lugares) que ele é o único Deus, e que jamais haverá outro, Jesus Cristo, então, ou é um Deus falso ou não é Deus de modo algum, ou ele é esse único Deus verdadeiro revelado na carne como o Filho de Deus.

Outra profecia que se refere a Jesus Cristo, o Deus-homem, Miquéias 5:2: “E tu, Belém Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.” Este “desde os dias da eternidade” definitivamente significa desde toda a eternidade passada, sem nenhum princípio, como já verificamos.

João 1:1 declara: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (Mais tarde em 1:14 vemos que “o Verbo se fez carne, e habitou entre nós”, o que torna Cristo e o Verbo sinônimos.) João 1:1 ensina-nos que Cristo era o Verbo e que ele estava com Deus e que ele era (não se tornou) Deus. De novo, aqui no primeiro versículo do evangelho de João, vemos que Deus foi Deus desde o princípio (o que aqui possui o significado de “de todo o tempo”) e assim Jesus Cristo foi Deus desde o princípio, de todo o tempo!

Jesus Cristo aceitou a adoração como Deus em muitas ocasiões porque era Deus. Por exemplo: “E eis que Jesus veio ao encontro delas, e disse: Salve! E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés, e o adoraram” (Mateus 28:9).

Ora, Deus proibiu totalmente a adoração a qualquer outro deus, em passagens bíblicas tais como Êxodo 34:14: “Porque não adorarás outro deus: pois o nome do Senhor é Zeloso; sim, Deus zeloso é ele.” O fato de Jesus permitir, encorajar e aceitar a adoração, indentifica-o como Deus, e há somente um único Deus que já foi e será Deus, “de eternidade a eternidade”.

O Jesus mórmon não teve nascimento virginal, é irmão espiritual de Satanás; não foi Deus desde a eternidade, não é um em natureza, essência e substância com Deus Pai e com o Espírito Santo. Sua salvação não pode levar a pessoa ao “céu mais alto”; é necessário que a pessoa também faça boas obras. O Jesus mórmon é um Jesus falso, um Jesus que não existe a não ser como parte da ilusão mórmon.

Satanás pode dar “bons sentimentos” ou “experiências espirituais” aos que adoram este Jesus, porque Satanás produz imitações do tipo “anjos de luz” de Jesus para enganá-los. Mas o Jesus mórmon definitivamente não é o Senhor Jesus Cristo, bíblico, vivo, ressurreto em corpo, Deus da eternidade, Criador de todas as coisas (João 1:3). Não importa quanto o mórmon ame ao Jesus que ele conhece e à ele preste homenagem, é tolice fútil e fatal. E a doutrina do Deus-Adão de Brigham Young teve grande papel na formação deste Jesus falso do mito mórmon.

Os mórmons às vezes afirmam que Brigham Young não quis dizer que Adão era Eloim, mas sim um homem que atingiu a divindade em algum outro planeta. Eles podem também acrescentar que era Eloim que foi apresentado como o Deus que teve relações sexuais físicas com a “virgem” Maria, e não Adão. Parece fazer pouca diferença para os mórmos que Brigham Young repetidas vezes tenha dito e ensinado que “Adão é o único Deus com quem devemos lidar”; parece fazer pouca diferença que os líderes mórmons que o ouviram, citaram-no dizendo isto repetidas vezes; pareve fazer pouca diferença que muitos deles tenham falado em adorar este Deus-Adão como seu único Deus. Os mórmons que ouviram Brigham Young e o citaram criam que ele queria dizer que Adão era o “Deus” que teve relações sexuais com Maria e que Adão era o pai de Jesus Cristo – não em algum conceito espiritual, mas fisicamente. Depõe contra os mórmons modernos presumir corrigir seu profeta e todos os seus líderes agora, quando Brigham Young não os corrigiu então.

