Arquivo do mês: fevereiro 2010

Por que você não quer mais ir à igreja após ler o “livro”?

Recentemente, li o livro de Jacobsen e Coleman que trata de uma estória do encontro de um pastor exausto com quem considera ser o apóstolo João.
Na página 29, ele relata o argumento do apóstolo: “A proposta de Jesus não é… reunir uma multidão de fiéis e construir novos templos”. A proposta do livro parece ser o retorno ao primeiro amor e à essência de ser um discípulo de Cristo. Mas o argumento citado pode pretender frear o crescimento da igreja.
A tradução dos versos bíblicos, citados nas páginas 38 e 39, careceu de melhor revisão. Por exemplo, Most High não foi traduzido como Altíssimo, mas literalmente Mais Alto.
No capítulo 3 o ensino religioso é alvo de críticas. Na página 45, ele cita uma pesquisa em que “… 90% das crianças que freqüentaram escola bíblica abandonam a congregação quando saem da casa dos pais.” Faltou dizer se abandonaram a fé ou mudaram de igreja após o casamento. Na página 43, há uma crítica à memorização de versos bíblicos.
Na página 57, há o seguinte argumento: “… a Bíblia fala de líderes que prestam contas pelas vidas que afetam. Toda a responsabilidade nas Escrituras tem a ver com Deus, não com outros irmãos e irmãs.” Este ensino se propõe a quebrar o peso do pastoreio de líderes e crentes, questionando toda prestação de contas.
Na página 64, outro argumento: “… A vida da fé já é um esforço suficiente num mundo destruído. Não vamos complicar mais as coisas para outros fiéis…”. O tema do livro se reforça na busca pela liberdade da fé individual em relação às estruturas e líderes. É a velha idéia de que é possível ser cristão sem ir à igreja, sem relacionar-se com os irmãos e sem submeter-se à liderança local.
Na página 77, ele argumenta:”… O sistema inteiro se baseia num anzol. Chegamos a usar conceitos como “unidade doutrinária” para controlar as pessoas e impedir qualquer possibilidade de discórdia.”
Na pág. 97, ao comentar sobre igrejas em casas: “… mudar o encontro para uma casa não irá atender suas expectativas.”
Na pág. 102, “A institucionalização gera amizades baseadas em tarefas. Enquanto partilhamos as tarefas, podemos ser amigos. Quando não, as pessoas tendem a tratar o outro como mercadria danificada…”.
Na pág. 111, o protagonista Jake exclama: “Isso sempre acontece nas igrejas institucionais…”
Na pág. 125, um dos membros da célula observa: “Nós todos desperdiçamos muitos anos na igreja institucionalizada e não encontramos a vida de Deus que desejávamos.”
Na pág. 127, o apóstolo João aconselha: “Só há uma coisa que eu diria que devemos fazer: é acabar com essa história de ficar falando “devemos” para nós mesmos e para os outros.”
Na pág. 131, João propõe: “… Em vez de se empenharem em construir uma igreja em casa, aprendam a se amar e a partilhar a jornada uns com os outros.”
Na pág. 170, Jake chega à conclusão de que não há relação entre o êxito do seu trabalho na igreja e o crescimento da relação com Deus…”

Os autores parecem propor uma espécie de “igreja no caminho”, oportuna para quem não quer assumir compromissos com igrejas e pessoas. Pode ser que muitas pessoas não queiram ir mais à igreja depois de ler esse livro. Pode ser que muitas pessoas se sintam gratas por nunca terem ido à igreja.

Não sabem o que estão perdendo …

#paracleto
#Missão integral
G/P
Jair

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Taxa de homicídios aumenta no Rio de Janeiro

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Sobre demissões

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100 Posts, um prazer e esforço para produzir o melhor

