Arquivo do mês: agosto 2011
Metade da população dos EUA será obesa até 2030
Artigo publicado hoje no periódico “Lancet” calcula que, até 2030, os EUA terão mais 65 milhões de obesos, além dos atuais 99 milhões. Se as projeções do estudo se confirmarem, 50% da população americana será composta por obesos em 19 anos. No Reino Unido, esse número passará de 15 milhões para 26 milhões, diz o trabalho, liderado por pesquisadores da Universidade Columbia, em Nova York, e da Universidade de Oxford, no Reino Unido.
Isso significaria mais 7,8 milhões de pessoas com diabetes nos EUA e mais 6,8 milhões de casos de doenças cardíacas e derrames. O trabalho destaca também o crescimento da obesidade no Brasil, em especial entre as mulheres das classes mais baixas.
De acordo com os pesquisadores, esse números vão se tornar realidade caso não haja uma forte intervenção para barrar o crescimento da obesidade mundo afora.
O estudo coloca como motivo para o ganho de peso da população a crescente oferta de alimentos ricos em calorias e a falta de eficácia de medidas individualizadas, como dietas, na redução de peso em grande escala.
Os pesquisadores afirmam que esse quadro só será revertido por meio de intervenções diretas dos governos, como estímulos para a produção agrícola de alimentos saudáveis e o banimento da publicidade de junk food direcionada a crianças.
PAÍS ONDE HÁ MAIOR PERIGO EM RAZÃO SER GORDO: FINLÂNDIA
PAÍS ONDE AS ESPOSAS DESEJAM MAIS QUE SEUS MARIDOS PERCAM PESO: EUA
PAÍS ONDE OS MARIDOS DESEJAM MAIS QUE SUAS ESPOSAS PERCAM PESO: ÍNDIA
PAÍS ONDE HÁ MAIOR ACEITAÇÃO PARA OS OBESOS: HUNGRIA
Arquivado em Missão integral
Evangelização muçulmana na América Latina. No Oriente Médio, a liberdade religiosa continua reprimida.
Arquivado em Missões no Mundo
Do livro MISSÃO DA IGREJA, dimensões e efeitos: As formas de organização
As formas de organização das igrejas interferem na realização da pesquisa. Quanto mais centralizado o poder, menor a permissão para a realização de pesquisa. Mesmo em igrejas pequenas e congregacionais, líderes temem os resultados da avaliação.
Henry Mintzberg, em Criando organizações eficazes, reconhece que “[...] ao longo dos séculos, a Igreja Católica foi estruturando sua organização, sua hierarquia de autoridade, seu estado-maior (assessoria) e sua coordenação funcional. Hoje a Igreja tem uma organização hierárquica tão simples e eficiente que a sua enorme organização mundial pode operar satisfatoriamente sob o comando de uma só cabeça executiva.”
Para ele, a estrutura da organização eclesiástica serviu de modelo para muitas organizações que, ávidas de experiências bem sucedidas, passaram a incorporar uma infinidade de princípios e normas administrativas utilizadas na Igreja Católica.
Organização e hipóteses
A definição de organização dada pelo dicionário é “um número de pessoas ou grupos… unidos para algum propósito ou trabalho”, exprime seu caráter essencial. Os participantes, em maior ou menor grau, submeteram-se aos objetivos da organização em busca de algum objetivo comum que, por sua vez, normalmente requer a conquista da submissão de pessoas ou grupos externos à organização
Mintzberg formula algumas hipóteses que podem ser testadas no campo eclesiástico:
Hipótese 1: Quanto mais antiga a organização, mais formalizado é seu comportamento. À medida que as organizações envelhecem, os demais fatores permanecendo constantes, elas repetem seu trabalho que se torna cada vez mais previsível e, assim fácil e logicamente formalizado.
Hipótese 2: Quanto maior a organização, mais elaborada é sua estrutura – isto é, quanto mais especializadas suas tarefas, mais diferentes suas unidades e mais desenvolvido seu componente administrativo. Em outras palavras, o maior tamanho possibilita maior homogeneidade do trabalho nas unidades, embora maior diversidade de trabalho entre as unidades.
Hipótese 3: Quanto mais dinâmico o ambiente, mais orgânica a estrutura. Deve usar um mecanismo de coordenação mais flexível e menos formal – supervisão direta ou ajustamento mútuo. Em outras palavras, deve ter uma estrutura orgânica.
Hipótese 4: Quanto mais complexo o ambiente, mais descentralizada a estrutura.
Hipótese 5: A hostilidade extrema em seu ambiente leva qualquer organização a centralizar temporariamente sua estrutura.
Hipótese 6: Quanto maior o controle externo da organização, mais centralizada e formalizada sua cultura.
Arquivado em Missão integral

























