Arquivo do mês: maio 2010

Igreja e Estado na Europa

Philip Yancey, no artigo Igreja e Estado publicado na Enfoque Gospel de abril de 2008, destaca uma pesquisa do Instituto Harris feita na Europa: “Você crê em alguma forma de Deus ou ser supremo?. Apenas 27% dos franceses e 35% dos britânicos disseram SIM”.
Yancey observa que embora 41% dos alemães tenham afirmado crer em Deus, a maioria pertence formalmente à igreja. O Governo distribui o imposto eclesiástico (mais de 10 bilhões de dólares) para denominações conhecidas por seu trabalho em escolas, hospitais, etc. A cada ano, cerca de 300 mil alemães tiram seus nomes das listas de membros das igrejas. O bispo da Saxônia estima que dos 4,5 milhões de habitantes, apenas 850 mil são membros de igrejas. Talvez chegue a 30 mil em 2030.

Linus Morris, em Igrejas de Alto impacto, identifica que “a maioria das igrejas protestantes evangélicas francesas é pequena, tendo atingido um patamar de 50 a 60 membros. Elas se reúnem em garagens, lojas ou pequenos prédios… Na Europa ocidental e setentrional há poucas igrejas grandes. O Censo de Igrejas Inglesas de 1989 indicou que mais da metade da população que frequentava a igreja se encontrava numa congregação de 70 pessoas ou menos, e oito entre dez estavam numa igreja com menos de 120 pessoas.

Linus conclui: “A falta de igrejas regionais grandes e vitais na Europa pode explicar a baixa frequência generalizada naquele continente. Na Inglaterra, apenas 8% das igrejas tem congregações com mais de 150 pessoas… De acordo com uma pesquisa feita por MARC Europe, um quarto de todos os frequentadores vai as igrejas com menos de 50 pessoas todo domingo. Esse cenário representa 61% de todas as igrejas.”

Recentemente, o pastor Kristian Furher aposentou-se aos 65 anos. Ele iniciou reuniões de oração em uma igreja Nikolai de Leipzig, desde fevereiro de 1988 chegando a média de 600 participantes. Em maio de 1989, a Polícia local passou a bloquear o trâfego para a igreja. Ainda assim, o público aumentou, chegando a 120 mil pessoas em novembro de 1989.

Após a reunificação a situação da cidade mudou com mais desenvolvimento e prosperidade. A Alemanha é uma ilha de prosperidade em relação aos vizinhos, embora Leipzig apresente desemprego de 19% da força de trabalho. Porém, a frequência diminuiu dramaticamente.

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Preso padre pedófilo da Paróquia de Bento Ribeiro

O DIA ONLINE

 ’Era um lobo na pele de cordeiro. Foi uma grande decepção. Um dirigente de igreja, mentor espiritual, fazer algo tão nojento. Ele desgraçou minha família’. O desabafo com choro contido é de S., mãe do jovem coroinha que diz ter sido vítima de abuso sexual pelo padre polonês Marcin Michal Strachanowski, 44 anos.

Embora conste no documento que o crime aconteceu na casa paroquial da Igreja Divino Espírito Santo, em Realengo, onde R. foi coroinha, S. esclareceu ontem que Marcin foi pároco da Paróquia São Sebastião, em Bento Ribeiro, onde recebeu o adolescente na casa paroquial, em março de 2007. Envergonhado, R. conseguiu esconder a violência que sofreu por pouco mais de um ano, fazendo acompanhamento psicológico por conta própria, com dinheiro da mesada.

O padre Marcin Michal Strachanowski, de 44 anos, entregou-se na sexta-feira na 33.ª Delegacia de Polícia e foi indiciado inicialmente por atentado violento ao pudor, mas deve responder por corrupção de menor. Ele foi transferido anteontem para a Penitenciária Bangu 8. O religioso é acusado de ter abusado de R. em março de 2007, na Paróquia de São Sebastião, em Bento Ribeiro, no subúrbio do Rio. Em seu despacho, o juiz Alexandre Abrahão, da 1.ª Vara Criminal de Bangu, escreveu que o padre transformou a casa paroquial em “uma masmorra erótica”.

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Revolução em Missões mundiais

Recentemente, li o livro de K.P. Yohannan Revolution in World Missions, onde enfatiza: “… o problema do evangelho social, sempre que empreendido por organizações religiosas é que busca lutar basicamente uma guerra espiritual com armas da carne.” Ele sabe o que está falando.