Ainda que Young na verdade tenha querido dizer que Eloim, um Deus de carne e sangue, teve relações sexuais físicas com a “virgem” Maria, isto ainda é uma afirmação blasfema. Isto significa que Maria não era virgem quando Jesus nasceu, como a Bíblia o afirma. Deus violou os direitos conjugais de José forçando-lhe um relacionamento adúltero – a própria coisa que ele proíbe – com Maria. Deus não viola seus próprios mandamentos! Que Deus tenha misericórdia daqueles que ousam abaixar-se tanto em desonrá-lo e à sua Palavra para salvar a Brigham Young! Jesus nasceu por milagre do Espírito Santo que capacitou a virgem Maria a conceber, não por via de relações sexuais físicas com um Deus namorador!

A propósito, Adão não existia antes de ser criado. Como Deus diz claramente, primeiro vem o natural, depois o espiritual (ver 1 Coríntios 15:46). Quando Jesus disse: “Antes de Abraão EU SOU”, estava declarando que antes de Abraão existir, Jesus era o Deus Eterno! Certamente, Abraão existiu fisicamente antes do homem Jesus. Jesus como Deus, existiu desde a eternidade.

Deus ama aos mórmons e eu também. O que posso fazer é orar para que o bisturi da verdade contenha a anestesia de seu amor à medida que ele usar estes fatos para operar os corações dos mórmons que honestamente desejam conhecer a verdade.

Com pesar genuíno, mas com certeza absoluta, repetimos: ao negar, a igreja mórmon, a doutrina do Deus-Adão faz de Brigham Young um profeta falso. Isto significa que a igreja dos Santos dos Últmos Dias é falsa. Aceitar tal doutrina é rejeitar a Bíblia e o bom senso. Também nega o profeta e presidente, Spencer W. Kimball.

Estes fatos deixam os seguidores mórmons sem saída. Deus não quer que os mórmons se desesperem, mas deseja que se lhes abram os olhos para o Senhor Jesus Cristo bíblico. Ele os ama e quer salvá-los do pecado e do inferno e da ilusão do mormonismo e do seu falso Cristo antes que seja eternamente tarde demais. Santanás sempre tem uma resposta, razão pela qual a maioria dos cultos basicamente nunca mudam, mesmo quando totalmente expostos. Entretanto, Deus revelar-se-á aos mórmons honestos que buscam e que estão dispostos a encarar os fatos e não tentar fugir da verdade escondendo-se por trás de seu “testemunho” ou de seu “queimor no seio” (ver capítulo 13) ou algumas das respostas inteligentes mas desonestas de Satanás.

A “revelação” mórmon tem levado seus “profetas” e seu povo a um labirinto de contradição impossível, de confusão e de dissimulação. Por favor, não se desespere. Volte-se para o Senhor Jesus Cristo e ele o salvará e curará seu coração partido. O Senhor Jesus Cristo bíblico, que eternamente é Deus, dar-lhe-á algo mil vezes mais doce do que o mormonismo ou o Jesus mórmon jamais poderiam dar. A salvação dada por Cristo (que corresponde à exaltação mórmon) é um dom (veja Romanos 6:23). Invoque o nome do Senhor Jesus Cristo para salvá-lo (veja Romanos 10:13), creia que Ele o fez, e vocé pode ter a certeza de estar salvo agora (veja 1 João 5:13).

A Igreja Mórmon (Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) afirma que seus membros adoram Jesus Cristo. O Mormonismo afirma ser uma igreja cristã, mas ela não tem o mesmo Jesus dos cristãos. Os Mórmons, na verdade, adoram um falso Cristo. Continue lendo e veja porque.

A Bíblia afirma que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo e nasceu de uma virgem (Mateus. 1:18-25, Lucas 2:26-35). A Igreja Mórmon nega esta verdade. O segundo presidente da Igreja Mórmon declarou: “Jesus não foi gerado pelo Espírito Santo” (Jornal de Discursos, vol.1, p.51). Em verdade, o Jesus dos Mórmons foi gerado numa relação sexual entre Maria e Deus Pai (que possui um corpo físico). Um líder Mórmon escreveu recentemente: “foi a pessoa do Pai que gerou o corpo de Jesus ” (O Vidente, p.158). O apóstolo atual dos Mórmons, Bruce Mc Conkie, fala de Cristo: “ele foi gerado, concebido e nascido no curso natural dos acontecimentos, …” (Doutrina Mórmon, p.742).

