Arquivo do mês: novembro 2009
Quais dimensões ‘seguram’ o crente na igreja?
O trabalho de pesquisa que estamos desenvolvendo com algumas igrejas da Região Norte do Rio de Janeiro é identificar quais as dimensões mais fortes ou evidentes em relação àquelas mais fracas ou carentes de melhoria. Essa foi a proposta de trabalho de conclusão do meu MBA na FTSA, em Londrina. Meu professor orientador aprovou o planejamento, sugerindo que conhecesse as obras de Howard Snyder, que estou tratando de incorporar.
Em Posts anteriores temos falado sobre a Diaconia como ofício e dimensão na igreja: “A diaconia como dimensão importante da igreja é tema destacado por vários teólogos e faz parte da missão expressa de muitas igrejas. Então, para que o serviço cristão seja uma realidade na vida da igreja, é necessário que ela tenha um processo que identifique os dons espirituais de cada crente. Então, o crente deve ser estimulado a testar, desenvolver, exercer e aperfeiçoar.”
Uma das funções apostólicas é supervisionar igrejas. Este era o modelo do avanço do cristianismo nos primeiros séculos. Ocorre que os bispos das cidades entenderam que eles eram os receptores da autoridade apostólica após o último dos doze. Eles desconheciam outros povos e nações além do entorno do Mediterrâneo. Mas ainda faltava muito por alcançar.
Quando o apóstolo João recebeu a Revelação do Apocalipse, o Senhor Jesus fez uma avaliação das igrejas da Ásia. Algumas expressões se repetem em cada igreja. Uma delas é: ‘Conheço as tuas obras…”. Em Ap. 2:23 Jesus diz: “E darei a cada um de vós segundo as vossas obras”. Em todas as igrejas, o reconhecimento da diaconia realizada é digno de nota na Revelação. O Senhor indica que o ministério atuante da igreja é um dos indicadores da saúde do Corpo de Cristo mesmo em condições adversas.
Estou convencido que o ministério individual de cada crente é um dos mais importantes motivos para a permanência de um crente, e de sua família, em uma igreja local. Se este crente for auxiliado a descobrir e exercer seu dom espiritual, ele estará próximo da boa, perfeita e agradável vontade de Deus.
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G/P
Jair
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Natal, reforma na essência e na forma
Diante da discussão recente sobre os aspectos culturais que envolvem o Natal, parece que todos concordam que há pontos que merecem atenção. Um dos quais é o aspecto econômico muito mais ressaltado do que a essência do Natal. Tem razão quem lista as deformações encontradas na festa de Natal. Tem razão quem defende ser uma época ainda oportuna para evangelizar, especialmente em ambientes não-cristãos. Enquanto a discussão continua, percebo que há um esforço para manter a tradição do Natal. E só ocorre patrocínio quando não há espontaneidade.
Um ponto incoveniente a ser abordado é o distanciamento da igreja cristã de nossas raízes judaicas. Cabe lembrar que bispos tais como Inácio, em 110 d.C., promoveu este distanciamento e a hierarquização da igreja. A cisão da igreja cristã enfraqueceu a oriental que discordava da absorção de festas pagãs defendida pela igreja romana. As cruzadas, promovidas pelos reis cristãos, dificultaram o diálogo amistoso da igrejas cristãs em territórios muçulmanos. É bom lembrar que os judeus também desfrutavam de liberdade nas áreas islamizadas. A verdade é que nos séculos seguintes, os países europeus passaram a perseguir e expulsar os judeus, um após outro.
Muitos pregadores têm falado sobre a importância das festas bíblicas: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos. Pode ser oportuno reavaliar a posição da igreja em relação ao significado e suas possíveis aplicações. É tarefa da igreja avaliar os apectos culturais da sociedade em que está inserida. Conforme Deus dá o crescimento, penso que Ele espera posicionamento quanto aos valores culturais que estão enraizados. Muitas vezes, cultura se mescla com religiosidade. Sob um outro ponto de vista parece que tem a mesma raiz.