Ele denuncia que “em poucos países a falha do humanismo cristão é mais visível que na Tailândia. Após 150 anos de atividades missionárias mostrando compaixão social, os cristãos representam apenas 2% da população.” Sobre a China, ele adverte que “quando permitimos que a atividade missionária focalize apenas necessidades físicas do homem sem o equilíbrio espiritual coerente, estaremos participando de um projeto que irá falhar.”

Yohannan lembra que 1/4 dos seres humanos sobrevivem com menos de U$ 1.00 por dia, a maioria deles na Ásia. A renda bruta média anual é de U$ 460.00. A média nos EUA é 77 vezes maior. Ele fundou a Gospel for Asia. Seu plano é sustentar 10 mil ou 10 milhões de missionários, os quais trabalharão em 10 estados supervisionados por um staff de 5 até 500 líderes.

Tenho alertado as igrejas para que a realização de missões focalize o “ganhar almas”. Somos atraídos para promover atividades de ação social, passando a dedicar todo o tempo nesta empreitada, realizando algumas atividades que são de competência do Estado. A motivação pode ser mais política do que evangelística. Yohannan demonstra que esta ação não deu certo na Ásia.

K.P. Yohannan (quinto a partir da esquerda) com uma equipe de Evangelismo na Operação Mobilização em 1971. Próximo a ele Está Greg Livingston, diretor internacional de Fronteiras.

K.P. e sua esposa, Gisela, ambos tinham 23 anos quando Deus os uniu para servi-lo com um propósito e um objetivo – viver para Ele e dar tudo o que tinham para alcançar os perdidos. Isto foi em 1974. Hoje eles jubilosamente continuam – para que esta geração possa vir a conhecer o Senhor Jesus Cristo.

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Impactos de vazamento de petróleo no Rio de Janeiro

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Salmo 23, com muitos olhos

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Mais petróleo, mais cobiça, mais estrangeiros

No Post de 4 de março de 2010, alertei para a flexibilidade deste Governo em favorecer a entrada de MDO estrangeira no Brasil. A alegação constante é que não há MDO qualificada. Mas a verdade é que o Brasil é visto como local para refugiados e sem oportunidades nos seus países de origem. Recentemente, o 1º ministro libanês propôs a migração de milhares de cristãos daquele país para o Brasil.

Como no Post citado, o Rio de Janeiro teve 40,4% das autorizações cedidas. Mais da metade entra com nível superior completo. A maioria, 71,6% é para estrangeiros que trabalham a bordo de embarcações e plataformas estrangeiras.

O Brasil possui 8 milhões de desempregados, mas recente pesquisa pela Fundação Dom Cabral, das 76 maiores empresas do país, 67% tem dificuldades para preencher vagas. O Agronegócio está importando mão-de-obra da Argentina, Paraguai e Uruguai.

Normalmente, os estrangeiros vem para ocupar posições importantes em empresas multinacionais e, pasmem, em estatais! Esse é um tipo de crime lesa-pátria que deve ser exposto e julgado. Quer um exemplo? Veja a lista de passageiros do vôo da Air France que caiu no Atlântico em 2009. Muitos descendentes diretos de estrangeiros ou estrangeiros fazendo negócios em nome do Brasil.

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Isaque e Édipo, por Veríssimo

Segue um artigo do Verissimo, publicado no jornal O GLOBO. Interessante é que alguns intelectuais já começam a notar a gritante diferença entre conceitos culturais e religiosos que nos foram legados.

Na contramão, o Estado do RJ correu em promover o Candomblé ao status de patrimônio imaterial, o que o habilita a receber verbas do Ministério da Cultura. É possível que vejamos nossos impostos ser utilizados para recuperar terreiros e imagens de culto afro-brasileiro de modo semelhante ao que acontece com as obras faraônicas em igrejas católicas que servem apenas como roteiro turístico.

A comparação da história bíblica em comparação com a mitologia grega é humilhante. Assim fez, Jesus quando expôs os anjos decaídos quando ressuscitou. Muitos estudiosos identificam similaridades entre as mitologias grega, babilônica, egípcia, cananita, hindu e das religiões afro-animistas. Isto é, só mudaram de nomes mas os personagens são os mesmos. Os objetivos são os mesmos: matar, roubar e destruir.

