Arquivo do mês: janeiro 2012

Gerenciando expectativas

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Arquivado em Trabalho e Alegria

Blog Paracleto alcança 30.000 acessos!

O Blog Paracleto alcançou 30.000 acessos! Sentimos honrados com sua presença constante. Sabemos que jornalistas, pastores, líderes, ateus, agnósticos frequentam com assiduidade nosso Blog. Nossa oração é que vc seja abençoado por Deus ao conhecer nossas notícias. Nosso Blog busca as melhores notícias para torná-las mais evidentes e disponíveis.

Nesta ocasião, gostaria de motivá-lo a ler a Bíblia por diferentes abordagens:

  • Sugiro começar pelos Evangelhos. Vc vai ficar eletrizado com a pessoa de Jesus. Suas palavras são libertadoras e transformadoras. Está disposto? Depois, leia alguns Salmos e permita que vc seja inspirado. Leia também um pouco do Pentateuco (os 5 primeiros livros) para que o temor de Deus esteja presente na sua vida. Para compreender a Graça, leia algumas cartas apostólicas: Romanos cap. 12, I Coríntios 13 e Filipenses (todo). Pode levar horas ou alguns dias mas será uma benção. E saiba: o Espirito Santo de Deus estará ao seu lado iluminando seu entendimento.
  • Uma outra abordagem para leitura da Bíblia é iniciar pela beleza da Criação. nos primeiros capítulo de Gênesis. A seguir, para compreender a humanidade e a relação com Deus, vc pode ler sobre a vida de Davi a partir de I Samuel cap. 17 em diante. Vc perceberá que os escritores bíblicos não esconderam as fraquezas humanas mas destacavam a Misericórdia de Deus. Salte para o profeta Isaías cap. 53 e então leia o Evangelho de João cap. 17 a 21. Vc entenderá como a Criação e o ser humano são redimidos pela morte e ressurreição de Jesus, o Cristo. Finalmente, contemple a restauração de todas as coisas ao ler Apocalipse cap. 21 e 22. Normalmente, achamos só o que procuramos. Leia com o coração aberto e o Espírito Santo vai revelar algo novo pra vc.
  • Uma outra forma de ler a Bíblia é de frente para trás. Eu explico. Vc pode ler o capítulo 13 da cartas aos Hebreus e perceberá que o tema é FÉ. Então, vc pode pesquisar os exemplos citados. Por exemplo, Abraão é um dos maiores nomes. Na verdade, a jornada de Abrão ao sair de um ambiente politeísta para crer num único Deus foi um salto para um nível que permitiu relacionamento com Deus. Vc entenderá isso ao ler a partir de Gênesis 12. Nos demais capítulos, vc encontrará as alianças e vitórias que ele recebeu. Ora, se Deus suscitou muitos povos de Abraão, Ele levantará muitos homens de fé para alcançar os povos e cidades para Deus. Ao ler o livro de Atos dos Apóstolos, vc conhecerá a ação do Espírito Santo levando as pessoas a crer em Cristo e segui-lo. Ter fé significa obedecer. Porém, os gregos distinguiram fé e obediência. Eles seriam capazes de acreditar em algo sem, necessariamente, segui-lo. Esse pensamento influenciou a filosofia liberal até os dias de hoje.

 

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O Jogo, livro do rev. Salvador Moisés da Fonsêca , 1997

Em relação ao jogo, por obedecer à Palavra de Deus, o cristão tem uma conduta ou comportamento coerentes à sua fidelidade a Deus.

A – Reprovação e abstinência

O jogo não faz parte da conduta cristã, pois o servo de Deus possui conhecimento que o capacita a agir dentro da coerência cristã, apegando-se ao que é nobre e se abstendo do pernicioso e reprovável, (I Ts. 5:21).

Eis o alvo divino para o cristão: ter pleno co­nhecimento e toda a percepção, aprovando as coisas excelentes, sendo sincero e inculpável para com Je­sus, (Fp. 1:9-10), não sendo cúmplice nas obras in­frutíferas das trevas, antes porém reprovando-as, (Ef. 5:11), abstendo-se de toda forma de mal, (ITs. 5:22).

Sendo assim, o cristão com conhecimento e percepção dados por Deus, avalia o jogo na sua es­sência, entendendo que nele não há nada de excelente e decide reprová-lo; não o pratica nem se torna cúm­plice em nenhum envolvimento com ele, estando ci­ente de que o jogo é um mal e, uma vez que quer ser sincero e inculpável perante Jesus se abstêm de tudo o que Lhe desagrada.

É com essa coerência cristã que o servo de Deus vive: obedece e agrada ao Senhor na obediência aos mandamentos divinos, e reprova e se abstêm do mal que Ele abomina.