O Natal precisa de uma reforma na sua essência e na sua forma. Para tanto, a igreja brasileira precisa ser capacitada através de instrução libertadora. Essa é a verdadeira teologia da libertação!
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Obras, seus objetivos e empregos
O objetivo de uma obra ou construção não deve ser gerar empregos. Enquanto valer este mote teremos uma cultura de atrasos e sobre-orçamantos em nossos empreendimentos. Empregos não são o fim e sim o melhor meio. O objetivo é alcançar o fim planejado. Nem a conclusão da obra é o fim em si mesma, mas sua avaliação de retorno. Retorno para o bem-estar da população e retorno financeiro. Esse tipo de avaliação precisa ser incluída em nossa cultura. Planejamento e segurança devem proporcionar uma ambiente adequado para sua execução.
A quantidade de obras feita no menor prazo possível poderia criar as intervenções que as cidades brasileiras precisam. Muitas vezes, o menor uso de tecnologia pode encarecer o preço total das obras. Além disso, quanto maior o prazo de execução devido à aditivos que revelam descontrole, maior o desembolso não previsto. Difícil é comparar as previsões de contrução do trem-bala e de novas linhas do metrô para o Rio de Janeiro com uma obra recente sob a cidade de Kuala Lumpur (capital da Malásia). Tanto pela importância da intervenção para a vida da cidade bem como pelo menor custo o que se torna vergonhoso para nós.
Segundo o presidente da Aeamesp (Associação de Engenheiros e Arquitetos de Metrô de São Paulo), José Geraldo Baião, a construção do traçado via túnel pode elevar os custos de quatro a seis vezes. O custo do túnel deve variar entre R$ 3,2 e R$ 5 bilhões, com gastos baseados em um trecho semelhante de metrô. O valor total é de R$ 22 bilhões, financiados pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Pelo menos 16 quilômetros do trem-bala que ligará Rio de Janeiro a Campinas, com passagem pelo Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, serão de túneis no trajeto de São Paulo, podendo chegar a 25 de acordo com o traçado escolhido. O aeroporto está distante 25 quilômetros do Centro de São Paulo. Nos 510 quilômetros do traçado do trem bala, 90,9 quilômetros, equivalente a 18% da obra, devem ter túneis, segundo o estudo elaborado pelo consórcio Halcrow/Sinergia, contratado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para o projeto. As obras civis, que incluem também 107,8 quilômetros de pontes e viadutos, vão custar R$ 24,5 bilhões, cerca de 71% de todo o projetado orçado em R$ 34,6 bilhões.
Há quanto tempo ouvimos sobre planos para construção de novas linhas de metrô para a cidade do Rio de Janeiro? A Linha 3 do Metrô – sob a Baía de Guanabara, era orçada em junho de 2005, em R$ 1,87 bilhões e o prazo de construção era de 4,5 anos. Extensão prevista – 28,5 quilômetros (sendo 5,5 quilômetros sob a Baía de Guanabara), ligando São Gonçalo ao Rio de Janeiro, com 14 estações, esperando receber 470 mil passageiros/dia no primeiro ano de operação.
Há alguns anos foi começado a pensar-se em construir um túnel em Kuala Lumpur (capital da Malasia) que ajudasse a evitar as cheias anuais que assolam aquela cidade asiática. São 9,7 km de comprimento. Durante o desenvolvimento do projeto os engenheiros aperceberam-se que sendo as cheias tão ocasionais, o túnel poderia servir também de auto-estrada subterrânea, aliviando os engarrafamentos habituais no centro da cidade. Assim, a nova estrutura foi projectada para poder funcionar em três modos distintos: como um túnel rodoviário na maior parte do ano; como um sistema misto para pequenas cheias, com o trânsito a circular normalmente e com a água a ser escoada no patamar inferior; e, em caso de uma grande cheia, como um enorme tubo de drenagem, com a água a inundar o túnel por completo.