O Jesus da Bíblia é Deus. Ele sempre foi Deus (João.1:1, Filipenses 2:6 e Hebreus.1:8). Essa não é a verdade sobre o Jesus dos Mormons. De acordo com a Igreja Mórmon, Jesus tornou-se um deus. Joseph Smith declarou: “eu sempre declarei que Deus é uma pessoa distinta, Jesus Cristo, uma pessoa separada e distinta de Deus Pa,i e que o Espírito Santo é uma pessoa distinta e um espírito; e que estes três formam… três deuses”. (História da Igreja, vol.6, p.474).
Em outubro de 1984 um apóstolo mórmon declarou: “Qualquer um que crê e ensina sobre Deus Pai e aceita a divindade de Cristo e do Espírito Santo ensina a pluralidade dos deuses” (Insígnia, nov. 84, p.68). O apóstolo mórmon Bruce Mc Conkie disse: “o Senhor Jesus trabalhou pela sua própria salvação” (Nossa Relação com o Senhor, p.9).

Na Bíblia Jesus é adorado (Mateus.8:2, Marccos.5:6, Lucas 24:52, João 9:38 e Hebreus 1:6). O Mormonismo diz que Jesus não deve ser adorado. Bruce Mc Conkie declara: “nós não adoramos o Filho” (Nossa Relação com o Senhor, p.5). Para um Mórmon, Jesus é apenas “um membro importante da divindade” (Insígnia, Jan/84, p.17).
O Jesus bíblico foi o mais misericordioso de todos os homens. Ele declarou: “pois o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las” (Lucas 9:56). Ele mostrou isso nos acontecimentos que envolveram sua crucificação e ressurreição. Ele foi escarnecido, cuspido, esbofeteado e açoitado. Os soldados de Pilatos coroaram-no de espinhos. Mesmo assim, Jesus não tentou defender-se, ele que tinha o poder de invocar milhares de anjos para socorre-lo (Mateus 26:53) Quando os soldados o pregaram na cruz, Cristo orou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34). Em sua morte houve um terremoto e o véu do santuário se rasgou em duas partes, sem causar, porém, qualquer outro dano (Mateus 27:50-51). Na sua ressurreição houve outro terremoto, que também não causou dano algum. Em vez disso, “abriram-se os sepulcros e muitos corpos de santos que dormiam ressuscitaram” (Mateus 27:52).

Este não é o Jesus dos Mórmons. O Livro de Mórmon registra os eventos que supostamente aconteceram no Hemisfério Ocidental por ocasião da morte de Cristo. Segundo esses registros, 16 cidades foram destruídas com todos os seus habitantes, alguns tendo sido queimados, outros submergidos no mar e alguns outros sepultados sob toneladas de terra e pedras. O Livro de Mórmon narra que aqueles que “mataram e apedrejaram os profetas e os baniram” forma poupados, enquanto mulheres e crianças inocentes morreram (3 Nefi 8:25). Quando se completou a destruição, uma voz foi ouvida assumindo a responsabilidade pelas vidas destroçadas e as cidades transformadas em escombros. De acordo com o Livro de Mormon, a pessoa responsável por tal carnificina foi “Jesus Cristo, o Filho de Deus” (3 Nefi, 9:15). Em lugar de Salvador, o Jesus dos mórmons é um assassino. O cristo da Bíblia veio “para dar vida” (Jo.10:10). O Jesus dos mórmons é o responsável pela morte de milhares e milhares.