B – Trabalho nobre

O cristão não aposta, não se envolve com o jogo, não espera ociosamente pela sorte; pelo contra­rio, sua vida é de esforço para obter sua subsistência, trabalhando dignamente, obedecendo o ensino divino a esse respeito: Deus nos ordena trabalhar seis dias da semana cumprindo cabalmente nossas tarefas, (Ex. 20:9). Desde o começo foi assim, pois a Adão esta­vam confiados o preparo e o cultivo da terra, (Gn. 2:5,15) e isso antes da queda, pois o trabalho não é castigo e sim ordenança divina. E a todos nós se apli­ca a Palavra de Deus a Adão, de que devemos obter o nosso pão com suor, esforço, (Gn. 3:19).

Deus quer que vivamos com dignidade, traba­lhando com as próprias mãos, cuidando do que é nos­so, de forma a estarmos supridos, (I Ts. 4:11-12); que do fruto do nosso trabalho digno tenhamos con­dições até de acudir ao necessitado, (Ef. 4:28). A or­dem do Senhor nesse aspecto é tão séria, exigindo de cada um a responsabilidade pelo seu sustento oriun­do do trabalho, que declara que se alguém recusa tra­balhar que então fique sem o próprio alimento, (II Ts. 3:10), isto é: Deus requer de cada um o exercício do trabalho e que viva do fruto dele.

Infelizmente muitos vivem na ociosidade, sem­pre achando impróprio ou impossível fazer alguma coisa – esses nada realizam e nada têm, (Ec. 11:4); (Pv. 6:9-11); pois “a sonolência/inatividade, vesti­rá de trapos o homem ” (Pv. 23:21).

Contudo, os que temem ao Senhor são bem aventurados, do trabalho de suas mãos têm seu sus­tento, sendo felizes, realizados, (Sl. 128:1-2); (Ec. 5:18); tendo sono sereno e agradável, (Ec. 5:12), e até enquanto dormem, o Senhor lhes providencia o sustento, (Sl. 127:2b), pois Deus confirma a obra das mãos dos que O acatam, (Sl. 90:17), realidade essa reconhecida até pelo Diabo, pois declarou isso a Deus em relação à bênção divina sobre a obra das mãos de Jó, (Jó 1:10).

Os amantes do jogo não são assim, antes pre­ferem esperar pela sorte, desobedecendo a Deus no que diz respeito ao trabalho. O cristão confia no Se­nhor, obedecendo o que Ele ordena sobre a dignidade do trabalho, desempenhando funções desde as mais simples até as mais especializadas, mas todas dentro da dignidade cristã. Enquanto os amantes do jogo apostam e esperam pela sorte, o cristão crê e espera no Senhor, trabalhando dignamente. “O que lavra a sua terra será farto de pão, mas o que corre atrás de coisas vãs é falto de senso. ” (Pv. 12:11)

C – Vida modesta

Outra razão pela qual o cristão não aposta na “Sorte Grande” “é porque vive satisfeito com o que Deus lhe concede pelos meios da honra e honestida­de, sabendo que “a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui, ” sendo pre­cavido contra “toda e qualquer avareza ” (conforme determinou Jesus, (Lc. 12:15).

A avareza/cobiça não convém ao cristão, (Ef. 5:3); se torna uma idolatria, (Cl. 3:5); pois muitos colocam seu coração nos bens materiais, fazendo de­les o seu tesouro, (Mt 6:21).

A riqueza não traz estabilidade e não se deve depositar confiança nela, (I Tm. 6:17-19) e os que só se empenham pelo dinheiro não podem servir a Deus e sofrem muitos males: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruina e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé, e a si mesmos se ator­mentaram com muitas dores. ” (I Tm 6:9-10).

E essas dores e males são diversos: a começar, “… a fartura do rico não o deixa dormir, ” (Ec.5:12).

“Quem confia nas riquezas cairá”; “…o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo “; “aquele que tem olhos invejosos corre atrás das ri­quezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a pe­núria”;(Pv.11:28; 28:20,22).

E por fim a tragédia maior que é o perigo de se desviar ao Senhor Deus, não estar no seu reino, (Ef.5:5). Por essa razão os piedosos sempre são pre­cavidos no trato com os bens materiais, (Sl. 62:10b; Jó31:24,25,28ePv. 30: 8-9).

Ao cristão convém a modéstia: vida sem ava­reza contentando-se com o que tem, pois Deus cuida dos seus, (Hb. 13:5). “De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque nada te­mos trazido para o mundo, nem coisa alguma pode­mos levar dele; tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. ” (I Tm. 6. 6-8).

Essa é a experiência do cristão: está feliz , re­alizado no Senhor, usufruindo do que Deus lhe dá, sem lançar mão do jogo que promete grandes prêmios. Na modéstia cristã o servo de Deus está plenamente su­prido. Apostar na sorte e desejar uma grande premiação é conduta dos que estão insatisfeitos, sem realização verdadeira, e que pensam que a vida con­siste na abundância de bens. O aparentemente pouco do cristão modesto é o tudo que lhe realiza, pois é o que Deus lhe concedeu no caminho da dignidade.