Neste último caso serão necessárias apenas 48 horas para reabrir o túnel ao tráfego rodoviário. O custo da obra foi cerca de U$ 500 milhões.
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Doações e isenções
Num Post anterior revelei os números, que ultrapassou 10 trilhões de dólares, da ajuda dos governos ao sistema financeiro mundial. Dizem os economistas que o pior da crise já passou. Mas é provável que os governos não terão dinheiro para combater a AIDS na África. Nem transferir os povos da Ásia que sofrem com inundações. Nem trazer dignidade às moradias do povos latino americanos. É muita hipocrisia e incompetência.
Bilhões de dólares foram volatilizados, sublimados! Diante de nossos olhos, da igreja do Senhor Jesus. Por isso Ele declarou: Dai a Csar o que é de Csar. Dai a Deus o que é de Deus. Csar está requerendo o que é dele. Mas o povo de Deus pode fazer a sua parte, atuando onde o evangelho tem possibilidades de ser agente de transformação. E o tempo é do Brasil.
As igrejas evangélicas no Brasil recolhem por mês entre seus fiéis mais de R$ 1 bilhão – precisamente R$ 1.032.081.300,00. A Igreja Católica, que tem mais adeptos espalhados pelo País, arrecada menos: são R$ 680.545.620,00 em doações. Os números estão na pesquisa sobre religião realizada pelo Instituto Análise com mil pessoas em 70 cidades brasileiras.
Os evangélicos não-pentecostais, chamados de históricos (pensava que eram os neo-pentecostais), são os mais generosos. Doam em média R$ 36,03, o que dá um faturamento mensal de R$ 432.576.180,00 às igrejas, segundo o artigo do Instituto Jetro. Porém, o que mais me chamou atenção: E para onde vai tanto dinheiro? Alberto Carlos Almeida, diretor do Instituto Análise, aposta que os políticos são um dos destinatários. “Parte desse dinheiro é usada para financiar campanhas. É só reparar no aumento dos candidatos evangélicos e no fato de os não-evangélicos cortejarem as igrejas nas campanhas.”
O estudo da FGV, intitulado Economia das Religiões: Aspectos Locais e Ascenção Social, mostra que os brasileiros pagaram no ano passado R$ 5,1 bilhões de dízimos e doações às igrejas no país. Os que mais contribuem são os evangélicos, embora tenham a menor renda média. Eles correspondem a 17% da população brasileira e pagam o equivalente de 66% das contribuições às igrejas.
O economista Marcelo Néri, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), diz que o Estado subsidia as igrejas por meio da isenção fiscal. “A renúncia fiscal de alguma forma é um subsídio, porque a igreja faz o que o Estado não faz”, diz o economista, autor de um estudo que analisa as doações às igrejas.
E aqui que chamo a atenção de pastores e líderes para a correta gerência dos recursos de suas igrejas. Os dados mostram mais prosperidade e mais responsabilidade. Precisamos evitar propostas de isenções descabidas vindas de políticos e seus ‘tesoureiros’ que rondam as igrejas em tempos eleitorais. As propostas montados pelos políticos evangélicos deve manter a separação do estado e da igreja. Mas podem facilitar o investimento em projetos sociais que ficam na gaveta dos políticos à espera de apoio político. Os Governos já se convenceram da nossa importância entre as comunidades mais carentes. As igrejas precisam de apoio porque querem agir para mudar realidades atuais.
A mais perigosa proposta planejada é de isentar de imposto de renda os dízimos. Essa é a pior das armadilhas. Daí, para o Governo recolher o dízimo ‘na fonte’ é um passo. Precisamos de um Fórum que discuta as propostas com a presença de especialistas (pessoas com o dom de administrar) e forneça direções financeiras para as igrejas.
