Você é resiliente? – parte 1

 Resiliência– é a característica do material em suportar grandes cargas dentro da zona elástica ou capacidade de absorver energia sem deformação permanente.  Materiais resilientes são aqueles que têm alto limite de elasticidade e baixo módulo de elasticidade (como os materiais utilizados para molas).

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A psicologia define resiliência como sendo “a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas” sem surtar. A resiliência pode levar a pessoa a tomada de decisão entre o que lhe causa tensão e a vontade de superar-la. Pode-se entender resiliência, também como “condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.”
resiliar [résilier] é recuperar-se, ir para a frente depois de uma doença, um trauma ou um estresse. É vencer as provas e as crises da vida, isto é, resistir a elas primeiro e superá-las depois, para seguir vivendo o melhor possível. […] Implica que o indivíduo traumatizado se sobrepõe [rebondit (se desenvolve depois de uma pausa)] e se (re)constitua.
O primeiro que usou, em sentido figurado, o termo resiliência, foi o conhecido psicólogo John Bowlby (1992) e definiu-a assim: “recurso moral, qualidade de uma pessoa que não desanima, que não se deixa abater”.
  
Administração das Emoções – Paulo diz aos filipenses que sabe viver em qualquer situação, seja ela boa ou má. “Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade.” (Fp 4:12) Tendo aprendido a administrar suas emoções tanto na bonança quanto na dificuldade ele agora exorta os santos a viverem alegres sempre e em qualquer situação. “Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!” (Fp 4:4). Exorta-os para que deixem de lado as coisas que os abatem como a ansiedade, por exemplo. E como resultado desta forma de vida terão corações e mentes em paz.
 
Controle dos Impulsos – a Bíblia apresenta este elemento com a nomenclatura de “domínio próprio”. Este é uma das partes do fruto do Espírito. “… mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.” (Gl 5:23). Billy Graham define domínio próprio como um “senhorio forte e pesado, capaz de controlar nossos pensamentos e ações”. Existem pessoas que não são capazes de controlar a si mesmos apesar de serem capazes de comandar batalhões. Outros ainda são capazes de dominar qualquer público com suas palavras cativantes, mas não o são de se dominar diante de provocações e insultos. O resiliente tem domínio sobre suas emoções o suficiente para não se abater diante destas e de outras situações igualmente estressantes. José, na casa de Potifar foi um exemplo de autodomínio diante das seduções da mulher adultera. (Gn 39:7-14). Honrou a confiança que Potifar lhe havia depositado como mordomo e não pecou contra o seu Deus.
 
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