Os líderes mormons já admitiram que eles crêem num outro Jesus. O oficial da Igreja Mórmon declarou: “é verdade que muitas das igrejas cristãs adoram um Jesus Cristo diferente do Jesus dos Mormons” (Insígnia, maio 77, p.26).
Não há salvação na adoração de um falso Cristo (Mt.24:24). Um Jesus que não seja o verdadeiro Jesus da Bíblia não tem poder para salvar. Somente depositando confiança total no Jesus da Bíblia é que se pode obter vida eterna. Paulo alertou sobre “outro Jesus” em 2 Co.11:4. O Jesus dos Mormons é outro Jesus! Confiar no Jesus do Mormonismo nunca vai nos levar à vida eterna. A Bíblia apresenta o verdadeiro Jesus e o verdadeiro plano de salvação. Só o Jesus da Bíblia pode oferecer salvação eterna. “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At.4:12).

Como se pode alcançar a vida eterna? A Bíblia ensina: “Crê no Senhor Jesus, e serás salvo” (At.16:31). Crer não significa ter apenas um conhecimento superficial sobre Jesus como Salvador ou simplesmente dizer que se crê nele. O verbo crer na Bíblia significa colocar total confiança em Cristo e depender somente dele para ter a vida eterna. Ser membro de igreja não significa estar salvo. Batismo não salva. Boas obras e boa moral não salvam. Somente a graça de Deus, através da fé em Jesus Cristo, pode oferecer a vida eterna. A Bíblia diz: “eu publicarei essa justiça tua; e quanto às tuas obras, elas não te aproveitarão” (Isaías. 57:12). Jesus disse: “a obra de Deus é esta, que creiais naquele que por ele foi enviado” (Jo.6:29).

Não ponha sua confiança numa igreja, nem no batismo, nem nos profetas e, muito menos, num falso Cristo. Ponha sua fé somente no Jesus da Bíblia. Ele promete que “todo aquele que nele crê não perece, mas tem a vida eterna” (João 3:16). E faz um convite especial: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e sobrecarregados, eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas” (Mateus 11:27-28).

Fonte: Extraído do livro “A Ilusão Mórmon” e Ministério CACP

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redes sociais contra a corrupção

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O crescimento dos mórmons nos EUA

Uma reportagem da revista Isto É veiculada no dia 02 de março de 2012 fala da campanha bem sucedida de Mitt Romney que é mórmon. O artigo intitulado A força dos mórmons descreve o mormonismo como uma das religiões que mais crescem no mundo, e que exatamente isso pode acabar ajudando o candidato republicano Mitt Romney a ser o escolhido para enfrentar Barack Obama nas eleições dos EUA.

Apesar da rejeição de alguns setores religiosos da sociedade americana, que não considera o mormonismo uma religião cristã, Romney saiu vitorioso em seis de dez prévias disputadas até agora além de liderar as pesquisas de opinião e a arrecadação de recursos. Assim como todos os mórmons fiéis ele não fuma, não bebe, serve como voluntario na Igreja e doa dez por cento dos seus rendimentos a ela na forma de dízimos.

“Este é sem dúvida o momento mórmon, mas não é e nem será a última vez que o mormonismo se destaca com tanta proeminência nos Estados Unidos”, disse à ISTOÉ David Campbell, ele próprio mórmon e professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de Notre Dame.

Mitt Romney não é a única personalidade que pertence ao mormonismo. Além dele, a autora da saga “Crepúsculo”, Stephenie Meyer, o escritor Steven R. Covey, entre outros.

Muitos acreditam que a eleição de Mitt Romney poderia ajudar a diminuir o preconceito que a religião sofre, assim como a eleição em 1960 do católico John Kennedy, ajudou a melhorar a percepção dos católicos pelos americanos.

Karen Trifiletti, da More Good Foundation, entidade que divulga os preceitos mórmons, diz que de nenhuma forma seu governo seria influenciado pela Igreja. “Seus valores são publicamente claros”, diz Karen. “A Igreja não está dirigindo sua campanha. Esse momento é uma oportunidade para dizermos ao mundo quem somos. A curiosidade sobre nossa religião cresceu repentinamente, mas isso não é uma coincidência: Deus trabalha de formas misteriosas.”

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