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G/P
Jair
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E-mails e E-chatos
Prezados,
Hoje não resta dúvida que a Internet é mais benção do que maldição para o Reino de Deus. Uma boa parte do avanço missionário dos últimos anos deve-se ao achatamento global provocado pelo uso das novas tecnologias de comunicação.
O uso de sites, e-mails, blogs e mídias sociais pode ajudar na tarefa de evangelizar o mundo. Mas a convivência com a intrusão de hackers e pessoas mal-educadas é uma tarefa difícil. Precisamos saber algumas noções básicas de ética no uso de e-mail. Por exemplo, quando estou conversando com alguém, preciso saber quando posso copiar para uma outra pessoa. O uso de cópia oculta é apenas, e bastante recomendado para envio de mensagem para uma lista de destinatários.
A boa prática recomenda que você indique a fonte em qualquer pesquisa. Ou seja, o que você gostaria de receber, isso você deve praticar. É a regra de ouro.
Outro problema são as apresentações ‘cascas de banana’ com paisagens bucólicas e estórias inspirativas mas com forte presença de conceitos de Nova Era e erros perigosos. Outro dia, identifiquei um erro de citação de um verso do Alcorão numa apresentação sobre o Iraque. O objetivo era fundamentar a invasão daquele pelos EUA. Era uma spam-apresentação feita por quem não tem nada o que fazer. Muitas vezes o objetivo é ridicularizar quem as reencaminha sem as avaliar e testar.
No site da PIB de Inhaúma, encontrei um texto sobre uma classe de pessoas denominada e-chatos. Achei interessante e adicionei a este Post. Por causa deles, as Empresas precisam vigiar o conteúdo dos e-mails de seus empregados com razão:
Se você quer descobrir se é um E-CHATO, veja abaixo alguns perfis e se você se encaixa em algum deles ou não. Temos alguns sintomas que são universais. Caso você esteja livre desta praga virtual, encaminhe este texto para alguém que você considera um E-CHATO.
Neuro-Urgente – Se todos seus e-mails são carregados com aquela confirmação de recebimento fique atento! Você tem tudo para ser um E-CHATO, cheio de neuroses em relação ao imediatismo, de que tudo precisa ser feito agora. Tem alguns “Neuro-urgente” que ligam depois de enviar um e-mail e perguntam se você viu o e-mail dele. Cuidado existe algo errado e você pode ser vitima de um E-CHATO.
O Lota-Caixa de Entrada – Todo E-CHATO passa o dia todo te enviando mensagens, sermões, curiosidades, fotos, vídeos lotando a nossa Caixa de Entrada. Em geral não tem a menor piedade da sua caixa de entrada. Por semana consegue fazer uma façanha de entupir de e-mails sem sentido, sem nexo o seu preciso tempo.
O Envia Copias – Ele ou Ela é um E-CHATO que se não bastasse enviar e-mail sem importância ainda vai a cada angariando mais vitimas para o seu envio. É melhor todos sabendo do assunto do que apenas um, certo? Ele cria uma rede de inimigos virtuais.
O Info-Bizarro – Este E-CHATO só manda e-mails carregado de bizarrices, cenas que nos chocam e nos deprimem e ainda fazem questão apresentá-las em PowerPoint como se fosse um filme lindo e maravilhoso. O conteúdo é o horrível e as musicas de um péssimo mau gosto. O seu prazer é nos deprimir com cenas de morte, sofrimento etc.
O Super-ocioso – É uma vertente virtual do supersticioso convencional. Este tipo de E-CHATO adora mandar correntes com frases bonitas, orações, reza brava, apresentações contra olho gordo, You Tube de Inveja, tem medo que sua vida não prospere então ensinam a passar a mesma mensagem para pelo menos 100 pessoas sem quebrar a corrente!
O Espada – É E-CHATO longo e prolixo. Tem o DNA do mala convencial, que sempre evitamos. São aquelas pessoas que adoram ficar falando horas, escrevem textos enormes em seus e-mails e ainda querem respostas nas mesmas proporção, pois julgam que temos o mesmo tempo que eles. Uma dica é manter um e-mail com menos de quatro parágrafos (aproximadamente 1000 caracteres).