D – Empenho pela realidade celestial

Ainda outra razão tem o cristão para despre­zar o jogo: está empenhado com as realidades celesti­ais.

Essas realidades celestiais estão reservadas pelo Senhor para todos os seus, e obviamente o cristão se empenha por elas, para já desfrutar aspectos delas aqui na terra e aguardar pela vivência plena das mes­mas na eternidade. Esse zelo leva o cristão a não de­sejar o muito na vida terrena, pois receia que esse muito o desvie do Senhor, (Pv. 30:8-9) pois está avi­sado de que o empenho pela riqueza terrena conduz à ruinas irreparáveis (I Tm. 6:9-10).

Ora, levando-se em conta que tudo o que exis­te no mundo físico é passageiro e está destinado à destruição no último dia, (II Pe. 3:7,10-12) – para que se preocupar apenas com as coisas terrenas, (Fp.3:19b)?

O Senhor nos ordena a pensar e a nos empe­nharmos pelas realidades celestiais (Cl. 3:2-4; Mt. 6:19-21), “pois a nossa Pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo;” “Nós porém, segundo a sua promessa es­peramos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (Fp. 3:20; II Pe. 3: 13.) Nessa perspectiva cristã o servo de Deus vive fascinado com a realidade celestial.

O jogo com seus prometidos prêmios em nada combina com essa visão cristã, antes perturba e até impede essa sublime experiência, pois leva o apostador a se empenhar e fixar tanto nas coisas terrenas que se esquece da realidade Celestial.

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How personal is your relationship with God?

The ultimate goal that we all face is to know the Lord – because the Lord knows this: once we know Him, we can step into His divine inheritance by obeying His commands

“I press toward the mark for the prize of the high calling of God in Christ Jesus.”
Phil 3:14 (KJV)

“Whereby are given unto us exceeding great and precious promises that by these ye might be partakers of the divine nature, having escaped the corruption that is in the world through lust.”
2 Peter 1:4 (KJV)

So the question becomes, how do we know God? If we are to reach the high call – the final goal that is set before us by the Creator and Master of the Universe – how do we get there?
Psalms and Proverbs offer the first clues.

The fear of the LORD is the beginning of wisdom: and the knowledge of the holy is understanding.” Prov 9:10 (KJV)

“Wisdom is the principal thing; therefore get wisdom: and with all thy getting get understanding.” Prov 4:7 (KJV)

The fear of the LORD is the beginning of wisdom: a good understanding have all they that do his commandments: his praise endureth for ever.
*Psalms 111:10 (KJV)

*italics are not mine – they are actually emphasized in the Bible itself

So that begs the question, what is the fear of the Lord?

“The fear of the LORD is to hate evil: pride, and arrogancy, and the evil way, and the froward mouth, do I hate.”
Prov 8:13 (KJV)
* the forward mouth is defined as perverse or fraudulent
Note here that pride is hated by those who fear of the Lord, so it is advised to get humility. The benefits of acquiring humility and the fear of the Lord are found in Proverbs:
“By humility and the fear of the LORD are riches, and honour , and life . “
Prov 22:4 (KJV)
Many have experienced this: That if you acquire the fear of the Lord and humility as well; you will not have to chase God, He will be chasing you.
The fear of the Lord is defined in Strong’s Concordance as :
fear (also used as infinitive); moral reverence :- × dreadful, × exceedingly, fear (-fulness).—Strong’s Talking Greek & Hebrew Dictionary

Another way to put this is to be exceedingly fearful of disappointing the Lord (through disobedience) and terrified of living without Him.
The fear of the Lord will demonstrate these attributes:

1. Obey God instantly
2. Obey God even if it doesn’t make sense
3. Obey God even if it hurts
4. Obey God even if no benefit can be seen
5. Obey God to completion (to every last detail of His instructions)

By far , the greatest benefit of acquiring the fear of the Lord is found in Psalms 25:12 – 14.

“What man is he that feareth the LORD? Him shall he teach in the way that he shall choose . 13 His soul shall dwell at ease; and his seed shall inherit the earth. 14 The secret of the LORD is with them that fear him; and he will shew them his covenant .”
Psalms 25:12-14 (KJV)

• Greek for secret = intimacy, consultation

Imagine! Having the Lord Himself teach you in His ways! This verse means that you need not follow what someone else is doing to pursue the Lord. Simply pray to the Lord and obey His commands – He will encourage you and bring you to the best plan for you to truly Know Him.

Fact: The only thing standing between you and your *eternal destiny is your free will.

*not just where you will spend eternity, but also how you will spend it – read that to mean rewards or no rewards for the level of obedience displayed in your life.

Scott Harris

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