Em um Estado democrático, nenhuma religião deve desfrutar de patrocínio público. Seus adeptos devem receber proteção e liberdade para manter por sua própria expensa, sem patrocínio estatal, seus lugares de culto.

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Alteração do modelo de autoridade na igreja cristã – parte II

Aramis C. DeBarros, em Doze Homens, Uma Missão, lembra que Pedro esteve entre as autoridades que cuidaram do treinamento e do desenvolvimento da Igreja de Antioquia em seus primórdios. Sobre esse tema, a figura de Inácio, bispo de Antioquia, assume grande importância, já que esse famoso autor e mártir patrístico foi contemporâneo dos apóstolos. 􀂉 Ademais, Eusébio confirma que a Igreja de Antioquia foi fundada por São Pedro, o qual se tornou seu primeiro bispo, antes de sua transferência para a sé romana. De acordo com a tradição, ele presidiu ali por sete anos, de 33 a 40 A.D., quando nomeou São Evódio como seu vigário antes de partir em direção oeste. Enquanto o círculo da pregação do Evan-gelho se expandia no sentido leste para Edessa, Nisibis e para a distante Malabar, com os apóstolos Tomé e Mar Addai (São Tadeu), a queda de Jerusalém em 70 A.D., apenas contribuiu para o aumentado número de cristãos que se dirigiam para Antioquia. 

 Escrevendo acerca do ministério de Inácio em Antioquia, o historiador Eusébio de Cesaréia acabou acrescentando algo interessante sobre a passagem de Pedro na cidade síria (op. cit., p.120).  ”Por este tempo floresceu Policarpo na Ásia, um íntimo discípulo dos apóstolos, que recebeu das mãos de testemunhas e servos do Senhor o epis-copado da Igreja que está em Esmirna. Na mesma época, Papias foi reconhecido como bispo da Igreja de Hierápolis; homem deveras capaci-tado em todo conhecimento e muito familiarizado com as Escrituras. Da mesma sorte, Inácio, que é celebrado por muitos até o presente dia como sucessor de Pedro em Antioquia, tornou-se o segundo a exercer o ofício episcopal naquele lugar.“

Philip Schaff, em Hist of Christ’n Church, avalia que o quadro de Antioquia foi prejudicado pelos interesses das heresias e ortodoxias. Ele identifica que a tradição dividiu a igreja de Antioquia em 2 Paróquias com 2 bispos, Evodius e Inácio, um instituído por Pedro, o outro por Paulo. 􀂄 Eusébio, em História Eclesiástica, relata: ” Mas dos de Antioquia, depois de Evodio, primeiro que foi instituído, no tempo de que falamos era muito conhecido o segundo: Inácio. Igualmente nestes mesmos anos, o ministério da igreja de Jerusalém era exercido por Simeão, segundo depois do irmão de nosso Salvador.”

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Os 15 posts mais visualizados do blog Paracleto

  1. sobre os idosos no Brasil
  2. Pesquisa sobre dimensões na igreja
  3. Janela 13/30
  4. sobre o livro Por que você não quer mais ir à igreja
  5. 10 razões para frequentar uma EBD
  6. Pesquisa sobre assistência nas igrejas
  7. Anjos ajudaram o último sobrevivente no Haiti
  8. culto de s. jorge e procissão de corpus christi
  9. sobre o missionário Sergio Oliveira, Tenda da Paz
  10. Características apostólicas
  11. Salmo 128
  12. sobre a diaconia
  13. Evangelistas, anjos e estrelas
  14. Doping no esporte
  15. Ranking de perseguição à cristãos no mundo

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Exclusão digital

Segundo dados do PNAD 2008, cerca de 65 % dos brasileiros ainda não têm acesso à internet.

Algumas pessoas acessam através de LAN houses. A Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital estima que há 108.000 LAN houses no país. Ocorre que a maioria das LANs vive na informalidade. Apenas 15.000 tem cadastro como empresas.    

Segundo dados do IPEA, o preço médio de acesso fixo é R$ 162,00. A velocidade é baixa: 66% das conexões têm menos de 1 Mbps. Segundo o Governo, as privatizações criaram monopólios regionais e não a livre concorrência. Este é o argumento para criar a Telebrás, mais uma estatal. Estatal serve para assegurar patrimônio. Serviços podem ser providos pelas empresas privadas fiscalizadas por Agências reguladoras atuantes.

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Jair

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