Bem vimos algumas características que mais marcam o E-CHATO, faca uma avaliação e pro favor nada mandar este texto para ninguém. O mundo já está lotado de E-CHATOS, você não precisa ser mais um.
Vamos criar a campanha: DIGA NÃO AO E-CHATO. Se você conhece um E-CHATO escreve o nome dele aqui: _ _ _ _ _ _ _ _ _.
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30 Posts – Ufa!
Prezados,
Gostaria de celebrar o alcance de 30 posts neste Blog com alegria. Pois a alegria que vem do Senhor é a nossa força. Sei muito bem que sem o Senhor não poderia chegar aqui. Alegria e força estão juntas neste Blog. Que sejam abençoados todos aqueles que tomarem tempo nestes artigos. Pois são pessoas livres deste mundo. A verdade do evangelho as têm libertado verdadeiramente. Escrevo para liberar força e alegria sobre sua vida. Eu profetizo sobre sua vida alegria e força do Senhor!
Foi a ação de escrever e a disciplina de copiar que produziu a Bíblia. Profetas e mestres, juntos, perceberam que tinham revelação e ensino da parte de Deus.
A invenção da imprensa foi rapidamente aproveitada por Lutero para disseminar a bíblia em alemão, salvando aquela geração.
Há tempo de crescer, de aprender, de escolher, de lutar, de viver, de ensinar. Porque em dado momento você passa a fazer gestão de conhecimento. Você escolhe de quem vai aprender. Você escolhe o que vai ensinar.
Por isso Jesus disse em Mateus 13.52: “E ele disse-lhes: Por isso, todo o escriba instruído acerca do reino dos céus é semelhante a um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.”
Aproveito para motivá-lo a compartilhar seu conhecimento. Reuna em algumas caixas o que você juntou neste tempo. Peça ao Senhor para Ele te mostrar qual é a programação de temas. É chegada a hora de produzir mais vinho novo para os odres novos que estão chegando.
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G/P
Jair
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Diaconia como dimensão da igreja
DIAKONIA
Atos 2:44-45 E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.
II Cor 8:4 A Graça de participarem da assistência aos santos
• O ensino neotestamentário pressupõe que o ministério diaconal faça mais do que atender às necessidades da comunidade crente;
• Lucas fala de Dorcas cuja diaconia era tão valorizado em Jope que Pedro foi convocado para orar por sua ressurreição
Diaconia veio da transliteração da palavra grega diakoneo. Ministrare é o sinônimo em latim, transliterado para ministrar. Perceba que o sentido é serviço, trabalho. Sabemos que igrejas pequenas as oportunidades de serviço correm atrás dos crentes. Certamente, há vagas para todas as áreas. Lyle Schaller destaca que em igrejas grandes, o trabalho leigo passa a ser comparado com a qualidade de um trabalho profissional e remunerado. A busca por excelência se sobrepõe à satisfação individual de cada crente.
A diaconia como dimensão importante da igreja é tema destacado por vários teólogos e faz parte da missão expressa de muitas igrejas. Então, para que o serviço cristão seja uma realidade na vida da igreja, é necessário que ela tenha um processo que identifique os dons espirituais de cada crente. Então, o crente deve ser estimulado a testar, desenvolver, exercer e aperfeiçoar.
Pode ser que o ministério seja para-eclesiástico, isto é, um serviço de apoio à igrejas para que ela cumpra sua missão integral. Pode ser um ministério evangelístico, missionário, de serviço social, de ensino teológico, etc. No meio empresarial, chama-se de função de lateralidade. O que importa é que cada ministério precisa manter-se conectado à uma ou mais igrejas. Esta conexão garantirá autoridade espiritual e promoverá o crescimento do Reino de Deus.
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Jair
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