É bom quando fazemos algo que nos faça sentir úteis e nos dê prazer, não é mesmo? Faltou saber se a sua necessidade diária é suprida. Chega um momento que você não precisa agir priorizando o dinheiro, o retorno, o sucesso. Você age porque você encontrou seu lugar. Você fala do que você comprovou. Você sente paz com Deus e o próximo.
Este Blog é o resultado deste momento. Ele é uma transição para um projeto mais estruturado. É um ensaio para níveis superiores. Chegou o momento que pensei o que fazer com tantas coisas guardadas. Isso se chama Gestão do conhecimento.
Parece que a Blogosfera é um local apropriado para ensino, denúncia e informação direta. Com ele, atingimos a marca de 100 Posts, buscando assuntos relevantes e transformadores. Muitos dos quais, elaborados no local seguro que é a minha família. De onde me sinto seguro, estável, renovado e feliz. Este deve ser o nosso cuidado: caminhar ao lado da família. Ninguém deve ficar para trás.
Agradeço a todos que tomaram tempo para ler meus Posts. É uma honra receber 60 visualizações num só dia. É a frequência média algumas pequenas igrejas. Peço suas orações para que o Espírito Santo abra as portas das mentes, dos computadores e das igrejas. O propósito não é criar uma igreja virtual. É reforçar todas as igrejas locais.
Ainda sinto falto de apoio de algumas pessoas amigas. Não entendo porque se distanciaram tanto. Talvez representassem o farisaísmo religioso e eu não sabia. Muitos, porém, querem mais de Deus. Querem entender. Não querem ser manipuladas. Esse é um lugar de liberdade. O Espírito de Deus está aqui.

#paracleto
#Família
G/P
Jair

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EUA: cultos nos lares, mix racial e crescimento

A Newsweek, de 11 de janeiro, publicou pesquisa que revela que 7% dos norte-americanos atendem a cultos nos lares regularmente. Para David Kinnaman, presidente do Barna Research group, “muitos cristãos estão desapontados com os modelos de igreja consumidores … igreja no lar, igreja orgânica são novas expressões do cristianismo hippie”. No total, um em cada cinco adultos freqüenta um igreja que se reúne em casa, pelo menos uma vez por mês. A pesquisa demonstrou que quem atende uma igreja no lar, 27% o fazem todas as semanas e 43% atendem apenas uma vez por mês.
Barna comenta: “analistas concordam que se um novo processo ou instituição alcança 15% de penetração de mercado e evidencia crescimento por 6 anos pode-se dizer que há uma tendência.”

Sobre este assunto, tenho advertido os leitores que o tempo das igrejas dos EUA e Europa é diferente das demais regiões do mundo. A igreja no Brasil ainda está em crescimento. As que não estão é porque não querem ou não conseguem crescer. Muitos pastores estão satisfeitos com o tamanho de suas paróquias. Porém, a maneira mais bíblica e efetiva de evangelismo é plantar “novas igrejas”.

Com um assunto relacionado à este, a revista TIME, publicada na mesma data, mostra o esforço do pr. Bill Hybels em estimular um mix racial em sua mega-igreja de 23.400 membros. Pesquisas demonstram que em 2007, menos de 8% das igrejas norte-americanas experimentavam um mix racial significante. Pesquisas corroboram, revelando que igrejas com participação de 20% de minorias diminuiu 7,5% nos últimos 9 anos. Porém, nas igrejas com mais de 1.000 membros, a miscigenação quadruplicou de 6% em 1998 para 25% em 2007.
A reportagem cita uma famosa frase do pr. Martin Luther King Jr. : “As 11 horas da manhã do domingo era a hora de maior segregação na semana”.
A maior igreja nos EUA, Lakewood Community Church em Houston, é um exemplo de variedade de raças: negros, hispânicos, asiáticos e brancos convivem sob o pastorado de Joel Osteen. A igreja Willow Creek, do pr. Hybels as minorias somam apenas 20%: 6% de hispânicos, 4% de asiáticos, 2% de negros e 8% de outras etnias. Ela possui uma rede de 12.000 congregações.
Alguns defendem que a miscigenação das igrejas nos EUA é inevitável. A projeção do Census Bureau é que em 2050 os EUA não possuirão maioria racial.

O problema racial no Brasil é superado pelo social. Mais uma vez, é preciso focalizar na causa básica. Igrejas médias situadas em regiões de violência e empobrecimento têm enfretado dificuldades para crescer.

#paracleto
#Missão integral
G/P
Jair

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Qual o significado das estrelas no relato dos evangelistas?

