Passarinhos na gaiola

“George Tomas, pregador de uma pequena cidade da Nova inglaterra, apareceu um dia em sua pregação carregando uma gaiola e a colocou no balcão, e começou a falar:
- Estava andando pela rua ontem, e vi um menino levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro com frio e com medo.
- Eu perguntei: menino o que você vai fazer com esses passarinhos ?
Ele respondeu:
- Vou levá-los para casa tirar as penas e queimá-los, vou me divertir com eles.
- Quanto você quer por esses passarinhos menino ?
O menino respondeu :
- O senhor não vai querê-los, eles não servem para nada, são feios !
O pregador os comprou por 10 dólares! E os soltou em uma árvore!
Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus perguntou a Satanás o que ele estava fazendo para as pessoas aqui na terra.
Ele respondeu:
- Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas e a matar, a usar revolver, a odiar umas a outras, a casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas, ensino a jovens usar drogas , a beber e fazer tudo o que não se deve!
- Estou me divertindo muito com eles!
Jesus perguntou: – E depois o que você vai fazer com eles?
- Vou matá-los e acabar com eles!
Jesus perguntou: – Quanto você quer por eles?
Satanás respondeu: – Você não vai querer essas pessoas, elas são traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas!
Elas não vão te amar de verdade, vão bater e cuspir no Teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar em consideração o que você fizer!
- Quanto você quer por elas Satanás!?
- Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue !
- Trato feito !
E….. Jesus pagou o preço da nossa liberdade!”
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1 comentário

Arquivado em Revelações da Palavra

Uma resposta para “Passarinhos na gaiola

  1. Prezados cristãos!
    Na historieta elaborada por George Thomas, talvez uma paródia moral à sociedade cristã moderna há que se defrontar nela dois aspectos intrínsecos ao ser humano contemporâneo. O primeiro, concerne-se à liberdade do indivíduo perante a sua natureza mortal, vinculada às suas atitudes morais e espirituais. O segundo, refere-se à prisão do homem aos desejos da sua mente convergida para as ambições e desvarios atrelados às suas ações. Nesse contexto, está evidente que há uma distância neste dilema divergente e antípoda, onde fica evidente a atuação do Juiz Supremo (Jesus) encarnando o lado do bem e encarando-se com o promotor e acusador (Satanás) satirizador do mal.
    Fica estabelecida nesta história uma transação, ou seja, uma negociação entre duas personalidades distintas. Mas a se julgar pela posse e propriedade da alma, nota-se que Satanás está sobre o controle da situação como dono das atitudes e comportamentos humanos.
    Então nos perguntamos: “Desde quando possui ele o direito de posse das almas, subjugando-as a seu bel prazer?”. “Foi ele o criador ou gerador da vida para fazer-se o senhor dela e querer barganhar a criatura, sua mente e seu espírito com o Filho de Deus?” Possui ele então o controle-remoto das nossas ações, como manuseador absoluto dos nossos atos?”.
    Se assim se consignar, lançaremos o “libre-arbítrio” aos escrotos de Satã, pois ele seria então considerado superior ao Criador, sendo, portanto, dono das nossas atitudes, estipulando um preço de barganha (o sangue de Jesus) para entregar a Ele nossas almas satanizadas. Sendo desta forma, como ficaria então nossas escolhas pessoais, nosso direito de declinar para o bem, tendo preferência de seguir o melhor caminho?
    Não penso que seja assim. Se Cristo precisa resgastar nossas almas com seu sangue sagrado, isto quer dizer que aquele cidadão ou ser humanizado gerado à semelhança do Criador, tomou o fôlego de vida, nasceu e foi entregue de bandeja para Satanás azucrinar sua mente e seu espírito?
    Teria então necessidade de haver uma negociação desse quilate, tendo Jesus de resgatar o que seu Pai concebeu e por Seu poder já é dono absoluto, ou seja: nossas almas? Será que Satanás se apossou das criaturas que Deus gerou por absoluto e ainda impôs condições de pagamento ao Filho de Deus? Essa história está muito estranha. Vamos refletir o seguinte: “Para quê quis Satanás o sangue de Jesus, sendo ele um espírito malígno?” Só para ver Jesus derramar sangue na cruz por sua deliberação? Cristo iria se subjudar à vontade do diabo? Claro que não. E faria Jesus um trato com Satanás, sujeitando-se a ele para resgatar as almas que seu próprio Pai gerou?
    Concluo que as versões dos fatos estão incorretas, pois foi o próprio Jesus quem se dispôs a nos salvar, mas nunca seria ele coagido por diabo algum, num trato, a sujeitar-se aos desígnios do poder do mal. Se assim o fizesse, o próprio ente do mal seria mais poderoso do que o Filho do Eterno Criador.
    Paz e Luz irradiante.
    Dr. Gerson Augusto Gastaldi
    Teólogo e ocultista da Suprema Ordem de Spharion.

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