Os escritores do NT, Marcos, Mateus, Judas, Paulo e João utilizaram a palavra grega aster, traduzida como estrela, para referir-se aos seres celestiais. É bom lembrar a visão cosmológica dos judeus sobre a participação dos anjos nos exércitos do Bem e do Mal. Veja alguns exemplos:

Fonte: http://dicionariobiblico.blogspot.com/2007/11/estrela.html

(1) Mateus 2: 2
E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo. – τον αστερα [ton astera] Acus. sing. (“a sua estrela” – αυτου τον αστερα [autou ton astera] Lit: “dele a estrela”).

(2) Mateus 2: 7
Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera. – του αστερος [tou asteros] Gen. sing.

(3) Mateus 2: 9
Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino. – ο αστηρ [ho astêr] Nom. sing.

(4) Mateus 2: 10
E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. – τον αστερα [ton astera] Acus. sing.

(5) Mateus 24: 29
Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. – οι αστερες [hoi asteres] Nom. pl.

(6) Marcos 13: 25
as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. – οι αστερες [hoi asteres] Nom. pl.

(7, 8, 9) 1 Coríntios 15: 41
Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas¹; porque até entre estrela² e estrela³ há diferenças de esplendor. – ¹αστερων [asterôn] Gen. pl. / ²αστηρ [astêr] Nom. sing. / ³αστερος [asteros] Gen. sing.

(10) Judas 13
ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre. – αστερες [asteres] Nom. pl.

(11) Apocalipse 1: 16
Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força. – αστερας [asteras] Acus. pl.

(12, 13) Apocalipse 1: 20
Quanto ao mistério das sete estrelas¹ que viste na minha mão direita e aos sete candeeiros de ouro, as sete estrelas² são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas. – ¹των αστερων [tôn asterôn] Gen. pl. / ²οι αστερες [hoi asteres] Nom. pl.

(14) Apocalipse 2: 1
Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Estas coisas diz aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro: – τους αστερας [tous asteras] Acus. pl.

(15) Apocalipse 2: 28
assim como também eu recebi de meu Pai, dar-lhe-ei ainda a estrela da manhã. – τον αστερα [ton astera] Acus. sing.

(16) Apocalipse 3: 1
Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Estas coisas diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. – τους αστερας [tous asteras] Acus. pl.

(17) Apocalipse 6: 13
as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira, quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes, – οι αστερες [hoi asteres] Nom. pl.

(18) Apocalipse 8: 10
O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha. – αστηρ [astêr] Nom. sing.

(19) Apocalipse 8: 11
O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas. – του αστερος [tou asteros] Gen. sing.

(20) Apocalipse 8: 12
O quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também a noite. – των αστερων [tôn asterôn] Gen. pl.

(21) Apocalipse 9: 1
O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra. E foi-lhe dada a chave do poço do abismo. – αστερα [astera] Acus. sing.

(22) Apocalipse 12: 1
Viu-se grande sinal no céu, a saber, uma mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça, – αστερων [asterôn] Gen. pl.

(23) Apocalipse 12: 4
A sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra; e o dragão se deteve em frente da mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o filho quando nascesse. – των αστερων [tôn asterôn] Gen. pl.

(24) Apocalipse 22: 16
Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã. – ο αστηρ [ho astêr] Nom. sing

G/P
Jair

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Juízes, uma proposta de governo moderna entre as nações

Quando o povo de Israel entrou na terra de Canaã, se deteve diante da magnitude do próximo passo: tomar posse, estabelecer-se. Israel estava prestes a formar um país federativo, contornando a monarquia, tão sujeita a erros e excessos.
“Naqueles dias nao havia rei em Israel; cada um fazia o que achava certo aos seus olhos”, escreve o escritor do livro de Juizes no capítulo 21 e verso 25. Penso que o paralelismo usado aqui não defende a monarquia, mas sim reclama da perda de oportunidade da proposta de Deus. Se foi Samuel quem escreveu, ele mesmo reclamou da impaciência do povo em sujeitar-se à um rei. Deus lhe responde que o governo que eles rejeitavam era o Reino de Deus.

Titulo – O título hebreu também é Juízes (Shophetim). Richter indicou que a raiz shpt não significa somente “julgar”, mas também “dominar, governar”

Significado – Moisés delegou ao povo escolher juízes em cada cidade para resolver disputas civis (Deut. 16:18).

Periodo – Ao contrário do livro de Josué, que combre cerca de 35 anos, Juízes compreende um grande período da história de Israel (aprox. 400 anos).

Autor – A tradição judaica sugere que Samuel escreveu Juízes. Também é opinião do Talmud. Se Samuel escreveu, ele o fez entre 1051 e 1021 a.C.

Tribos Meridionais
Juízes 1 descreve Simeão se instalando em Canaã com Judá. Simeão também não se constitui como força tribal e desintegrou-se em Judá (Js 19,1-9)

Tribos da Palestina Central
Em Juízes 1,22 lemos sobre “a casa de José”. José não é uma tribo, mas uma associação das tribos de Manassés e Efraim (Gn 41,50-52). Jerusalém foi contada como uma das cidades de Benjamim (Jz 1,21; Js 18,28), mas somente será conquistada por Davi (II Sm 5,6-9).

Tribos do Norte
Jz 17-18 nos informa sobre a migração dos danitas ao norte e ali prestava serviço aos cananeus, tal qual Aser. As tribos Issacar e Zebulom formavam uma unidade, uma espécie de comunidade num santuário comum, talvez sobre o monte Tabor (Dt 33,18-19).

O livro enfatiza o confronto de Deus e Baal
Jui 6: 25 “Naquela mesma noite, disse o Senhor a Gideão: Toma um dos bois de teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derriba o altar de Baal, que é de teu pai, e corta a asera que está ao pé dele.”
Com 300 homens, derrotou o exército dos midianitas e amalequitas.

Não se pode afirmar que Israel era formada exclusivamente de hebreus vindos do Egito. Pois alguns grupos nativos da Palestina continuaram sua existência juntamente com os hebreus. A família de Raabe permaneceu entre os hebreus que vieram do deserto (Js 6.25). Muitos estrangeiros e nativos viviam no meio deles, e até participavam do cerimonial de leitura da lei (Js 8.30-35)! Além disso, há vários textos que aludem a vivência entre hebreus e os povos da Palestina (Js 13.13; 14.6; 15.63; 20.9). A proposta monoteísta do culto a Javé deveria prevalecer em comparação à mitologia cananita onde eram comuns sacrifícios humanos e práticas imorais como a prostituição cultual.

Juízes Maiores ou salvadores: Otoniel (Jz 3,7-11), Aod (Jz 3,12-30), Débora e Barac (Jz 4,1-5,32), Gedeão (Jz 6,11-8,35), Jefté (Jz 11,1-40) e Sansão (Jz 13,1-16,31);

Juízes Menores, que constituem um bloco literário acrescentado mais tarde:
Samgar (Jz 3,31), Tola (Jz 10,1-2), Jair (Jz 10,3-5), Abesã (Jz 12,8-10), Elon (Jz 12,11-12) e Abdon (Jz 12,13-15). Deste modo se formou o Livro dos doze Juízes de Israel (Jz 3,7-16,31).

Apêndices: Jz 17-18, sobre a tribo de Dan, e Jz 19-21, sobre a de Benjamim.

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G/P
Jair

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O Cristianismo nos anos 1000 a 1200

Para Latourette, autor de A History of Christianity, o século entre 950 e 1050 A.D. viu um grande avanço do Cristianismo como não visto até o ano 1500.
Na segunda metade do século 10 que o Cristianismo moveu-se rápidamente nos 3 países escandinavos: Dinamarca, Noruega e Suécia. Cada processo de conversão era acompanhado de um movimento de massa a partir de iniciativas dos reis.
Anglin e Knight, em História do Cristianismo, relatam que “… o povo da Finlândia fora “convertido” ao cristianismo em 1157 pelo rei da Suécia, que veio com um exército e um bispo (católico) conquistando e depois batizando os finlandeses.
No ano 900 o Cristianismo era forte na Moravia. O período entre 950 e 1050 testemunhou a aderência à Fé Cristã de 2 Estados eslavos: Boêmia e Polônia.

Gofrey Blainey destaca que “um período de temperaturas elevadas sobreveio durante a Idade Média, e os dois séculos entre os anos 1000 e 1200 foram talvez tão quentes que derreteram o gelo das terras do norte da Europa. Os vikings sacudiram o norte da Europa exatamente na mesma época em que os árabes islâmicos agitavam o Mediterrâneo.
A fase de clima mais ameno havia aumentado a taxa de crescimento da população na Europa; entre 1000 e 1250, ela cresceu rapidamente. Em seguida, vieram os anos gelados, colheitas mais enxutas e um crescimento mais lento da população.

Em 1043, Miguel Cerulário tornou-se patriarca de Constantinopla. Em 1049, Leão IX tornou-se papa. Leão queria que Miguel — e, por meio dele, a igreja oriental — se submetesse a Roma. O papa enviou representantes a Constantinopla, mas Miguel se recusou a encontrar-se com eles. Desse modo, os representantes excomungaram Miguel em nome do papa. O patriarca respondeu fazendo o mesmo com os representantes do papa, excomungando-os.

Jesse Lyman Hurlbut, em História da Igreja Cristã, considera: “A religião do Islã era bem melhor do que o paganismo que destronara na Arábia e na parte oriental da península. Deve-se admitir que o Islamismo era mais forte do que o tipo de Cristianismo que encontrou e venceu. A igreja Oriental, ao contrário de igreja Ocidental, havia cessado seus esforços missionários, havia perdido sua energia e inclinava-se para a especulação em lugar de esforçar-se moral e espiritualmente.”

Podemos presumir o esplendor e a prosperidade da Índia, quando os muçulmanos saquearam sua capital, Kanauj, em 1018 A.D., tendo destruído 10.000 templos. A conquista da India foi, provavelmente, um dos capítulos mais sangrentos da história.

Karen Armstrong, autor de History of God – Judaism Christianity and Islam, explica que o império muçulmano convivia muito bem com a igreja cristã oriental e com as colônias judaicas. Os judeus passariam a enfrentar problemas nos séculos seguintes na Europa.

Blainey ressalta que todos os sagazes imperadores da China viam vantagens em instigar os nômades a lutarem entre si. Em 1206, Gêngis Khan, o chefe dos mongóis, como por milagre, uniu esses cavaleiros das estepes. Com um exército montado de aproximadamente 130 mil homens e uma rede de espiões em território inimigo, ele começou sua conquista. A Grande Muralha da China era simplesmente um obstáculo a ser transposto pelos mongóis. Tomaram Pequim em 1215 e, com o tempo, fizeram-na a capital da China. Gêngis Khan alcançou em 20 anos o que os romanos, como conquistadores, tinham levado séculos para construir.

O Império Mongol abriu as portas para o fluxo de missionários católicos. Eles tomaram proveito para plantar missões da Rússia ao mar da China, porém, o avanço poderia ser mais robusto. Foi uma janela de oportunidade histórica perdida.

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G/P
Jair

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BLOG, entenda a revolução

Acabei de ler o livro BLOG, de Hugh Hewitt e ele é enfático: “Qualquer um pode inserir um post, e se merece ser lido, será lido. Há um enorme número de pessoas buscando sabedoria e entretenimento…”

Ele destaca que pouco mais da metade dos americanos (54%) lê um jornal durante a semana, um pouco mais aos domingos (62%) e o número continua a cair.

Hewitt cita uma pesquisa sobre os 4,12 milhões de weblogs, a maioria pouco vista e rapidamente abandonada. A descoberta mais dramática foi que 66% dos blogs pesquisados não tinham sido atualizados nos 2 meses anteriores. Menos de 50 mil eram atualizados diariamente. Além disso, os blogs são hoje território dos jovens, com 92,4% dos blogs cirados por pessoas com menos de 30 anos de idade.

Ele comenta sobre o valor da blogosfera para se obter informação confiável muito recente. Ele reconhece que há falta de talentos. A internet deu aos cidadãos comuns o poder de serem checadores de fatos e analistas. Pessoas com ampla experiência podem colaborar on-line, partilhando conhecimento, fontes e idéias, e desafiando os fatos dos outros.

Não há dúvida de que as placas tectônicas do jornalismo estão se movimentando…

#paracleto
#Cidade e igreja
G/P
Jair

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Sobre empregos e seus tipos

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